Detalhes da ação

NutriAtiva: ação mutiprofissional de promoção ao estilo de vida saudável

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202104000123

Tipo da Ação

Programa

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

01/03/2026

Data Fim

30/11/2031


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

daniele ferreira da silva

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Ciências da Saúde

Área Temática Principal

Saúde

Área Temática Secundária

Educação

Linha de Extensão

Saúde Humana

Abrangência

Regional

Gera Propriedade Intelectual

Não

Envolve Recursos Financeiros

Não

Ação ocorrerá

Dentro do campus

Período das Atividades

Tarde

Atividades nos Fins de Semana

Não


Redes Sociais

@NutriAtiva
@NutriAtiva

Membros

Tipo de Membro Interno
Carga Horária 100 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 60 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
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Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 30 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 120 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 40 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 48 h
Resumo

Promover a reeducação alimentar da população adulta e idosa que solicitar atendimento nutricional na clínica de nutrição da UFVJM, direcionada à promoção e recuperação da saúde em grupos com sobrepeso e obesidade associada ao risco de comorbidades e doenças cardiovasculares. Em adição, pretendemos avaliar impacto nos voluntários da intervenção nutricional e física nos hábitos alimentares, composição corporal e outros parâmetros de saúde.


Palavras-chave

sedentarismo, estilo de vida, hábitos alimentares


Introdução

A alimentação é uma necessidade básica a qualquer individuo. Ela influencia a qualidade de vida por ter relação com a manutenção, prevenção ou recuperação da saúde, devendo ser saudável, completa, variada, agradável ao paladar e segura para assim, cumprir o seu papel (ZANDONADI, et al., 2007). No entanto não é esse o perfil geral de alimentação que se tem observado no Brasil e no mundo. As pessoas estão se alimentando cada vez pior, de forma rápida, compulsiva, e desbalanceada, o que tem gerado um quadro predominante de obesidade e sobrepeso associado à comorbidades como hipertensão arterial, intolerância à glicose, dislipidemias, entre outros. Esse quadro de alimentação persiste e tem predominado, quando se pensa na transição alimentar ligada ao fácil acesso e aumento do consumo de alimentos industrializados (fast foods) que são consumidos sob o argumento da vida corriqueira, associando-se ao comportamento sedentário (YOKOO et al, 2008). Além do ambiente micro social é preciso considerar que a sociedade de consumo é uma sociedade obesogênica na medida em que estimula erroneamente o consumo alimentar, contribuindo para manutenção dos maus hábitos alimentares (RODRIGUES; BOOG,2006). Em virtude da alta demanda de consultas médicas para controle de doenças crônicas não transmissíveis, a questão nutricional obrigatoriamente permeia o tratamento, e, dependendo da especialidade, torna-se até mesmo um dos pilares deste, como é o caso do diabetes (BOOG, 1999). A demanda por orientação alimentar tem crescido significativamente, face ao diagnóstico precoce das doenças crônicas e ao reconhecimento da influência da alimentação sobre elas. Também, a consideração do sobrepeso e da obesidade como fatores de risco para doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes mellitus, osteoartrite, osteoporose, câncer de mama, de endométrio e de cólon, leva à procura crescente de atendimento nutricional (RODRIGUES; SOARES; BOOG, 2005). Diante desse contexto emerge o reconhecimento e o valor da promoção das práticas alimentares saudáveis, visto que, é perceptível que a alimentação tem sido colocada e é de fato uma das principais estratégias para a promoção e recuperação da saúde, quando referida às doenças crônicas não transmissíveis. É bem provável que planejamento dietético sem proposta de mudança associada ao estímulo e motivação do individuo torne a terapêutica inalcançada ou adesão á dieta cessada. É dessa forma que se reconhece a necessidade da reeducação alimentar e nutricional como recurso para a nutrição clínica (SANTOS, 2005). O papel da educação alimentar e nutricional está vinculado à produção de informações que sirvam como subsídios para auxiliar a tomada de decisões dos indivíduos que outrora foram culpabilizados pela sua ignorância, sendo posteriormente vítimas da organização social capitalista, e se tornam agora providos de direitos e são convocados a ampliar o seu poder de escolha e decisão (SANTOS, 2005). São necessários mais elementos do que apenas a informação para subsidiar os indivíduos nas escolhas e decisões do que é mais significativo para as suas vidas, é preciso desenvolver programas de acompanhamento com os pacientes, que os forneça estímulo e motivação, e que os prepare para lidar com as recaídas e dificuldades para modificar seus hábitos alimentares. No que se refere á mudanças no padrão de vida e alimentar a educação nutricional torna-se imprescindível para modificar os hábitos alimentares e motivar o indivíduo em seguir as recomendações dietéticas associadas à exercícios físicos, portanto ela deve assegurar o fornecimento de informações corretas para persuadir mudanças nas decisões e assegurar programas adequados de educação e promoção à saúde (SANTOS, 2005). Diante do reconhecimento e preocupação com os perigos que a obesidade e suas comorbidades leva ao individuo e o fato de que a educação nutricional é o principal pilar da modificação do padrão alimentar e estilo de vida, objetiva-se com o projeto proposto recuperar e promover a saúde da população de Diamantina- MG, que se encontram expostos a esses riscos, através da intervenção e acompanhamento nutricional junto ao trabalho de uma equipe multidisciplinar, nutricionistas e educadores físicos, no programa educativo.


Justificativa

A obesidade, definida como o excesso de gordura corporal, é considerada uma epidemia mundial. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2022), em 2022, mais de 2,5 bilhões (43%) de adultos, com 20 anos ou mais, estavam acima do peso (IMC >25 kg/m2). Destes, mais de 890 milhões (16%) foram classificados como obesos (IMC ? 30 kg/m2). Esses dados demonstram que 1 em cada 8 pessoas no mundo vive com obesidade. De acordo com o monitoramento de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis por meio de inquérito telefônico (BRASIL, 2023), o excesso de peso já atinge 60% dos brasileiros e a obesidade 24,3%. O percentual de adultos obesos no Brasil mais do que dobrou entre 2003 (12,2%) e 2019 (26,8%), chegando a 31% em 2025. Dados de 2019 indicavam que 60,3% da população brasileira tinha excesso de peso, com uma prevalência maior entre as mulheres (62,6%) do que entre os homens (57,5%). As projeções para 2030 indicam um aumento significativo na obesidade, que pode crescer 46,2% entre as mulheres e 33,4% entre os homens, destacando a necessidade de atenção a essas tendências. Influências ambientais, juntamente com a susceptibilidade genética, seriam a base do aumento da prevalência da obesidade (WEINSIER et al., 1998). Acredita-se que mudanças no padrão alimentar e no gasto energético estejam entre os principais fatores que contribuem para a etiologia da obesidade. A mudança comportamental, no âmbito do padrão alimentar, inclui o aumento na ingestão de lipídios de origem animal, açúcares e baixo consumo de cereais e fibras (KOPELMAN, 2000). Paralelamente, a diminuição do gasto energético relacionada às atividades físicas diárias pode ser o fator mais importante que contribui para o aumento do peso corporal nos países ocidentalizados (WEINSIER et al., 1998). A obesidade está relacionada com risco aumentado de mortalidade e morbidade por doenças cardiovasculares (MANSON et al., 1990; KANNEL et al., 2002 e MÁCHOVÁ et al., 2007), alguns tipos de cânceres (POLESEL et al., 2009; SIEGEL et al., 2010), desenvolvimento de resistência a insulina e DM2 (COLDITZ et al., 1990; SASAI et al., 2010). De acordo com Blackburn et al. (2005), adultos obesos têm risco de 50% a 100% maior de morte prematura em comparação com adultos com um IMC entre 20 e 25 kg/m2. Os autores ressaltam que aproximadamente 80% dos adultos com DM2 estão com sobrepeso ou obesidade. Colditz et al. (1990) reportaram a partir de um estudo de corte prospectivo (1976-1990) que o IMC foi um preditor de risco dominante para o DM2, e mulheres que perderam mais de 5 kg reduziram o risco de DM2 em 50% ou mais.Doenças crônicas como diabetes e doenças cardiovasculares têm um grande impacto socioeconômico. O tratamento destas doenças é de curso prolongado, e oneram os indivíduos, as famílias e os sistemas de saúde. Os gastos familiares reduzem a disponibilidade de recursos para necessidades como alimentos mais saudáveis, moradia, educação, entre outros (WHO, 2011). Do ponto de vista da sociedade, reduzem a poupança e, por consequência, o investimento nacional. Os custos de saúde no Brasil relacionados à obesidade chegam a mais de um bilhão de reais por ano (Schiere et al., 2006), e se considerados os custos indiretos este valor ultrapassa R$1.5 bilhões. Só o Sistema Único de Saúde (SUS) destina R$ 600 milhões para as internações relativas à obesidade. Estimativas para o Brasil sugerem que a perda de produtividade no trabalho e a diminuição da renda familiar resultantes de diabetes, doença do coração e acidente vascular cerebral levarão a uma perda na economia brasileira de US$ 4,18 bilhões entre 2006 e 2015 (Abegunde et al., 2007). Partindo do pressuposto que a obesidade é multifatorial, e com certeza provinda de uma má alimentação e qualidade de vida, a única forma de revirar essequadro é modificar os padrões alimentares e estilo de vida da população, no entanto essa tarefa se resume a etapa mais difícil da terapia nutricional. A obesidade é considerada um problema insolúvel pelos indivíduos que a detém, por sentirem-se pressionados e obrigados a realizar determinadas práticas impostas e de difícil concreção. É sabido o impacto que ela acarreta ao homem, uma vez que ele está marcado por prejuízos a saúde, por sofrimento, pela imagem corporal indesejada e por problemas psicossociais, como transtornos compulsivos e de autocontrole, preconceito no mercado de trabalho, no convívio familiar e social; e nesse contexto aparece o estigma como mais um elemento envolvendo a vida cotidiana dos obesos. Ser obeso é, quase sempre, ser tratado de modo singular em relação à alimentação, ao vestuário, é ser alvo de chacota e apelidos, é ser sexualmente desinteressante, o que contribui significativamente para o declínio da autoestima e autoconfiança, onde provavelmente a alimentação errônea ligada a compulsões passa a ser mantida como forma fugacidade e isolamento da vida social. Nessa situação a intervenção nutricional é o mais indicado; é obvio que ela não é milagrosa, mas é a partir dela que o individuo depara com a proposta de mudança e passa a conviver com um novo estilo de vida superando as dificuldades enfrentadas pela obesidade e os conflitos pessoais. Muitas vezes o individuo faz a terapia nutricional e atinge a meta proposta, porém em longo prazo ele apresenta recaídas voltando ao estágio inicial, o que torna a dietoterapia inválida. Isso ocorre em função de um tratamento que só objetiva a terapia, desvalorizando a prevenção, que nesse caso seria a educação nutricional. De nada vale a terapia nutricional para perda de peso sem a verdadeira modificação do padrão alimentar e mudança comportamental, que porventura traria sucesso na terapêutica apenas curto prazo, e não cronicamente. A reeducação como forma de intervenção nutricional junto a dietoterapia é a forma mais adequada e racional para combater esse quadro de saúde da população obesa, sendo essa uma tarefa difícil que deve levar em conta principalmente os temas problematizados nos atendimentos coletivo e individual, quais sejam: práticas alimentares, relacionamento familiar, estigma social do obeso, relação com profissionais de saúde, para assim junto a dietoterapia promover sucesso na terapêutica e manutenção de uma vida mais saudável, (Santos, 2005). Diante do exposto justifica-se assim a relevância da açâo”NutriAtiva" que abordará as questões problematizadas pelo estado nutricional juntamente com uma equipe de educadores físicos à comunidade Diamantinense, propondo soluções, e buscando a recuperação da saúde.


Objetivos

Promover a reeducação alimentar da população adulta e idosa que solicitar atendimento nutricional na clínica de nutrição da UFVJM, direcionada à promoção e recuperação da saúde em grupos com sobrepeso e obesidade associada ao risco de comorbidades e doenças cardiovasculares. Em adição, pretendemos avaliar impacto nos voluntários da intervenção nutricional e física nos hábitos alimentares, composição corporal e outros parâmetros de saúde .


Metas

Identificar os principais fatores que interferem nas escolhas alimentares e na aderência à dieta: • Formar grupos de estudos para delinear os fatores a serem trabalhados, com base nos mais relatados e diagnosticados nos pacientes; • Assegurar o fornecimento de informações corretas para permitir a facilitação de decisões por escolhas saudáveis e assegurar programas adequados de educação e promoção de saúde. Criar programas educativos que perpetuem a adesão e modificação do padrão alimentar: • Desenvolver conceitos de alimentação e nutrição; • Conscientizar a importância da aderência de um novo estilo de vida para promoção e recuperação da saúde visando prevenir doenças cardiovasculares e reduzir as comorbidades; • Trabalhar a problematização temática demandando a reflexão e busca de estratégias de intervenção para mudanças no cotidiano e estilo de vida promovendo qualidade na alimentação; • Desenvolver com os grupos, dinâmicas de alimentação saudável como meio de avaliar o aprendizado e promover interação social para obter sucesso nos encontros vigilantes. Promover encontros vigilantes do peso que reúna grupos motivacionais e promova a complacência dos pacientes para com a dieta: • Criar rodas de discussão, reflexão com temas escolhidos pelos participantes; • Criar momento oportuno para conto dos sucessos e recaídas com finalidade de estímulo e motivação; • Discutir as dificuldades encontradas pelos participantes em seguir o plano alimentar e modificar a alimentação levantando soluções e melhor forma de adaptação. Desenvolver a participação ativa e direta dos grupos através de campanha social de alimentação saudável dos próprios participantes. Avaliar se o programa teve impacto positivo na modificação do estado nutricional e hábitos alimentares dos participantes: • Fazer avaliação nutricional analisando: IMC, Circunferência da cintura, percentual de gordura corporal, pressão arterial no momento de adesão e ao término do programa e comparar os resultados; • Avaliar quanti e qualitativamente o consumo alimentar através de inquéritos dietéticos antes, durante e após o programa e comparar os resultados obtidos. Realizar exames bioquímos de colesterol total e frações, triglicérides, glicemia de jejum, hemoglobina glicada, vitamina D e vitamina B12 no início e no final da ação.


Metodologia

.1. Local do estudo O trabalho proposto será executado na clínica de Nutrição da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, nas salas e áreas livres disponibilizadas nos campus da UFVJM da cidade de Diamantina. 1.2. Sujeitos e critérios de inclusão e exclusão A inclusão dos pacientes ao projeto será através de procura espontânea dos mesmos e estará condicionada ao preenchimento dos quesitos que atendam ao perfil do público-alvo do projeto. São quesitos necessários: indivíduo adulto ou idoso, classificado como sobrepeso ou obeso, segundo parâmetros nutricionais, e estar informado e de acordo com os objetivos e atividades propostas pelo programa. Para a captação de voluntários, o projeto será divulgado por meio de propagandas físicas (cartazes, folders) e virtuais (redes sociais) em dois projetos desenvolvidos no Departamento de Educação Física da UFVJM, Academia Escola e na Associação Desportiva ECOS que oferece atividades físicas que todos estes englobam alguns grupos de pessoas com fatores de risco estabelecidos (obesos, sedentários, portadores de doenças crônicas não transmissíveis que atende da comunidade Diamantinense. A partir do público destes projetos, serão selecionados 50 participantes adultos e/ou idosos, utilizando a classificação para adultos segundo o IBGE - > 20 anos de idade (adultos) e > 60 (idosos), e com IMC >25 kg/m2 para adultos e IMC>28 kg/m2 para idosos. Como a programa prevê um universo de 50 participantes, após preenchidas de todas essas vagas, o excedente de interessados será encaminhado ao atendimento nutricional de rotina da Clínica Escola de Nutrição. Sujeitos e critérios de inclusão eexclusão A inclusão dos pacientes ao projeto será através de procura espontânea dos mesmos e estará condicionada ao preenchimento dos quesitos que atendam ao perfil do público-alvo do projeto. São quesitos necessários: indivíduo adulto ou idoso, classificado como sobrepeso ou obeso, segundo parâmetros nutricionais, e estar informado e de acordo com os objetivos e atividades propostas pelo programa. Para a captação de voluntários, o projeto será divulgado por meio de propagandas físicas (cartazes, folders) e virtuais (redes sociais) em dois projetos desenvolvidos no Departamento de Educação Física da UFVJM. O UFVJM Ativa é um projeto voltado para a comunidade da UFVJM, com na população de Diamantina-MG . A partir do público destes projetos, serão selecionados 50 participantes adultos ou idosos, utilizando a classificação para adultos segundo o IBGE - > 20 anos de idade (adultos) e > 60 (idosos), e com IMC >25 kg/m2 e IMC>28Kg/m2 para idosos. Como a açâo prevê um universo de 50 participantes, após preenchidas de todas essas vagas, o excedente de interessados será encaminhado ao atendimento nutricional de rotina da Clínica Escola de Nutrição. Critérios de inclusão Estarão aptos a serem incluídos no projeto: adultos ou idosos, sem distinção de sexo, diagnosticados como sobrepesos ou obesos (IMC >25 kg/m2 ou e IMC>28kg/m2 para idosos), e que se disponham a assinar o termo de consentimento livre e esclarecido. Para dar início ao projeto, não será necessariamente preciso que todos os voluntários ingressem no mesmo período, podendo haver um espaço de algumas semanas entre a inclusão do primeiro ao último voluntário Avaliação Nutricional Será feita uma avaliação nutricional para selecionar os indivíduos com sobrepeso, ou obesidade associada aos fatores de risco de doenças cardiovasculares e outras comorbidades como hipertensão, diabetes mellitus e dislipidemias. Para diagnóstico nutricional serão avaliados os seguintes critérios (ALVAREZ; ZANELLA, 2009). • IMC > 25kg/m2 ou > 28kg/m2; • Pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmHg, pressão arterial diastólica maior ou igual a 90 mmHg ou em uso de medicação anti-hipertensiva, • Glicemia de jejum igual ou maior que 99 mg/dL, • Colesterol total maior que 190 mg/dL com colesterol LDL maior que 100 mg/dL e colesterol HDL menor que 45 mg/dL, • Circunferência da cintura igual ou maior que 80 cm em mulheres e 94 cmem homens, • Percentual de gordura corporal acima da média para idade, Os indivíduos selecionados para o programa deverão atender o primeiro requisito junto a qualquer outro supracitado. Definida a população beneficente, a avaliação nutricional continuará em andamento para ser registrado e avaliado quali e quantitativamente o consumo alimentar por meio de questionário recordatório de 24 horas e de frequência alimentar (YOKOO, et.al., 2008). O acompanhamento nutricional da população obesogênica será feito no período de um ano, na clínica de nutrição da UFVJM sob a supervisão e acompanhamento da Nutricionista responsável. Atendimento dietoterápico individualizado Será implementado um plano dietoterápico direcionado a cada individuo considerando suas necessidades nutricionais, comorbidades, condição socioeconômica e preferências alimentares. As avaliações serão realizadas pela bolsista e outros alunos do curso de Nutrição da Universidade que estarão capacitados e treinados á avaliarem, elaborarem e prescreverem dietas para perda de peso, sendo esses orientados pela coordenadora do projeto e pela nutricionista da Clínica. Portanto, antes de dar início ao plano dietoterápico, todas estagiárias do curso de nutrição farão um curso para uso software paracálculo de plano alimentar; padronização para tomada de medidas antropométricas e inquéritos alimentares, com a nutricionista responsável pela clínica. Esse atendimento ocorrerá no momento da adesão ao programa, primeiro retorno com 15 dias e a partir desse momento serão realizadas consultas mensais. Para realizar a prescrição dietética respeitando as condições socioeconômicas de cada individuo, será aplicado um questionário socioeconômico. O valor calórico da dieta prescrita não poderá ser inferior à taxa de metabolismo individual e seguirão os padrões descritos pelas diretrizes de um plano alimentar com restrição energética moderada; com a distribuição de macronutrientes de 55 a 60% de carboidratos, dos quais será permitido até 20% dos carboidratos de absorção simples; 15 a 20% de proteínas e 20 a 25% de lipídeos, com a restrição 7% de gorduras saturadas, e distribuição em torno de 10% para gorduras poliinsaturadas e 13% para monoinsaturadas. Em relação aos micronutrientes a dieta atingirá 20 a 30 gramas de fibra alimentar, e não deverá ultrapassar 300 miligramas de colesterol. As vitaminas e minerais deverão estar adequadas á recomendação nutricional. A prescrição ou recomendação de líquidos estará em torno de 1500 mililitros para cada 1500 Kcal da dieta. Esses nutrientes na forma de alimento serão distribuídos em seis refeições diárias. Os planos alimentares calculados segundo preceitos descritos acima, pelas acadêmicas de nutrição participantes do projeto, passarão ainda pela supervisão da coordenadora do projeto ou pelas outras duas nutricionistas colaboradoras. Formação de grupos de estudo Serão formados grupos de estudo para identificar os principais fatores que interferem nas escolhas alimentares e na aderência ào plano alimentar. Através de pesquisas e discussões a equipe do programa definirá quais serão os principais temas a serem abordados no programa educativo, com base nos mais relatados e diagnosticados. Com base nos temas os programas educativos serão elaborados. Programas de Educação Nutricional Nos encontros, serão aplicados os seguintes recursos pedagógicos - nutricionais: roda dos alimentos, interpretação de rótulos, refeição fora de casa e abordagem sobre influência da mídia na alimentação, sendo elaborado de forma bem descontraída para promover interesse e frequência dos participantes. Em seguida serão ministradas palestras de alimentação saudável,com conceitos de alimentação e nutrição, conscientizando a importância da aderência de um novo estilo de vida para promoção e recuperação da saúde visando prevenir doenças cardiovasculares e reduzir as comorbidades, sendo no final aplicadas dinâmicas como meio de avaliar o aprendizado e promover interação social. Outros encontros serão periodicamente promovidos como vigilantes do peso que reúna grupos motivacionais e promova a complacência dos pacientes para com o plano alimentar, sendo neles abordados as dificuldades encontradas pelos participantes em seguir o plano alimentar e modificar a alimentação, levantando soluções e melhor forma de adaptação. Sendo ainda criado rodas de discussão e reflexão com temas escolhidos pelos participantes, e o momento oportuno para conto dos sucessos e recaídas com finalidade de estímulo e motivação. Dentro das programações se planeja também promover receitas culinárias saudáveis, nutritivas e viáveis economicamente, no , em que eles levarão o esquema alimentar para se orientar das porções a consumir. Esse evento irá propor aos participantes no qual eles irão colocar em prática tudo aquilo que estão aprendendo na açâo , além de ser um critério avaliativo do autocontrole. Perto das refeições estarão espalhados avisoscomo “cuidado com sua porção”, “mastigue bem os alimentos”, entre outros. O projeto contemplará, através da bolsa Pibex, todo material de consumo demandado pelo programa dessas atividades, pastas, descartáveis, papeis etc Programa de exercícios físicos • Local: o programa de exercícios físicos será realizado em uma pista de atletismo e academia localizada no Departamento de Educação Física da UFVJM (Diamantina-MG). • Período: os exercícios serão realizados três vezes por semana no período da tarde e terá duração de 60 minutos diários. • Divisão dos grupos: os participantes do programa serão divididos em grupos de no máximo 20 pessoas por hora para melhor acompanhamento dos exercícios. • Exercícios: serão realizados exercícios de alongamento, seguido de um prévio aquecimento e caminhada ou corrida conforme condicionamento físico. Ao final, serão realizados exercícios de volta a calma e relaxamento. • Monitorização do exercício: Durante a prática do exercício teremos dez alunos do curso de Educação Física que farão o acompanhamento de dois participantes simultaneamente através de uma planilha individualizada, contendo a duração e intensidade calculada a partir dos resultados obtidos no teste de capacidade física aeróbia. O monitoramento da intensidade do exercício será realizado através do controle da frequência cardíaca, sendo disponibilizado a cada participante um cardiofrequencimetro para o acompanhamento. A elaboração da planilha de treino será realizada semanalmente de acordo com a evolução do participante. Avaliação da eficácia do programa Depois de conscientizar, orientar educar e monitorar os participantes o programaeducativo será avaliado, sendo questionado o impacto positivo na modificação do estado nutricional e hábitos alimentares dos beneficiários. Será feita nova avaliação nutricional, incluindo: IMC, circunferência da cintura, percentual de gordura corporal, pressão arterial e exames bioquímicos de colesterol total e frações, triglicérides e glicemia de jejum antes e ao término do programa para comparar o impacto do programa na recuperação do estado nutricional e na saúde como um todo, e ainda a avaliação qualitativa do consumo alimentar através de inquéritos dietéticos para inferir sobre a modificação dos hábitos alimentares. Análises estatísticas As variáveis quantitativas serão expressas em médias, medianas, desvios-padrões, mínimos e máximos. As médias das variáveis bioquímicas serão comparadas pelo teste Wilcoxon. As correlações entre as variáveis bioquímicas, clínicas e o tempo de acompanhamento nutricional serão avaliadas pelo coeficiente de correlação de Pearson. Para as análises estatísticas, será adotado como nível de significância p < 0,05 e será utilizado o software Statistica versão 6.0.


Referências Bibliográficas

Referências Bilbiográficas ABEGUNDE, D. O. et al. The burden and costs of chronic diseases in lowincome and middle-income countries. The Lancet, v. 370, n. 9603, p. 1929- 1938, 2007. BLACKBURN, G. et al. Overweight and obesity: an overview of prevalence, clinical impact, and economic impact. Medical Clinics of North America, v. 89, n. 2, p. 313-332, 2005. BOOG, M. C. F. Educação nutricional: passado, presente e futuro. Revista de Nutrição, Campinas, v. 12, n. 1, p. 5-19, 1999. BRASIL. Ministério da Saúde. Vigitel Brasil 2023: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. COLDITZ, G. A. et al. Weight as a risk factor for clinical diabetes in women. American Journal of Epidemiology, v. 132, n. 3, p. 501-513, 1990. KANNEL, W. B. et al. Obesity and risk of cardiovascular disease. American Journal of Clinical Nutrition, v. 76, n. 4, p. 887S-894S, 2002. KOPELMAN, P. Obesity as a medical problem. Nature, v. 404, p. 635-643, 2000. MÁCHOVÁ, L. et al. Obesity as a risk factor for cardiovascular diseases. European Journal of Epidemiology, v. 22, n. 2, p. 85-92, 2007. MANSON, J. E. et al. Body weight and mortality among women. New England Journal of Medicine, v. 322, p. 882-889, 1990. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Obesity and overweight. Geneva: World Health Organization, 2022. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/obesity-and-overweight. Acesso em: 29 set. 2025. POLESEL, J. et al. Body mass index and cancer risk in a cohort of Italian adults. International Journal of Cancer, v. 123, p. 1232-1237, 2009. SANTOS, M. Obesidade e estigma: uma análise das implicações psicossociais. São Paulo: Cortez, 2005. SASAI, H. et al. Obesity and risk of type 2 diabetes mellitus in Japanese men. Diabetes Research and Clinical Practice, v. 89, n. 3, p. 327-332, 2010. SCHIERE, A. et al. Cost of obesity in Brazil: public and private perspective. Revista de Saúde Pública, v. 40, n. 4, p. 1-8, 2006. SIEGEL, R. et al. Cancer statistics, 2010. CA: A Cancer Journal for Clinicians, v. 60, n. 5, p. 277-300, 2010.


Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

O projeto estabelece um diálogo contínuo entre estudantes, professores e a população beneficiária, permitindo que a universidade compreenda as necessidades reais da comunidade e adapte suas ações de acordo com essas demandas. As atividades em grupo — como rodas de conversa, programas de educação nutricional, encontros motivacionais e campanhas de saúde — favorecem a participação ativa dos beneficiários, tornando-os coautores do processo de aprendizagem e mudança de hábitos. Essa abordagem vai além da simples transmissão de conhecimento, pois promove escuta, reflexão e troca de experiências entre acadêmicos e sociedade, fortalecendo vínculos e construindo soluções mais contextualizadas e efetivas. Ao mesmo tempo, os estudantes desenvolvem competências de comunicação, empatia e mediação,aprendendo a ouvir, compreender e responder às demandas sociais de forma ética e colaborativa. Essa interação dialógica contribui para a formação cidadã dos estudantes, sensibilizando-os para a responsabilidade social da universidade e estimulando práticas de extensão que promovam saúde, qualidade de vida e bem-estar na comunidade


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

No programa, a interdisciplinaridade é evidenciada pela união de Nutrição, Educação Física, combinando saberes e metodologias para promover mudanças no estilo de vida, alimentação e saúde dos participantes. Essa integração permite abordar o sobrepeso e a obesidade de forma ampla: não apenas controlando a alimentação, mas também incentivando a prática de exercícios físicos, mudanças comportamentais e melhora da autoestima. Interprofissionalidade Diz respeito à colaboração efetiva entre profissionais de diferentes áreas, trabalhando juntos com objetivos comuns e respeitando as competências de cada um. No projeto, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos atuam de forma coordenada: Nutricionistas: avaliação nutricional, prescrição dietoterápica, acompanhamento dos hábitos alimentares. Educadores físicos: avaliação do condicionamento físico, prescrição e monitoramento de exercícios individualizados. Essa atuação integrada garante que o cuidado com o participante seja completo, seguro e mais eficaz, abordando fatores físicos e nutricionais s de maneira simultânea.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

1. Ensino O projeto envolve diretamente estudantes de Nutrição e Educação Física em todas as etapas: seleção de participantes, avaliação nutricional, prescrição dietoterápica, acompanhamento físico, participação em oficinas, grupos de estudo e eventos educativos. Essa prática integra a teoria aprendida em sala de aula à vivência prática, permitindo aos alunos desenvolver competências técnicas, socioemocionais e de comunicação, fundamentais para a formação profissional. 2. Pesquisa Ao acompanhar indicadores antropométricos, bioquímicos, hábitos alimentares e respostas à intervenção, o projeto gera dados científicos que permitem analisar a eficácia das estratégias nutricionais, físicas e educativas. A pesquisa possibilita que os estudantes compreendam métodos de avaliação, coleta e análise de dados, interpretação estatística e produção de conhecimento aplicável à saúde pública e clínica. 3. Extensão O projeto atua diretamente na comunidade de Diamantina-MG, oferecendo benefícios concretos à população, como reeducação alimentar, acompanhamento nutricional e atividades físicas Ao envolver a comunidade e transformar práticas de saúde e hábitos de vida, promove a interação universidade-sociedade, fortalecendo o papel social da universidade e o protagonismo da população na promoção de sua própria saúde. Integração entre os três pilares A atuação simultânea de ensino, pesquisa e extensão permite que os estudantes aprendam fazendo, gerem conhecimento científico e promovam transformação social real. Esse modelo garante que a ação não apenas forme profissionais qualificados, mas também beneficie a comunidade e contribua para políticas de saúde e prevenção de doenças crônicas.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

O impacto deste programa na formação dos estudantes de Nutrição e Educação Física é significativo e multifacetado, pois oferece experiências práticas que complementam a formação teórica e promovem competências essenciais para o exercício profissional. De forma detalhada, podemos destacar: 1. Desenvolvimento de competências técnicas Nutrição: os estudantes aprendem a realizar avaliação nutricional completa, prescrição dietoterápica individualizada, monitoramento de parâmetros antropométricos e bioquímicos, além de aplicar ferramentas de inquéritos alimentares e planejamento de dietas adequadas às necessidades dos pacientes. Educação Física: os alunos desenvolvem habilidades em avaliação do condicionamento físico, prescrição de exercícios individualizados, monitoramento da frequência cardíaca, adaptação de programas físicos a comorbidades e acompanhamento seguro das atividades. 2. Experiência prática em atendimento multiprofissional Os estudantes participam de grupos de estudo, planejamento de programas educativos e execução de intervenções coletivas e individuais, promovendo integração entre Nutrição e Educação Física. Vivenciam o trabalho em equipe multidisciplinar, essencial para a abordagem clínica e preventiva de doenças crônicas não transmissíveis. 3. Desenvolvimento de competências socioemocionais Aprendem a lidar com motivação, adesão ao tratamento e aspectos psicossociais dos pacientes, aprimorando comunicação, empatia e habilidades de escuta ativa. Envolvimento em rodas de conversa,dinâmicas e acompanhamento de pacientes permite desenvolver capacidade de liderança, mediação de grupos e resolução de conflitos. 4. Formação em pesquisa e análise de resultados Os estudantes participam da coleta de dados, acompanhamento longitudinal e análise estatística dos resultados nutricionais, clínicos e comportamentais. Essa prática promove compreensão crítica sobre eficácia de intervenções em saúde, metodologias científicas e produção de evidências aplicáveis na prática profissional. 5. Preparação para atuação comunitária Ao participar de campanhas educativas, oficinas culinárias e eventos físicos, os alunos desenvolvem competências para promoção da saúde em nível comunitário, tornando-se aptos a atuar em projetos de prevenção de doenças e incentivo a hábitos saudáveis na população.


Impacto e Transformação Social

1. Melhoria da saúde da população Ao oferecer reeducação alimentar, acompanhamento nutricional, atividades físicas e suporte psicológico, o projeto contribui para reduzir sobrepeso, obesidade e fatores de risco associados a doenças crônicas (hipertensão, diabetes, dislipidemias). A prevenção e o controle dessas doenças diminuem complicações de saúde e a dependência do sistema público de saúde, refletindo em qualidade de vida e longevidade maiores. 2. Mudança de hábitos e cultura alimentar Incentiva a população a adotar hábitos alimentares mais saudáveis, preparar refeições equilibradas e compreender a importância da alimentação e do exercício físico. Através de oficinas, dinâmicas de grupo e campanhas, promove educação em saúde de forma participativa, contribuindo para a conscientização coletiva. 3. Inclusão social e empoderamento comunitário O projeto envolve os participantes como agentes ativos de transformação, permitindo que planejem e promovam campanhas educativas, fortalecendo protagonismo e senso de responsabilidade social. Essa abordagem reduz desigualdades de acesso a informação e serviços de saúde, fortalecendo a cidadania e a autonomia da população. 4. Transformação educativa e mobilização da comunidade Ao integrar estudantes universitários e a comunidade, o projeto conecta teoria e prática, formando profissionais mais preparados e sensíveis às demandas sociais. Estimula a mobilização comunitária em torno da alimentação saudável e da prevenção de doenças, gerando um efeito multiplicador na promoção de saúde. 5. Impacto a longo prazo Mudanças de hábitos alimentares e estilo de vida saudáveis podem se perpetuar, influenciando famílias e grupos sociais, reduzindo taxas de obesidade e comorbidades em futuras gerações. Gera dados e experiências que podem subsidiar políticas públicas de saúde, fortalecendo programas de prevenção e educação nutricional em nível local e regional.Para a captação de voluntários, o projeto será divulgado por meio de propagandas físicas (cartazes, folders) e virtuais (redes sociais) em dois projetos desenvolvidos no Departamento de Educação Física da e Nutrição da UFVJM. O UFVJM Ativa é um projeto voltado para a comunidade da UFVJM, com foco em servidores administrativos e terceirizados ativos previamente. A Academia Escola oferece atividades físicas para servidores administrativos terceirizados e comunidade Diamantinense, porém, em grupos com fatores de risco estabelecidos (obesos, sedentários, portadores de doenças crônicas não transmissíveis. A partir do público destes projetos, serão selecionados 50 participantes adultos ou idosos, utilizando a classificação para adultos segundo o IBGE - > 20 anos de idade (adultos) e > 60 (idosos), e com IMC >25 kg/m2. Como a programa prevê um universo de 50 participantes, após preenchidas de todas essas vagas, o excedente de interessados será encaminhado ao atendimento nutricional de rotina da Clínica Escola de Nutrição


Divulgação

Os interessados poderão também se dirigir pessoalmente à Clínica Escola de Nutrição no período letivo no horário de 08 ás 12 e das 14 às 17h para fazerem suas inscrições.


Informações Complementares

Telefone da Clínica Escola: 3532-1206 de 08 às 11:00 e das 14:00 às 17:00h


Público-alvo

Descrição

adultos e idosos que estejam com excesso de peso e praticantes de exercícios físicos

Municípios Atendidos

Município

Diamantina - MG

Município

Gouveia - MG

Parcerias

Participação da Instituição Parceira

Atuar na seleção do perfil dos pacientes que buscam atendimento na Clínica Escola de Nutrição que se encaixem no perfil deste projeto encaminhado

Participação da Instituição Parceira

Grupo de corredores da cidade de Diamantina que buscam o bem estar. Aqueles que estão acima do peso e tem problemas de saúde e pretendem melhorar seja por estética ou questão de saúde demonstraram interesse em participar do programa

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 218 h

Carga Horária 4 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Divulgação por meio de redes sociais

Carga Horária 4 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Estagiários serão treinados pela coordenadora e vice do programa na Clínica Escola de Nutrição

Carga Horária 30 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Elaboração de folders, e-books de receitas saudáveis, orientações nutricionais para doenças específicas

Carga Horária 100 h
Periodicidade Quinzenalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Atendimento nutricional aos pacientes selecionados para participar no projeto, retorno de consultas, monitoração dos resultados

Carga Horária 30 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Tabulação dos dados e análises estatísticas

Carga Horária 30 h
Periodicidade Quinzenalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Elaboração de TCC, publicação de resumo em anais de eventos de extensão

Carga Horária 20 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Preparo do relatório final para publicar no SIEXC UFVJM