Detalhes da ação

Estágio Supervisionado e Extensão: ações educativas em Matemática na comunidade escolar

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202203001292

Tipo da Ação

Curso/Oficina

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

26/10/2026

Data Fim

17/12/2026


Programa Vínculado

202104000313 - ABRACE: Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

eduardo gomes fernandes

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Ciências Exatas e da Terra

Área Temática Principal

Educação

Área Temática Secundária

Educação

Linha de Extensão

Formação Docente

Abrangência

Regional

Gera Propriedade Intelectual

Não

Vínculada a Programa de Extensão

Sim

Envolve Recursos Financeiros

Não

Ação ocorrerá

Fora do campus

Período das Atividades

Integral

Atividades nos Fins de Semana

Não

Membros

Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 45 h
Resumo

A ação extensionista será desenvolvida no âmbito do componente curricular de Estágio Supervisionado da Licenciatura em Matemática, articulando formação docente, ensino e extensão. A partir das experiências de observação, coparticipação e regência nas escolas campo de estágio, os estudantes identificarão demandas, necessidades ou potencialidades da comunidade escolar e, com base nelas, elaborarão, executarão e avaliarão Planos de Ação Extensionista. As ações poderão assumir diferentes formatos, c


Palavras-chave

Estágio Supervisionado, Extensão, Plano de Ação


Introdução

A articulação entre o Estágio Supervisionado e a Extensão Universitária constitui uma possibilidade de integração entre formação acadêmica, prática pedagógica e compromisso social. Nessa perspectiva, o estágio é compreendido não apenas como espaço de observação e exercício da docência, mas também como momento privilegiado para conhecer a realidade da escola, estabelecer diálogo com a comunidade escolar e identificar demandas, necessidades e potencialidades que possam orientar ações formativas e extensionistas. A proposta parte do percurso desenvolvido no Estágio Supervisionado, envolvendo momentos de observação, coparticipação e regência, a partir dos quais o(a) licenciando(a), em diálogo com professores, estudantes e demais sujeitos da comunidade escolar, poderá reconhecer situações que demandem ações educativas específicas. A partir dessa leitura da realidade, será elaborado um Plano de Ação Extensionista, construído de forma articulada com a escola e adequado às suas características, necessidades e possibilidades. A ação extensionista será desenvolvida de maneira participativa e dialógica, envolvendo planejamento, preparação, execução, avaliação e sistematização da experiência. Dessa forma, busca-se estabelecer um fluxo formativo no qual os conhecimentos construídos na universidade dialoguem com os saberes e experiências presentes na escola, possibilitando a construção compartilhada de estratégias e ações que contribuam tanto para a formação dos estudantes de graduação quanto para a comunidade escolar. A proposta compreende, portanto, o Estágio Supervisionado e a Extensão Universitária como dimensões complementares da formação docente, articuladas por meio de uma experiência concreta de aproximação entre universidade e escola. O percurso culmina na elaboração de relatório de execução e reflexão e na socialização dos resultados, favorecendo a sistematização dos conhecimentos produzidos e a reflexão sobre a prática pedagógica e extensionista.


Justificativa

A formação inicial de professores requer experiências que possibilitem ao licenciando compreender a escola em sua complexidade, articulando conhecimentos teóricos, experiências pedagógicas e situações concretas vivenciadas no cotidiano da Educação Básica. Nesse sentido, o Estágio Supervisionado constitui espaço fundamental para a aproximação com a realidade escolar, permitindo observar práticas educativas, participar de diferentes atividades e experimentar o exercício da docência por meio da regência. Entretanto, a inserção no campo de estágio também pode possibilitar a identificação de demandas, necessidades e potencialidades que ultrapassam a realização das atividades regulares de observação, coparticipação e regência. Quando essas situações são reconhecidas em diálogo com a comunidade escolar e transformadas em propostas de ação, cria-se a possibilidade de estabelecer uma relação mais efetiva entre a formação acadêmica e as necessidades concretas da escola. A articulação com a Extensão Universitária amplia essa perspectiva ao possibilitar que a universidade atue em diálogo com a comunidade, não apenas levando conhecimentos acadêmicos para o espaço escolar, mas reconhecendo os sujeitos da escola como participantes da construção do conhecimento. Assim, a ação extensionista constitui-se como espaço de troca de saberes, de formação e de intervenção educativa, respeitando as características e demandas identificadas no contexto em que será desenvolvida. A proposta justifica-se, portanto, pela necessidade de fortalecer a integração entre formação docente, realidade escolar e compromisso social, criando condições para que o estudante de licenciatura desenvolva uma postura investigativa, reflexiva e propositiva diante das situações encontradas no estágio. Ao mesmo tempo, busca-se possibilitar que a comunidade escolar participe da definição, execução e avaliação da ação, contribuindo para que a atividade extensionista seja construída a partir de uma demanda ou potencialidade efetivamente identificada no território escolar. Desse modo, a articulação entre Estágio Supervisionado e Extensão contribui para superar uma compreensão fragmentada dessas dimensões formativas, estabelecendo um percurso no qual a observação da realidade pode gerar uma ação planejada com a comunidade, seguida de avaliação, reflexão e sistematização. A experiência poderá produzir aprendizagens para os licenciandos, contribuições para a comunidade escolar e conhecimentos que possam ser compartilhados e retomados em futuras ações de ensino, pesquisa e extensão. A ação encontra respaldo na política institucional de curricularização da extensão da UFVJM, regulamentada pela Resolução CONSEPE nº 2, de 18 de janeiro de 2021, que regulamenta a curricularização das atividades de extensão nos cursos de graduação da Universidade.


Objetivos

Objetivo geral Promover a articulação entre formação docente, ensino e extensão por meio do desenvolvimento de ações extensionistas em Matemática junto à comunidade escolar da Educação Básica, a partir da identificação de demandas, necessidades ou potencialidades observadas no contexto do Estágio Supervisionado. Objetivos específicos Identificar demandas, necessidades ou potencialidades da comunidade escolar a partir das experiências de observação, coparticipação e regência realizadas no Estágio Supervisionado. Planejar ações extensionistas relacionadas à Educação Matemática, considerando as características, necessidades e interesses dos participantes. Desenvolver ações educativas que favoreçam a participação, o diálogo, a investigação, a resolução de problemas e a construção de conhecimentos. Utilizar diferentes metodologias, recursos didáticos e tecnologias como instrumentos para o desenvolvimento das ações extensionistas. Promover a interação dialógica entre os licenciandos e a comunidade escolar, valorizando os conhecimentos, experiências e saberes dos participantes. Avaliar as ações desenvolvidas considerando a participação do público, o alcance dos objetivos e as contribuições percebidas pelos participantes. Sistematizar e socializar as experiências extensionistas desenvolvidas no âmbito do componente curricular.


Metas

Meta 1 Envolver os estudantes matriculados no componente curricular nas diferentes etapas da ação extensionista. Meta 2 Garantir que cada estudante ou grupo elabore pelo menos um Plano de Ação Extensionista fundamentado em uma demanda, necessidade ou potencialidade identificada no campo de estágio. Meta 3 Realizar pelo menos uma ação extensionista efetivamente executada junto à comunidade escolar por estudante ou grupo. Meta 4 Promover a participação da comunidade escolar nas ações desenvolvidas. Meta 5 Realizar a avaliação das ações junto ao público participante, utilizando instrumentos adequados às características de cada atividade. Meta 6 Produzir registros das ações realizadas, incluindo, conforme pertinente, fotografias, vídeos, materiais produzidos, instrumentos de avaliação, relatos e outros documentos comprobatórios, observados os procedimentos éticos e de autorização aplicáveis. Meta 7 Elaborar relatório de execução e sistematização da experiência extensionista. Meta 8 Socializar as experiências desenvolvidas no âmbito do componente curricular e, quando pertinente, em espaços acadêmicos e institucionais da UFVJM.


Metodologia

A ação será desenvolvida de forma articulada ao componente curricular de Estágio Supervisionado e organizada em etapas integradas de fundamentação, diagnóstico, planejamento, preparação, execução, avaliação e sistematização. 1ª etapa – Fundamentação e orientação: serão desenvolvidos estudos e orientações sobre extensão universitária, interação dialógica, relação universidade-comunidade, Educação Matemática e possibilidades de articulação entre estágio, ensino e extensão. 2ª etapa – Diagnóstico e identificação de demandas: durante as experiências de observação, coparticipação e regência, os licenciandos analisarão o contexto escolar e identificarão situações, demandas, necessidades ou potencialidades que possam constituir objeto de uma ação extensionista. 3ª etapa – Planejamento: a partir do diagnóstico, cada estudante ou grupo elaborará seu Plano de Ação Extensionista, estabelecendo objetivos, público, local, período, metodologia, recursos, estratégias de participação e formas de avaliação. 4ª etapa – Preparação: serão selecionados, produzidos e organizados os recursos necessários à execução das ações, considerando as características do público e os objetivos estabelecidos. 5ª etapa – Execução: as ações serão realizadas junto à comunidade escolar, buscando assegurar a participação dos sujeitos envolvidos, o diálogo e a troca de conhecimentos. Poderão ser desenvolvidas oficinas, intervenções pedagógicas, atividades investigativas, jogos, resolução de problemas, atividades com tecnologias digitais, materiais manipuláveis, História da Matemática, Educação Financeira, práticas inclusivas, projetos interdisciplinares ou outras estratégias pertinentes. 6ª etapa – Avaliação: após a execução, serão analisados o desenvolvimento da ação, a participação dos sujeitos, o alcance dos objetivos, as dificuldades encontradas, as adequações realizadas e as contribuições percebidas pelos participantes. Poderão ser utilizados questionários, formulários, registros de observação, relatos, produções dos participantes ou outros instrumentos adequados. 7ª etapa – Sistematização: os licenciandos elaborarão relatório de execução e reflexão, apresentando a relação entre o planejamento e o desenvolvimento efetivo da ação, os registros, os resultados, a avaliação dos participantes, os desafios encontrados e as aprendizagens decorrentes da experiência. Carga horária extensionista Para os 45h por estudante, proponho manter a seguinte distribuição: Etapa Carga horária Fundamentação e orientação 6 h Diagnóstico e identificação da demanda 5 h Elaboração do Plano de Ação Extensionista 6 h Preparação da ação 8 h Produção/organização de recursos 5 h Execução junto à comunidade 8 h Avaliação 2 h Sistematização e relatório 5 h Total 45 h


Referências Bibliográficas

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP nº 4, de 29 de maio de 2024. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial em Nível Superior de Profissionais do Magistério da Educação Escolar Básica. Brasília, DF: CNE, 2024. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Presidência da República, 1996. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014. Brasília, DF: MEC, 2018. D'AMBROSIO, Ubiratan. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. 5. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013. FREIRE, Paulo. Extensão ou comunicação? 17. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2015. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 55. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017. PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2017. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 17. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014. UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Resolução nº 2, de 18 de janeiro de 2021. Regulamenta a Política de Extensão da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Diamantina: UFVJM, 2021.


Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

A interação dialógica constitui princípio fundamental da ação. A comunidade escolar será considerada sujeito participante do processo extensionista, e não apenas receptora das atividades. As ações serão construídas a partir da observação da realidade escolar e, sempre que possível, do diálogo com estudantes, professores e demais integrantes da comunidade. Durante a execução, serão valorizados os conhecimentos, experiências, opiniões e formas de participação dos sujeitos envolvidos. A avaliação da ação também incorporará a percepção do público participante, possibilitando que suas contribuições orientem futuras intervenções.


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

As ações poderão estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento, conforme as características das demandas identificadas nas escolas. Poderão ser desenvolvidas atividades envolvendo temas sociais, culturais, científicos, tecnológicos, ambientais e econômicos, entre outros. Quando pertinente, as ações poderão envolver professores de diferentes áreas, gestores, profissionais da escola e outros integrantes da comunidade, favorecendo o trabalho colaborativo e a construção interdisciplinar das atividades.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

A proposta articula ensino, pesquisa e extensão ao integrar os conhecimentos desenvolvidos na formação inicial de professores às situações concretas identificadas no campo de estágio. A observação e análise da realidade escolar subsidiam a definição das ações; os conhecimentos acadêmicos fundamentam o planejamento e a intervenção; e os resultados e experiências vivenciados são sistematizados e analisados pelos licenciandos. Dessa forma, a ação extensionista contribui para a formação docente ao transformar a experiência no campo de estágio em oportunidade de investigação da realidade, intervenção educativa e reflexão sobre a prática.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

A participação dos licenciandos nas diferentes etapas da ação possibilitará experiências concretas de diagnóstico, planejamento, elaboração, execução, avaliação e sistematização de ações educativas. Espera-se que a experiência contribua para o desenvolvimento da autonomia, da capacidade de planejamento, da comunicação, da mediação pedagógica, do trabalho colaborativo, da reflexão crítica e da compreensão das relações entre universidade e sociedade. A ação também permitirá aos estudantes compreenderem que a prática docente envolve não apenas o domínio dos conteúdos matemáticos, mas a capacidade de reconhecer contextos, dialogar com diferentes sujeitos, identificar necessidades e construir respostas educativas adequadas às realidades encontradas.


Impacto e Transformação Social

As ações serão desenvolvidas a partir de situações concretas observadas nas comunidades escolares, buscando contribuir para processos educativos significativos e para a ampliação das possibilidades de aprendizagem e participação no ensino de Matemática. O impacto social esperado será compreendido de acordo com as características de cada ação e de seu público, considerando as contribuições efetivamente identificadas pelos participantes e pelos licenciandos. Dessa forma, não se estabelece previamente um único resultado social para todas as ações, uma vez que os efeitos e contribuições poderão variar conforme a escola, o público, a demanda identificada e a natureza da intervenção.


Divulgação

A divulgação da oficina será realizada no âmbito da escola, prioritariamente junto à turma em que a ação de Estágio Supervisionado estiver sendo desenvolvida. Os estagiários serão responsáveis pela apresentação e divulgação da oficina aos alunos, utilizando comunicação presencial em sala de aula e, quando pertinente e autorizado pela escola, recursos digitais, como grupos de comunicação da turma. A divulgação ocorrerá previamente à realização da oficina, com informações sobre a temática, objetivos, data, horário, local e forma de participação. A comunicação buscará utilizar linguagem clara e acessível, valorizando o convite à participação dos alunos e destacando o caráter participativo e formativo da atividade. Quando necessário, a divulgação e a organização da participação serão articuladas previamente com o professor regente e/ou com a equipe pedagógica da escola, considerando a organização da rotina escolar e as orientações da instituição.


Informações Complementares

Articulação com o Plano de Ação Extensionista do estudante A ação registrada no SIEXC constitui a proposta institucional que reúne as atividades extensionistas desenvolvidas no âmbito do componente curricular. A partir dela, cada estudante ou grupo elaborará seu próprio Plano de Ação Extensionista, considerando a realidade, a demanda e as características da escola campo de estágio. O Plano de Ação Extensionista deverá contemplar, no mínimo: contextualização da situação identificada; justificativa; objetivos; público-alvo; local e período; metodologia; recursos; participação da comunidade; cronograma; forma de avaliação. Após a realização da ação, o estudante deverá apresentar o Relatório de Execução e Avaliação, contendo o desenvolvimento efetivo da atividade, os registros, as alterações realizadas, a avaliação dos participantes, os resultados alcançados e a reflexão sobre a experiência. Fluxograma Ação de Estágio e Extensão Da experiência formativa à transformação da realidade escolar 1- Institucionalização SIEXC institucional Registro e vinculação institucional da ação ↓ 2- Experiência no estágio Estágio Supervisionado 3- Inserção e vivência no contexto da Educação Básica ↓ Observação + coparticipação + regência 4- Conhecimento da realidade e participação pedagógica ↓ Identificação de demanda, necessidade ou potencialidade leitura crítica da realidade junto à comunidade escolar ↓ 5- Construção da ação extensionista Plano de Ação Extensionista Definição de objetivos, público, estratégias, recursos e avaliação ↓ 6- Preparação Articulação com a escola, estudantes, equipe e parceiros ↓ Intervenção e retorno à comunidade 7- Execução com a comunidade escolar Ação dialógica, participativa e formativa ↓ 8- Avaliação pelos participantes Percepções, contribuições, resultados e possibilidades de continuidade ↓ 9- Reflexão e sistematização Relatório de Execução e Reflexão Registro da experiência, análise dos resultados e aprendizagem formativa ↓ 10- Socialização / Sistematização Compartilhamento dos conhecimentos e experiências produzidos Ciclo formativo: a realidade observada no estágio gera uma ação extensionista construída com a comunidade, cuja execução e reflexão retornam ao processo de formação e à produção de conhecimento.


Caracterização do Curso ou Oficina

Tipo de Curso/Oficina

Aperfeiçoamento

Carga Horária Total

8

Conteúdo Programático

1. Temática específica da oficina, definida a partir da demanda, necessidade ou potencialidade identificada no contexto do Estágio Supervisionado. 2. Conhecimentos, conceitos e procedimentos relacionados ao tema da oficina. 3. Relação entre os conhecimentos abordados e situações presentes no cotidiano dos participantes. 4. Estratégias de participação, diálogo, experimentação e construção coletiva de conhecimentos. 5. Aplicação prática dos conhecimentos desenvolvidos durante a oficina. 6. Reflexão sobre os conhecimentos e experiências construídos a partir das atividades realizadas.

Atividades Específicas

As atividades serão planejadas e executadas pelos estagiários, considerando a demanda ou potencialidade identificada durante o Estágio Supervisionado e as características do público participante. Serão desenvolvidas: • acolhimento e apresentação da proposta da oficina; • levantamento dos conhecimentos prévios e das experiências dos participantes relacionadas à temática; • apresentação e contextualização dos conteúdos e conhecimentos a serem trabalhados; • desenvolvimento de atividades práticas, participativas e/ou experimentais; • realização de dinâmicas, desafios, situações-problema, produções ou outras atividades relacionadas ao tema da oficina; • momentos de diálogo e troca de experiências entre os participantes; • sistematização dos conhecimentos construídos durante a oficina; • aplicação de instrumento de avaliação da oficina pelos participantes; • registro da execução pelos estagiários, para posterior elaboração do Relatório de Execução e Reflexão.

Estratégias de avaliação da aprendizagem dos cursistas

A avaliação da aprendizagem dos cursistas será realizada de forma processual e formativa, considerando os conhecimentos prévios, a participação nas atividades e as aprendizagens construídas ao longo da oficina. Serão utilizadas estratégias adequadas à natureza da temática e ao perfil dos participantes, tais como: • levantamento dos conhecimentos prévios no início da oficina; • observação da participação, do envolvimento e da interação durante as atividades; • acompanhamento da realização das atividades práticas, desafios, situações-problema ou produções propostas; • análise das manifestações e contribuições dos participantes nos momentos de diálogo e discussão; • realização de atividade final de sistematização dos conhecimentos desenvolvidos; • comparação entre os conhecimentos apresentados no início e ao final da oficina, quando pertinente; • autoavaliação dos participantes sobre suas aprendizagens e experiências. A avaliação terá caráter predominantemente formativo, buscando verificar não apenas a apropriação dos conteúdos, mas também a capacidade dos participantes de relacioná-los às situações e experiências discutidas durante a oficina.

Estratégias para avaliação da realização do curso

A avaliação da oficina será realizada pelos cursistas ao final da atividade, por meio de instrumento de avaliação elaborado pela equipe responsável, podendo ser utilizado questionário impresso ou eletrônico, conforme as características do público participante. Serão avaliados aspectos como: • clareza e organização da proposta; • adequação dos conteúdos ao público participante; • qualidade e pertinência das atividades desenvolvidas; • metodologia utilizada pelos estagiários; • domínio e clareza na abordagem da temática; • participação e interação proporcionadas durante a oficina; • adequação do tempo e dos recursos utilizados; • contribuição da oficina para a aprendizagem dos participantes; • possibilidade de utilização dos conhecimentos construídos em outras situações; • satisfação geral dos participantes; • sugestões para aprimoramento de futuras ações. Também será disponibilizado espaço para que os cursistas apresentem comentários, críticas e sugestões sobre a experiência. Os resultados serão analisados pelos estagiários e pela equipe responsável e utilizados como subsídio para a elaboração do Relatório de Execução e Reflexão, bem como para o aperfeiçoamento de futuras ações de Estágio e Extensão.

Público-alvo

Descrição

Estudantes da Educação Básica das escolas campo de estágio da Licenciatura em Matemática, podendo envolver professores, gestores e demais integrantes da comunidade escolar, conforme as características e necessidades de cada ação.

Municípios Atendidos

Município

Minas Novas - MG

Município

Buritis - MG

Município

Taiobeiras - MG

Município

Jaíba - MG

Município

Monte Azul - MG

Município

Pedra Azul - MG

Município

Padre Paraíso - MG

Município

Itamarandiba - MG

Município

Capelinha - MG

Município

Brasília de Minas - MG

Parcerias

Participação da Instituição Parceira

Para a realização das atividades, a Escola disponibilizará, conforme sua organização e disponibilidade, espaço físico e condições necessárias ao desenvolvimento das ações, bem como autorizará a articulação dos estagiários com os professores e estudantes envolvidos, observadas as normas e orientações da instituição escolar

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 45 h

Carga Horária 6 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Noite;
Descrição da Atividade

Estudos e orientações sobre extensão, interação dialógica e planejamento das ações.

Carga Horária 5 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Observação e identificação de demandas, necessidades ou potencialidades, realizadas durante o período de observação, coparticipação e regência.

Carga Horária 6 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Planejamento das ações pelos estudantes ou grupos.

Carga Horária 8 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Produção e organização de materiais, recursos e estratégias.

Carga Horária 8 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Desenvolvimento das ações junto à comunidade escolar

Carga Horária 5 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Elaboração dos materiais da oficina.

Carga Horária 2 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Avaliação pelos participantes e pelos licenciandos.

Carga Horária 5 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Elaboração dos relatórios e organização dos registros. Socialização e Compartilhamento das experiências desenvolvidas.