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CONSCIENTIZAÇÃO DE CRIANÇAS DOS ENSINOS FUNDAMENTAL I E II SOBRE ZOONOSES, HIGIENE E POSSE RESPONSÁVEL DE ANIMAIS DOMÉSTICOS
Sobre a Ação
202203001370
032022 - Ações
Projeto
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
01/08/2025
31/07/2026
202104000175 - UFVJM na prevenção de doenças transmissíveis por cães e gatos em Unaí/MG
Dados do Coordenador
luana de sousa ribeiro
Caracterização da Ação
Ciências Agrárias
Saúde
Educação
Saúde Humana
Local
Não
Sim
Não
Fora do campus
Manhã
Sim
Membros
O Brasil investe pouco em saúde pública, com grande parte dos recursos voltada à compra de medicamentos. A medicina preventiva surge como alternativa eficaz e menos onerosa, com destaque para a educação em saúde. Esta proposta visa conscientizar alunos do ensino fundamental sobre zoonoses, higiene e posse responsável de animais, por meio de ações educativas em escolas públicas de Unaí, formando multiplicadores de informação em prol da saúde pública.
Saúde pública, escolas, educação, profilaxia.
A promoção e proteção da saúde vão além do âmbito de qualidade de vida. Essa promove o desenvolvimento econômico e social sustentável, por conseguinte a paz e a segurança global1. No Brasil é gasto com saúde 9% do PIB, valor equivalente ao de países desenvolvidos. No entanto, a maior parcela é referente ao setor privado2. Ressalta-se que entre os países com sistema público de saúde o Brasil é o que menos aplica capital no setor3. E que o gasto com medicamento aumenta em uma proporção maior aos investimentos do governo4. A organização mundial da saúde estima que 20-40% dos custos com despesas em saúde são desperdiçadas devido à ineficiência. Entre as causas citadas por esse órgão, como responsáveis pela utilização inadequada dos recursos, pode-se resumir em cinco grupos gerais: recursos humanos para a saúde; medicamentos; hospitais; as perdas devido corrupção e desperdício, e a conjugação de intervenções1. Assim, os desperdícios são em sua maioria voltados para a saúde curativa. Deve-se lembrar que a economia da saúde tem duas vertentes principais: a saúde curativa e a preventiva. Essa última tem uma abrangência maior na população e com custos menos onerosos com relação à primeira. Além disso, têm por objetivo evitar a ocorrência de doenças, consequentemente diminuir os gastos com tratamentos5. A partir dessa é constituída a saúde pública que possibilita, por meio de medidas preventivas executadas com esforços da sociedade, a longevidade da população com higidez6. As ações aplicadas abordam temas como controle e prevenção de zoonoses, posse responsável dos animais, saneamento básico, entre outros7. O conceito de saúde única vem somar a esse contexto, por promover uma abordagem integralizada que reconhece a interconectividade entre a saúde humana, animal e do meio ambiente8. Com isso, diversos profissionais trabalham em conjunto em prol da saúde da população, dentre eles incluem os veterinários. A medicina veterinária possui em sua formação os três requisitos de base da saúde única. Visto isso, o médico veterinário do coletivo é responsável por monitorar, prevenir e controlar zoonoses, que representam 60% das doenças humanas e 75% das novas doenças infecciosas emergentes8. Esse impacto na saúde pública é agravado quando se leva em consideração que as zoonoses podem ser transmitidas por meio de alimentos. O controle passa a depender da implementação da educação em saúde para a população, com medidas de higiene e de cuidados com a alimentação9. Portanto, os médicos veterinários têm atuado, principalmente, na área de vigilância epidemiológica e sanitária em companhia de outros profissionais da saúde10. Desta forma, este trabalho busca integrar alunos de graduação em Medicina Veterinária a cidadãos mirins em formação. O pilar da saúde pública compõe o direito humano da alimentação adequada11 e da segurança alimentar e nutricional2, sem desrespeitar a identidade sociocultural da comunidade11,12. Desta forma, para que se tenha um alimento adequado, surgem ações de higiene que proporcionam o controle da qualidade alimentar, para se ter a promoção e prevenção da saúde13. Uma ferramenta utilizada nesse processo é a educação em saúde, que promove experiências sociais para divulgar conhecimentos e influenciar as atitudes de indivíduos e comunidades, o que leva ao incentivo da saúde14. Essa deve ser aplicada com base em práticas sistemáticas e participativas nas escolas para crianças e adolescentes, a fim de promover a conscientização da necessidade de mudanças de hábitos e disseminação de conhecimentos15. As crianças são um público frágil e susceptível a problemas de saúde, quando tratamos de doenças associadas ao asseio no ambiente em que vivem13. Os hábitos do público infantil envolvem lazer em locais com terra, gramado e areia, que podem estar contaminados por parasitos zoonóticos (ex.: Toxocara spp. e Ancylostoma spp.) de cães e gatos16. A falta de higiene pessoal e alimentar contribuem para a vulnerabilidade desse grupo social, o que favorece a disseminação de algumas zoonoses17. Assim se traz um olhar atento a este público. O que demonstra a importância da educação alimentar e nutricional ser trabalhada nas escolas de forma a garantir a alimentação saudável em todas as suas vertentes, incluindo a higiene dos alimentos que as crianças têm acesso13. O presente projeto de extensão terá por objetivo realizar a educação em saúde em escolas de Goiânia. Os temas abordados serão relacionados à transmissão de zoonoses, com enfoque nas boas práticas relacionadas à criação de animais de companhia e as doenças que podem ser adquiridas, principalmente, por maus hábitos de higiene pessoal e alimentar.
O município de Unaí, em Minas Gerais, apresenta uma demanda crescente por ações voltadas à promoção da saúde pública e ao bem-estar animal, evidenciada por solicitações da Prefeitura Municipal. A presença de um grande número de animais em situação de rua, incluindo cães, gatos e animais de grande porte, gera riscos à população, tanto por acidentes quanto pela possibilidade de transmissão de zoonoses. Esse cenário reforça a necessidade de medidas preventivas e educativas que envolvam a conscientização da população, principalmente das crianças, grupo mais vulnerável a essas enfermidades. As escolas municipais oferecem um espaço estratégico para o desenvolvimento de atividades educativas que abordem temas como zoonoses, boas práticas de higiene e posse responsável de animais. A atuação junto a alunos dos ensinos fundamental I e II, utilizando ferramentas didáticas e linguagem acessível, favorece a formação de multiplicadores de informação, com potencial de impacto positivo nas famílias e na comunidade. Neste contexto, a UFVJM, Campus Unaí, reafirma seu compromisso social ao atuar em parceria com a Prefeitura Municipal de Unaí. O projeto fortalece o vínculo entre universidade e comunidade, promovendo saúde pública, cidadania e bem-estar animal, ao mesmo tempo em que proporciona aos estudantes universitários experiências extensionistas enriquecedoras e alinhadas à sua formação profissional e ao desenvolvimento regional.
Objetivo geral Conscientizar alunos do ensino fundamental I e II quanto à importância das zoonoses, boas práticas de higiene e posse responsável de animais para a saúde pública. Objetivos específicos Aos alunos dos ensinos fundamental I e II pretende-se, com o auxílio de ferramentas didáticas: a) Explicar a importância das zoonoses; b) Demonstrar as boas práticas de higiene; c) Instruir sobre a posse responsável de pequenos animais; d) Integrar a comunidade universitária com cidadãos mirins em formação.
As metas foram estabelecidas de acordo com os objetivos propostos, a ser realizado em escolas da rede pública de ensino fundamental I (1° ao 5° ano) e II (6° ao 9° ano), no município de Unaí do estado de Minas Gerais. A descrição pormenorizada pode ser apreciada abaixo: - Explicar a importância das zoonoses em 07 escolas - Demonstrar as boas práticas de higiene em 07 escolas - Instruir sobre a posse responsável em 07 escolas
O trabalho será realizado em escolas da rede pública de ensino fundamental I (1° ao 5° ano) e II (6° ao 9° ano), no município de Unaí do estado de Minas Gerais, sendo desenvolvido pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em parceria com a secretaria do meio ambiente e da educação de Unaí. A secretária de educação selecionará sete instituições de ensino e facilitará a comunicação da UFVJM com as escolas. Por outro lado, a secretaria do meio ambiente contribuirá com materiais de consumo e com o suporte necessário para a execução das atividades. Nas escolas selecionadas, a proposta será apresentada à diretoria, onde serão planejadas as atividades a serem desenvolvidas com os alunos. As atividades serão realizadas uma vez por mês em duas etapas efetuadas no mesmo dia. Primeiramente, averiguação do conhecimento prévio e instrução e, segundo, avaliação dos impactos gerados com a ação educativa. Para o ensino fundamental I, as informações serão repassadas de forma lúdica (fantoches, peças teatrais) e por meio de brincadeiras (oficinas, gincanas). Já para o ensino fundamental II, os recursos pedagógicos utilizados serão oficinas e palestras de modo a levar a ciência à escola. Todos os momentos serão registrados com fotografias, vídeos e relatórios, descrevendo as reações dos estudantes de forma a detectar a percepção dos alunos antes e após as ações educativas. O detalhamento metodológico será realizado por meio de plano de atividade educativa (Anexo 1 e 2). Será realizado ao final de cada ação uma autoavaliação pelos participantes para aperfeiçoamento da ação educativa.
1. Organização Mundial da Saúde. Financiamento dos sistemas de saúde: O caminho para a cobertura universal. Relatório da saúde. 2010; 143p. 2. Machado FG. Os gastos públicos e privados com saúde das famílias Brasileiras de 2000 a 2015. [Monografia]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2015. 3. Conselho Federal de Medicina. Governo gasta R$ 3,89 ao dia na saúde de cada brasileiro. Brasília: Conselho Federal de Medicina, 2016. [acesso 12 mai 2017]. Disponível em: http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=25985:2016-02-18-12-31-38&catid=3. 4. Vieira FS. Gasto do ministério da saúde com medicamentos: tendência dos programas de 2002 a 2007. Rev Saúde Pública. 2009; 8p. 5. Passanezi PMS. Os investimentos em saúde preventiva no Brasil e seus efeitos na expansão do produto da economia. Saúde Coletiva. 2007; 4(16): 124-130. 6. World Health Organization. Public Health Services. Copenhagen: World Health Organization. [acesso em 12 mai 2017]. Disponível em: http://www.euro.who.int/en/health-topics/Health-systems/public-health-services/public-health-services. 7. Philippi JA, Malheiros FT. Saneamento ambiental e saúde pública. In: Philippi JA, Alves AC, organizadores. Curso interdisciplinar de Direito Ambiental. Baurueri: Manole; 2005. p. 965. 8. Brandão APD. Saúde Única em articulação com a saúde global: o papel da medicina veterinária do coletivo. In: VI Conferência Internacional de Medicina Veterinária do Coletivo. Belo Horizonte; 2015. p. 77. 9. World Health Organization. Zoonoses. Copenhagen: World Health Organization. [acesso em 12 mai 2017]. Disponível em: http://www.who.int/topics/zoonoses/en/. 10. Guimarães FDF, Baptista AAS, Machado GP, Langoni H. Ações da Vigilância Epidemiológica e Sanitária nos Programas de Controle de Zoonoses. Veterinária e Zootec. 2010; 17(2): 151–62. 11. Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Direito humano à alimentação adequada. Brasil: Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. [acesso em 12 mai 2017]. Disponível em: http://www4.planalto.gov.br/consea/acesso-a-informacao/institucional/conceitos/direito-humano-a-alimentacao-adequada. 12. Brasil. Lei nº 11.346 de 15 de set de 2006. Dispões sobre o sistema nacional de segurança alimentar e nutricional. 13. Brasil. Lei nº 11.947 de 16 de jun de 2009. Dispões sobre o atendimento da alimentação escolar e do programa dinheiro direto na escola aos alunos da educação básica. 14. World Health Organization. Health Education. Copenhagen: World Health Organization. [acesso em 12 mai 2017]. Disponível em: http://www.who.int/topics/health_education/en/. 15. Oliveira CB, Frechiani JM, Silva FM, Maciel ELN. As ações de educação em saúde para crianças e adolescentes nas unidades básicas da região de Maruípe no município de Vitória. Cien Saude Colet. 2009; 14(2): 635–44. 16. Sousa VR, Almeida AF, Cândido AC, Barros LA. Ovos E Larvas De Helmintos Em Caixas De Areia De Creches, Escolas Municipais E Praças Públicas De Cuiabá, Mt. Ciência Anim Bras. 2010; 11(2): 390–5. 17. Ribeiro MS, Gonçalves PARR, Morais FG de, Boeira VL. Controle de parasitoses intestinais através da educação em saúde em crianças do ensino fundamental de Cascavel - PR. In: 3a Mostra de Trabalhos em Saúde Pública. Cascavel; 2009. p.1–8.
Durante as ações educativas e a elaboração das atividades do projeto, haverá uma interação direta entre os membros da equipe extensionista e a comunidade escolar, incluindo tanto os alunos do ensino fundamental I e II (público-alvo) quanto os professores. Dessa forma, o projeto será enriquecido por uma troca dialógica, bidirecional e horizontal, promovendo a construção conjunta de saberes entre diferentes profissionais e estudantes de distintos níveis de formação. Essa abordagem fortalece o compromisso social da universidade e valoriza os conhecimentos e experiências trazidos pelos sujeitos envolvidos.
O projeto será desenvolvido por uma equipe composta por docentes, servidores técnico-administrativos e estudantes do curso de Medicina Veterinária da UFVJM, em articulação com profissionais da Secretaria Municipal de Educação (educadores e assistentes sociais) e da Secretaria do Meio Ambiente (médica veterinária e engenheiro ambiental), atuando diretamente nas escolas e junto aos seus diversos agentes. Essa composição favorece a interdisciplinaridade, ao integrar saberes das áreas de saúde, educação, meio ambiente e assistência social, proporcionando uma abordagem mais ampla e contextualizada da temática da posse responsável. Além disso, o trabalho conjunto entre diferentes profissionais, com atuação coordenada e troca de saberes práticos, configura uma proposta interprofissional, que valoriza o diálogo entre as áreas e promove uma intervenção mais eficaz e sensível às realidades locais. Essa articulação fortalece tanto a formação dos estudantes quanto o impacto social da extensão universitária.
Este projeto concretiza a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão ao articular atividades formativas com impacto social direto, promovendo a troca de saberes entre universidade e comunidade. A participação de estudantes da graduação em Medicina Veterinária, sob orientação de docentes e técnicos da UFVJM, fortalece o processo de ensino ao proporcionar vivências práticas em contexto real, contribuindo para a formação cidadã, crítica e comprometida com a realidade social. A interação com escolas, educadores, profissionais da saúde, assistência social e meio ambiente permite o desenvolvimento de ações extensionistas que partem de demandas concretas da comunidade, estimulando a reflexão e a busca de soluções interdisciplinares. Além disso, os dados e experiências obtidos durante o projeto poderão subsidiar pesquisas sobre educação em saúde, guarda responsável e políticas públicas intersetoriais, retroalimentando o conhecimento acadêmico e incentivando a produção científica. Assim, ensino, pesquisa e extensão se integram de forma orgânica, com benefícios mútuos para a universidade e para a sociedade.
A participação ativa dos graduandos em todas as etapas do projeto, desde o planejamento até a execução das atividades nas escolas, proporciona uma formação integral, articulando teoria e prática em contextos reais. Os estudantes serão incentivados a desenvolver habilidades de comunicação, escuta ativa, trabalho em equipe interprofissional, responsabilidade social e planejamento de ações educativas. A vivência com a comunidade escolar e com profissionais da educação, saúde, assistência social e meio ambiente amplia a compreensão do papel social do médico veterinário, especialmente no campo da saúde única e da educação em bem-estar animal. Além disso, o contato com demandas locais reais estimula o pensamento crítico, a empatia e o compromisso ético, aproximando o estudante de uma atuação profissional mais humanizada e contextualizada.
O projeto visa promover transformações sociais significativas por meio da conscientização sobre a posse responsável de animais, tema diretamente relacionado ao bem-estar humano, animal e ambiental. Ao atuar em escolas públicas municipais, com participação ativa de educadores, assistentes sociais, profissionais da saúde e do meio ambiente, o projeto estabelece um canal direto entre universidade e comunidade, fortalecendo práticas educativas com potencial de gerar mudanças duradouras nos comportamentos e atitudes de crianças, adolescentes, famílias e profissionais envolvidos. Espera-se impactar positivamente a realidade local, contribuindo para a redução do abandono e dos maus-tratos de animais, para o fortalecimento de vínculos afetivos e conscientes com os pets, bem como para a construção de ambientes escolares mais sensíveis às questões de saúde única. Ao valorizar os saberes locais, promover o diálogo interinstitucional e fomentar a corresponsabilidade cidadã, o projeto reforça o papel da universidade como agente de transformação social e de promoção da qualidade de vida nas comunidades onde está inserida.
A divulgação ocorrerá por meio dos sites e meios de comunicação oficiais das três instituições envolvidas no projeto.
Público-alvo
Estudante de escolas da rede pública de ensino fundamental I (1° ao 5° ano) e II (6° ao 9° ano), no município de Unaí, Minas Gerais.
Professores da educação básica
Municípios Atendidos
Unaí - MG
Parcerias
A Secretaria Municipal de Educação será responsável por selecionar sete instituições de ensino para participação nas atividades, além de facilitar a interlocução entre a equipe extensionista da UFVJM e as gestões escolares. Sua atuação é fundamental para a integração do projeto à rotina pedagógica das escolas, garantindo o envolvimento de professores, coordenadores e demais agentes da comunidade escolar.
Contribuirá com materiais de consumo e com o suporte técnico e logístico necessário para a execução das ações.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 130 h
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Consiste na organização e interpretação dos dados coletados durante as ações, incluindo registros das atividades, avaliações dos participantes e feedback das escolas e parceiros. A equipe irá sistematizar essas informações para elaborar o relatório final do projeto, destacando os resultados alcançados, os impactos observados e as propostas de continuidade ou aprimoramento.
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Realização das atividades planejadas nas sete escolas públicas de Unaí-MG, com turmas do ensino fundamental I e II.
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Consiste na busca e seleção de materiais atualizados sobre zoonoses, higiene e posse responsável de animais. A atividade servirá de base para a elaboração das ações e materiais didáticos do projeto.
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Consiste no levantamento e registro das sete escolas selecionadas pela Secretaria Municipal de Educação de Unaí para participação no projeto. Serão coletadas informações como nome da instituição, endereço, responsável pela escola, número de turmas e faixas etárias atendidas. Essa atividade facilitará o planejamento logístico, a organização das visitas e a adaptação das ações conforme as características de cada escola.
- Manhã;
- Tarde;
Consiste na análise e ajuste das atividades educativas já descritas no anexo do projeto, com a participação da equipe da UFVJM e das secretarias parceiras. Serão realizadas reuniões para revisar conteúdos, adaptar abordagens ao público-alvo e incorporar sugestões das escolas, garantindo a coerência e efetividade das ações.