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PROJETO BÁSICO DA RESERVA TÉCNICA DO LAEP/ICT/UFVJM - ENDOSSOS INSTITUCIONAIS
Sobre a Ação
202203001435
032022 - Ações
Projeto
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
22/08/2025
02/01/2030
Dados do Coordenador
marcelo fagundes
Caracterização da Ação
Ciências Sociais Aplicadas
Educação
Cultura
Educação Profissional
Regional
Não
Não
Sim
Dentro e Fora do campus
Tarde
Não
Redes Sociais
@reserva_laep
Membros
O PROJETO BÁSICO DA RESERVA TÉCNICA DO LAEP/ICT/UFVJM - ENDOSSOS INSTITUCIONAIS é uma ação que permite a inserção de novas materialidades na Reserva Técnica LAEP/ICT/UFVJM que, além da proteção do patrimônio arqueológico, permita a incorporação de nossos estudantes da pesquisa e extensão, levando às comunidades o conhecimento produzido, sobretudo por meio da Educação Patrimonial.
Arqueologia, Educação Patrimonial, Coleções arqueológicas, Comunidades
O Projeto de Guarda de Material Arqueológico na Reservar Técnica da UFVJM, que cumpriu em 2025 seus dezesseis anos, tem como objetivo principal realizar a guarda e conservação da cultura material, ou materialidade, conforme a Constituição Federal Brasileira de 1988 (principalmente em se artigo 216o), Lei Federal no. 3294/1961. Dentro da UVFJM está regulamentada pelas Resoluções CONSU números 24/2010 e 18/2024, além de resoluções internas do LAEP e ICT, que faz parte. Hoje contando com quase 1 milhão de peças, que representam, principalmente, ocupações indígenas e afrodiaspórica, tem servido como instituição de guarda para o IPHAN/MinC (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Ministério da Cultura). Suas instalações seguem todas as normas técnicas instituída pela Portaria IPHAN/MinC n. 271/2025, contanto com sistema de armazenagem (estantes físicas, estantes de aço, estantes móveis, etc.), sistema de segurança contra incêndio (extintores, alarmes, hidrantes, etc.), sistema de segurança (porta de ferro, grades, câmeras, etc.); exposição para visitantes; digitalização de toda materialidade (número do processo SEI/IPHAN, livro de registros, relatórios, mapas, fotografias, etc.), enfim tudo exigido pelo IPHAN/MinC e pelo Ministério Público Federal. Ou seja, somos uma instituição de guarda regulamentada que protege essa materialidade de empresas do setor privado (ver Resolução CONSU 18/2024), como do setor público, mas com a preocupação de não ser um depósito “cultural”, mas focando na produção científica, extensão e bolsas para estudantes. Assim, porventura, um sítio arqueológico pode ser prospectado e escavado por uma empresa particular qualquer, mas necessitam de uma Instituição de Guarda para essa cultura material, sendo que a armazenagem e proteção dessa materialidade pode ser feita pela UFVJM (que possui a mais bem equipada instituição de guarda do estado - ver Portaria IPHAN 230/2002), que, além da garantia da proteção, pode realizar estudos ou socializar essa “coleção” resultante de um espólio arqueológico. Nasce, desse modo, a carta endosso institucional, garantindo que a UFVJM ficará com esse espólio (Resolução CONSU 18/2024). É impossível dizer com exatidão qual será o pool de empresas que se concederá o endosso institucional (Portaria IPHAN 230/2002), mas o número pode variar entre 80 e 100 cartas por ano. Portanto, nossos objetivos são: (a) Guardar, proteger e conservar a materialidade arqueológica. (b) Realizar Programa de Educação Patrimonial (quer envolve visitas a reserva técnica e exposição; produção de livros para crianças e adolescentes; bolsa de pesquisa e/ou extensão para estudantes da UFVJM; mobilidade da cultura material (Portaria IPHAN 195/2016); produção de cartazes explicativos e outras atividades que possam cooperar com a aprendizagem e com a importância da materialidade do patrimônio arqueológico. No mês de outubro de 2025, por exemplo, mais de 800 crianças e adolescentes participaram das atividades de educação patrimonial focada nas pesquisas arqueológicas em Felício dos Santos, MG, momento em que todos receberam um livro sobre a importância da Arqueologia. Para 2026, temos duas cartilhas sobre ocupações indígenas antigas e afrodiaspóricas quase prontas para serem distribuídas gratuitamente nas escolhas da região (serão impressas). Isto é, toda a verba recebida (em conformidades com a Leis Federais e internas à UFVJM) é utilizada para a conservação e proteção da materialidade, bolsa para estudantes da UFVJM e extensão do patrimônio arqueológico. Nas investigações desenvolvidas pelo LAEP/ICT/UFVJM, a equipe tem se dedicado muito para o entendimento da história antes da invasão europeia, com várias frentes de análise para essa área, além da escravidão negra no país. Nossa intenção, assim, vincula-se a esta possibilidade de entender o passado por meio da materialidade que pode ser resgatada nas possíveis prospecções e escavações desse pool de empresas (privadas ou públicas), além de nossas pesquisas no Alto Araçuaí. Obviamente, nem todo o material servirá para análises ou exposição, mas nossa intenção é expor essas coleções arqueológicos para a Academia, escolas e pessoas em geral. Para tanto, o apoio contínuo da UFVJM é fundamental.
Nesse sentido, o projeto está fundamentado nos pressupostos instituídos pela Constituição Federal de 1988, Lei Federal nº 3624/1961, Resolução CONSU/UFVJM nº 18/2024, além dos dispositivos internos do LAEP e ICT. Como dito, nossa intenção é garantir a proteção do patrimônio arqueológico, salvaguardando e difundido o conhecimento no estado de Minas Gerais, sobretudo no que diz respeito às ocupações indígenas antigas, ou seja, antes da invasão europeia, e sobre a escravidão negra na região, por meio de suas materialidades, de modo que as pessoas de hoje compreendam suas ancestralidades, identidades e memórias. Uma tarefa ousada, admitimos, mas é um primeiro passo. Portanto, a guarda dessa materialidade permitirá a visitação de estudantes da Educação Básica, Ensinos Médio e Superior, cooperando para a sensibilização da importância deste patrimônio arqueológico, das memórias, identidades e das alteridades. Além do mais, essa possível guarda se justifica pelo caráter e interdisciplinar, envolvendo diferentes áreas do conhecimento: Geociências, Antropologia, Turismo, Educação Patrimonial, Ecologia, etc. Obviamente, todas as ações (e consequentes justificativas), devem estar embasadas em programas científicos de qualidade, estabelecendo um problema claro de pesquisa, de acordo com objetivos e hipóteses que cooperem para o quadro arqueológico regional e nacional. Assim, justifica-se a concessão da carta de endosso institucional. Protege-se a cultura material arqueológica, sendo que a reserva técnica não dependerá da UFVJM para se manter; gera-se coleções didáticas (lítico, cerâmica, vidro, metal, etc.), não apenas um depósito para cultura material; financia-se as pesquisas arqueológicas do Alto Jequitinhonha e a educação patrimonial (extensão do conhecimento); e gera-se bolsa de estudos para estudantes da UFVJM.
a) Guardar, proteger e conservar em nossa reserva técnica a cultura material provinda de prospecções e escavação de diversas empresas privadas ou públicas (pool de empresas). Como falado na Introdução, pode-se prever a concessão entre 80 e 100 cartas de endosso institucional, baseada em anos anteriores. b) Conceder para as pesquisas privadas ou públicas a carta de endosso institucional junto ao IPHAN/MG, conforme portaria IPHAN 271/2025 e Resolução CONSU/UFVJM 18/2024. c) Realizar a constante proteção e conservação do material arqueológico armazenado na UFVJM (trocas de sacos, etiquetas ou caixas). d) Realizar Programa de Educação Patrimonial, que envolve visitas a reserva técnica e exposição; produção de livros para crianças e adolescentes; produção de cartazes explicativos e outras atividades que possam cooperar com a aprendizagem e com a importância da materialidade do patrimônio arqueológico. e) Gerar bolsa de pesquisa e/ou extensão para estudantes; mobilidade da cultura material (Portaria IPHAN 195/2016).
Entre as metas do projeto estão a guarda e proteção na reserva técnica da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), do possível material arqueológico provindo das prospecções e salvamentos arqueológicos de diferentes pesquisas (pool de empresas, como já discutido). Como dito, envolvendo pesquisas privadas e públicas (sobretudo Portaria IPHAN no. 230/2002), se torna impossível predizer a quantidade de carta de endosso institucional será concedida anualmente, mas a histórico prevê uma quantidade em torno de 80 e 100 cartas. Com base no Resolução CONSU/UFVJM 18/2024, a concessão da carta poderá: (01) Impacto direto: (a) gerar coleções didáticas para uso da UFVJM – aulas, exposições, cartazes informativos, livros, etc.; (b) conceder bolsas para estudantes da UFVJM, mantendo-os nos estudos e evitando a evasão – um problema sério que está nos assolando; (c) financiar a proteção do patrimônio arqueológico na RT/UFVJM; e garantir a manutenção da pesquisa arqueológica da UFVJM no Vale do Araçuaí, Minas Gerais. É importante frisar que conforme Resolução CONSU/UFVJM 18/2024, a concessão é permitida, mas o nome da Instituição jamais poderá ser utilizado pelas empresas por qualquer que seja a intenção ou membros da UFVJM poderão participar das pesquisas empreendidas. Foi o modo encontrado para garantir a lisura, moralidade e transparência da Reserva Técnica da UFVJM, como órgão público. Toda a verba é recebida por uma instituição de apoio e fiscalizada pela direção do ICT (Resolução CONSU/UFVJM 18/2024). (02) Impacto indireto: Novamente encontramos dificuldade em quantificar a número exato de estudantes da educação básica, ensino médio ou superior que são capacitados anualmente pelo Programa de Educação Patrimonial do LAEP/ICT/UFVJM (devidamente registrado na SIEXC/PROEX/UFVJM). A visita da exposição e reserva técnica está abaixo de nossas expectativas, uma vez que a logística de ir ao campus JK é difícil e cara, enquanto a ida da equipe acaba sendo muito boa, podendo realizar palestras, conversas, atividades, distribuir livros, etc. Calcula-se que 2025 chegamos a mais de 2000 estudantes, mas estamos finalizando a contagem para encerrar o projeto no SIEXC/PROEXC/UFVJM em janeiro de 2026 e iniciar outro. Em 2024, contabilizamos quase 1500 estudantes. As atividades de 2024 e 2025, sobretudo os desenhos, resultarão em um livro em 2026 sobre a compreensão das pessoas sobre as ocupações antigas do Vale do Jequitinhonha. Entre as atividades de educação patrimonial no campus JK, podemos citar: (a) visita guiada a reserva técnica e exposições. Atualmente contamos com uma exposição permanente, focada na materialidade indígena, afrodiaspórica e europeia; e outra sobre As Cerâmicas Sexuais Moches, restrita a maiores de 18 anos, sendo informado ao público, anteriormente, o teor da exposição, uma vez que pode ser impactante para algumas pessoas, evitando problemas éticos para a UFVJM. (b) escavação simulada, onde são enterrados materiais, assim estudantes podem entender o trabalho da arqueologia. (c) Pinturas com terra, com apoio do laboratório de arqueologia. (d) Uso do microscópio, e outras atividades realizadas conforme a faixa etária do público. Cabe ressaltar a participação da reserva no #VEMPARAUFVJM. Sintegra e este ano do Sintegra Criança. Os estagiários recebem treinamentos diários sobre a pesquisa em Arqueologia e Antropologia, sendo que atualmente contamos com 10 estagiários de graduação e 03 de pós-graduação, sem contar o apoio inestimável de ex-alunos e estágios pós-doutoral. Por fim, a educação patrimonial, realizada pelos alunos da UFVJM, acaba sendo fundamental para esses estagiários que poderão ser educadores no futuro. Com isso, garante-se a formação da estudante da UFVJM e a educação patrimonial para demais estudantes, destacando que além de escavar a primeira aldeia ceramista antiga do Vale do Jequitinhonha, em 2026 o LAEP/ICT/UFVJM pretende investigar muito da socialização do conhecimento.
A metodologia utilizada pelo LAEP/ICT/UFVJM consta nas normas estabelecidas pela Normativa IPHAN no. 271/2025, sendo que ela traz todas as informações necessárias para guarda do material arqueológico e vistas nas Resoluções do ICT 01/2025 e Resolução C0NSU 18/2024. Além disso, realização a manutenção do material sob nossa guarda e, ocasionalmente, pode ser tema de uma monografia (TCC, dissertação ou doutorado), ou parte do material ser utilização em nossa Programa de Educação Patrimonial (SIEX/PROEX/UFVJM). Toda o uso do material é regulamentado pelo IPHAN/MinC e MPF. Mesmo a UFVJM tendo a guarda do material, cabe ao IPHAN/MinC decidir qual fim essa materialidade terá, sendo que a educação patrimonial passa a ser uma exigência a partir de agosto de 2025 para as reservas técnicas, como será explicado. Portanto, nossa preocupação primeira é a conservação e proteção do patrimônio arqueológico, como disposto da Constituição Federal de 1988, Lei Federal no. 3264/1961, portaria e normativas do IPHAN/MinC e Resolução CONSU/UFVJM 18/2024. A manutenção da reserva técnica é cara, que envolve: tipo de caixa de armazenamento (Resolução 01/ICT, de 12 de março de 2025 Art. 3, §3º: As caixas que acondicionarão o material arqueológico deverão ser de polipropileno, tipo box, com dimensões 38 x 13 x 27 cm - 30 litros e não ultrapassando seis quilos por caixa -, sendo que caixas menores podem ser autorizadas pelo LAEP/ICT/UFVJM); troca de saco plástico tipo zip-lock, quando necessário); na Resolução 01/ICT, 2025, no Art. 3, nos §1º e §2º, descreve-se com o material deve ser transportado e chegar na Reserva Técnica. Enfim, todo o trabalho de análise e descrição deve ser realizado pelo responsável, cabendo a reserva técnica observar se as regras são cumpridas, digitalizar e socializar o acervo (http://www.laep.ict.ufvjm.edu.br/) e garantir sua proteção (Portaria IPHAN 271/2025). A educação patrimonial acabou entrando no hall de exigências federais apenas em agosto de 2025 por meio da portaria 271/2025 (que substitui antiga 196/1996), mas o LAEP/ICT/UFVJM sempre realizou e destacou sua importância desde 2010, produzindo cartilhas, realizando palestra, recebendo visitas e “brigando” por essa materialidade, vista com fragmentos de cerâmica e pedras, mas nunca entendida com parte importante do comportamento e vivências humanas do passado, inclusive pelo público universitário. Nossa preocupação (que inclui os estudantes da UFVJM, sua formação e capacitação como futuro educador) é falar sobre esse patrimônio e sua importância, atualmente destruídos pela mineração em todo o estado, principalmente os sítios arqueológicos com presença de arte rupestre (no caminho para reserva temos fotos e painéis pintados por estudantes da UFVJM, contando um pouco das trajetórias humanas no Vale do Jequitinhonha). Desse modo, temos utilizado de metodologias ativas que incitem nosso público-alvo conhecer e proteger o patrimônio arqueológico, seja por meio de diferentes atividades ou conversas (oficinas), onde ouvi-los acaba sendo nosso grande cuidado. Para 2026, pretende-se publicar um artigo (coordenador e estagiários) sobre nossa inquietação entre o que estamos fazendo e o que realmente está acontecendo no estado, sobretudo ao que se refere ao patrimônio arqueológico, entretanto investiremos muito mais nessas oficinas, divulgaremos ainda mais o patrimônio arqueológico como trajetórias antigas do Vale do Jequitinhonha e continuaremos nossa briga para proteção dessas ocupações antigas. Como dito, dois livros já estão quase prontos, como ilustrações feitas por nossos estagiários, além do planejamento de novas ações com a verba destinada à Reserva. Sabemos que nessa ação a intenção é garantir a proteção do patrimônio arqueológico e todos os estudantes do LAEP/ICT/UFVJM sabe como, porém a educação patrimonial é um campo de aprendizado e ensinamentos para estudantes e professores, da UFVJM ou outra instituição.
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A guarda e conservação da cultura material que, ocasionalmente possa existir, cooperará com a educação patrimonial em Arqueologia, envolvendo estudantes da UFVJM e de outros locais de ensino (Fundamental, Médio ou outras instituições de nível superior), bem como a sociedade civil; bolsas de IC e TCC para estudantes da UFVJM; bolsas de pós-graduação e estágios pós doutorais; estratégias arqueológicas e manutenção do patrimônio arqueológico na reserva técnica. Todos os processos são vivenciados pela comunidade acadêmica (estudantes da UFVJM), da chegada da cultura material na reserva técnica até sua provável socialização. Provável uma vez que não podemos prever se a coleção terá um interesse de uso na educação para o patrimônio, pesquisada por um estudante ou obter lugar na exposição. Nosso trabalho é imprevisível, no sentido que a concessão de carta de endosso institucional não pode ser prevista antecipadamente e muito menos as ações que acontecerão. Com quase 1 milhão de peças, toda a cultura material faz parte do nosso catálogo eletrônico, também acompanhado por estudantes (http://www.laep.ict.ufvjm.edu.br/), garantindo que qualquer pessoa tenha acesso digital às coleções arqueológicas. Atualmente, temos uma conta no Instagram (@laep_ufvjm), onde são divulgados vídeos e fotos de nossas ações (vídeos e fotos realizadas por estudantes), além de outra sobre a Reserva Técnica (@reserva_laep).
Como muito ressaltado, apesar de nossa falta de previsibilidade sobre as empresas e prováveis coleções arqueológicas sobre guarda da UFVJM, a proteção dessa cultura material arqueológica poderá cooperar para formação dos estudantes da UFVJM, formando quadros para arqueologia e técnicos em meio ambiente para sociedade civil. Os estudantes têm acesso a todos os dispositivos eletrônicos do LAEP/ICT/UFVJM; supervisão quase diária de todas as atividades que envolvem pesquisa e extensão em Arqueologia, incluindo o patrimônio material; acesso às pesquisas atuais em diversos ramos da Arqueologia e Antropologia; acesso ao que é escrito em monografias e artigos; acesso na materialidade arqueológica, etc.; em um laboratório moderno e equipado, parte utilizada da verba recebida pela reserva técnica. Estudantes têm participado de escavações arqueológicas, análise da cultura material, incluindo livro de registro, desenhos técnicos para arqueologia, filmes e fotos. Alguns dão continuidade aos estudos outros não. Pelo tempo de atuação do LAEP/ICT/UFVJM, muitos estão no estágio pós doutoral, são doutores, doutorando e mestre. Acredita-se, assim, que o LAEP/ICT/UFVJM tem cumprido com sua missão de proteção do patrimônio arqueológico e formar quadros.
A guarda dessa materialidade arqueológica, com certeza, pode gerar essa indissociabilidade entre pesquisa x ensino x extensão, isso porque: a) Discentes irão ler e aprender sobre essa materialidade, ancestralidade e símbolos, sobretudo para populações antes da Invasão europeia, pouco conhecidas no Vale do Jequitinhonha, com datas da passagem do Pleistoceno para o Holoceno Inferior. b) Podem aprender a realizar pesquisas sobre cultura material e comunidades (que é chamado de etnografia arqueológica), como muitos estão. c) aprenderão a guardar, proteger e socializar o patrimônio arqueológico, conforme os instrumentais legais federais já citados. d) Vão aprender a desenvolver a proteção da materialidade arqueológica, conforme a Constituição de 1988, e a desenvolver uma educação voltada ao patrimônio arqueológico. e) Podem desenvolver Programas de extensão em seus municípios,
A guarda e proteção/conservação do patrimônio arqueológico é indissociável da tríade educação x pesquisa x extensão, uma vez como dito, a possível materialidade pode compor o acervo da UFVJM, inclusive sendo utilizada pela pesquisa; fazer parte do ensino nas licenciaturas (um tema transversal de suma importância de acordo com a DCN) e compor a educação para o patrimônio arqueológico. Portanto, o possível patrimônio arqueológico poderá ser importante na formação de um futuro docente ou pesquisador, uma vez que o LAEP/ICT/UFVJM pode cooperar sensivelmente nessa formação por meio de práticas, ensinamentos e avaliação constante.
Os estudantes da UFVJM serão os únicos beneficiados integralmente nessa ação. Esses discentes podem se tornar, graças a reserva técnica da UFVJM, profissionais no Vale do Jequitinhonha e norte de MG a realizarem limpeza, curadoria e análise da cultura material e, sobretudo, sua interpretação sobre o modo de vida de indígenas e negros que compõem nossa sociedade, temas como ancestralidade, cosmovisão, relações com o ambiente devem ser explorados nessa materialidade.
Por meio da Educação Patrimonial para a Arqueologia, oficinas, livros, cartilhas, fotos, vídeos, folders, site e Instagram.
Público-alvo
Pessoas interessadas em aprender sobre materialidade, cosmologias, ancestralidades, etc., via Educação Patrimonial.
Municípios Atendidos
Diamantina - MG
Felício dos Santos - MG
Couto de Magalhães de Minas - MG
Senador Modestino Gonçalves - MG
São Gonçalo do Rio Preto - MG
Itamarandiba - MG
Serro - MG
Presidente Kubitschek - MG
Rio Vermelho - MG
Gouveia - MG
Parcerias
No pool de empresas não se pode prever com antecipação quais solicitarão a carta de endosso institucional ou se a UFVJM irá ceder. Com base anteriores, podemos falar em 80 até 100 empresas.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 2 h
- Tarde;
Organização da Reserva Técnica do LAEP/ICT/UFVJM. Educação para patrimônio arqueológico. Orientação dos estudantes do LAEP/ICT/UFVJM. Emissão de carta endosso institucional