Detalhes da ação

TECNOFRUTI: TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS EM FRUTICULTURA COMO INSTRUMENTO DE GERAÇÃO DE RENDA PARA PRODUTORES DO VALE DO JEQUITINHONHA

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202203001561

Tipo da Ação

Projeto

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

20/04/2026

Data Fim

20/04/2028


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

maria do ceu monteiro cruz

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Ciências Agrárias

Área Temática Principal

Tecnologia e Produção

Área Temática Secundária

Tecnologia e Produção

Linha de Extensão

Desenvolvimento regional

Abrangência

Local

Gera Propriedade Intelectual

Não

Vínculada a Programa de Extensão

Não

Envolve Recursos Financeiros

Não

Ação ocorrerá

Dentro e Fora do campus

Período das Atividades

Integral

Atividades nos Fins de Semana

Sim


Redes Sociais

@gefrut_ufvjm
Outras Redes Sociais

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Membros

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Resumo

No Alto Vale do Jequitinhonha, a fruticultura constitui uma alternativa viável para o pequeno produtor. O projeto visa promover a adoção de estratégias para levar tecnologias e inovação aos agricultores familiares, contribuindo para o desenvolvimento da fruticultura no Vale do Jequitinhonha. Para alcançar os objetivos serão implementadas estratégias diversas e adequadas de transferência de tecnologias para cada espécie, adequadas à realidade das condições socioambientais dos produtores.


Palavras-chave

Geração de renda; desenvolvimento regional; capacitação técnica, inovação.


Introdução

A região do Vale do Jequitinhonha apresenta condições edafoclimáticas favoráveis à produção de espécies frutíferas, com boas perspectivas econômicas nos mercados local, regional e nacional, tanto para o consumo in natura quanto para o processamento. O desenvolvimento da fruticultura na região do Vale do Jequitinhonha representa uma importante fonte de renda para as famílias produtoras. Além de gerar divisas para o produtor e para o Estado, destaca-se como uma das atividades que mais demandam mão de obra, em razão das diversas operações inerentes ao pomar, sobretudo por seu caráter perene. Embora a maioria dos cultivos seja realizada em pequenas áreas, eles contribuem significativamente para a melhoria da renda dos pequenos produtores e para a geração de empregos, uma vez que o cultivo de espécies frutíferas gera, em média, cerca de seis empregos por hectare, sendo dois diretos e quatro indiretos. A introdução e a recomendação de alternativas aos produtores são importantes, especialmente no que se refere às frutíferas com potencial de utilização no processamento, favorecendo a agregação de valor à produção e estimulando a agroindústria familiar.


Justificativa

Considerando a necessidade de oferecer oportunidades de atuação aos alunos do curso de Agronomia da UFVJM e a demanda local dos produtores, a participação dos discentes na transferência de tecnologias aos pequenos produtores pode contribuir para o fortalecimento da cadeia produtiva e o aumento da lucratividade. Além disso, há a possibilidade de destinar ao processamento a produção, ou a parcela que não atende ao mercado de frutas frescas, que muitas vezes é desperdiçada em razão de defeitos, geralmente relacionados ao menor tamanho das frutas. Essa estratégia pode agregar valor à produção e contribuir para ampliar a renda das famílias envolvidas no cultivo na região. Existe interesse comercial; no entanto, são necessários maiores conhecimentos técnicos sobre as espécies cultivadas, a fim de incentivar o manejo adequado em propriedades familiares. Nesse contexto, a localização estratégica da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri na região permite que a instituição atue como suporte técnico, por meio da geração de subsídios e informações, favorecendo também a formação dos estudantes. Na região há diversas as opções de espécies frutíferas com boas perspectivas de comercialização e utilização na agroindústria. A agroindústria oferece a alternativa para agregar valor ao produto final, além de exigir mão de obra especializada, estimula o desenvolvimento de áreas agrícolas ao processo produtivo, maior oferta de emprego no campo com geração de novos postos de trabalho, beneficiando diretamente a agricultura familiar, com distribuição de renda e melhores condições sociais de vida.


Objetivos

 Envolver os discentes do curso de agronomia na avaliação e implementação de estratégias para levar tecnologias e inovação aos agricultores familiares, contribuindo para o desenvolvimento da fruticultura no Vale do Jequitinhonha.  Capacitar os discentes envolvidos na difusão de tecnologias.  Aumentar a renda dos produtores, por meio da criação de agroindústrias familiares voltadas especificamente ao processamento de frutas em geleias, doces, polpas, entre outros produtos.  Promover o desenvolvimento regional, com foco no cultivo de espécies frutíferas como alternativa economicamente viável para pequenos produtores.


Metas

 Promover a creditação de Extensão no curso de Agronomia  Supervisionar a execução de ações de extensão por um ou mais discentes.  Possibilitar aos pequenos produtores do Vale do Jequitinhonha o acesso a informação.


Metodologia

1 Inserção do estudante A participação dos estudantes nas atividades com os produtores fortalecerá a extensão universitária como um processo de integração acadêmica e profissional. Os discentes do curso de Agronomia poderão aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas em experiências práticas e reais, consolidando o aprendizado mútuo, além de fortalecer o vínculo entre universidade e comunidade. Nas metodologias adotadas, os alunos envolvidos participarão de todas as etapas, desde o diagnóstico das espécies cultivadas até a produção de materiais que possam contribuir para a implementação de práticas de manejo adequadas, como cartilhas, cursos e visitas técnicas. Durante as etapas do projeto, serão desenvolvidas as seguintes atividades: levantamento e diagnóstico das espécies cultivadas e de interesse; elaboração de cartilhas para os participantes; realização de cursos sobre avaliação do estado nutricional, manejo fitossanitário, podas e condução das plantas; orientações sobre colheita e destinação da produção; e informações acerca das possibilidades de processamento. 2 Levantamento dos produtores Na etapa de diagnóstico, os alunos irão avaliar as características de cada solo em questão. Posteriormente, analisarão a possibilidade de utilização de fontes orgânicas disponíveis nas propriedades que possam ser empregadas na adubação, uma vez que essa prática é fundamental para a melhoria da fertilidade do solo, proporcionando maior disponibilidade de nutrientes para as plantas e contribuindo para o aumento da capacidade de troca de cátions (ALVAREZ et al., 1999). Adubos de fontes orgânicas contribuem também para a melhoria das características físicas do solo, como a estrutura e, consequentemente, aumenta a capacidade de retenção de água no solo, principalmente nas camadas superficiais (KIEHL, 2008; ABU-RAYYAN et al., 2011). Na etapa de diagnóstico nutricional das plantas, será elaborada uma cartilha de orientação de acordo com as técnicas de monitoramento e amostragem estabelecidas por Malavolta et al. (1997), de modo que os produtores sejam capazes de monitorar seus pomares de forma adequada. O treinamento para o monitoramento de pragas seguirá os princípios do manejo integrado, que consiste na adoção, pelos agricultores, de um sistema de tomada de decisões que implementa procedimentos voltados ao incremento da mortalidade natural de insetos-praga ou à utilização, de forma harmoniosa e integrada, de métodos de controle selecionados com base em parâmetros econômicos, ecológicos e ambientais, conforme proposto por Kogan (1998), com adaptação à realidade de cada produtor. Em relação ao monitoramento de doenças, o treinamento será direcionado à observação dos sintomas presentes, priorizando, sobretudo, os cuidados preventivos e a orientação quanto ao manejo com protetores, como a calda bordalesa e a calda sulfocálcica, conforme recomendações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Brasil, 2016). Essas práticas serão fundamentais para a prevenção de problemas fitossanitários, associando-se a outras estratégias de manejo, como as podas. 3 Planejamento das ações para transferência de tecnologia Para cada produtor, serão realizados o levantamento, a sistematização, os ajustes e a adaptação de tecnologias já desenvolvidas para as espécies cultivadas. Também serão elaboradas estratégias para a transferência de tecnologias, com o objetivo de aumentar a produtividade e a qualidade das frutas produzidas, atendendo às demandas do mercado consumidor local e regional, quando pertinente. Após o levantamento, serão realizados visitas técnicas, cursos e momentos de discussão com os produtores visando a implementação das tecnologias necessárias.


Referências Bibliográficas

ABU-RAYYAN, A. Z.; SHATAT, F. A.; ABU-IRMAILEH, B. E. Response of fruit trees to composting of animal manures in the tree line. Journal of Food, Agriculture & Environment, v. 9, p. 492-495, 2011. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 23 dez. BRASIL. Plano Nacional de Educação (PNE). Lei Federal n.º 10.172, de 9/01/2001. Brasília: MEC, 2001c. BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Fichas Agroecológicas: tecnologias apropriadas para a produção orgânica. Brasília: MAPA, 2016. 217 p. KIEHL, E. J. Fertilizantes Organominerais. Piracicaba: Editora Degaspari, 2008, 160p. KOGAN, M. Integrated pest management: historical perspectives and contemporary developments. Annual Review of Entomology, v. 43, p. 243-270. 1998. DOI: 10.1146/annurev.ento.43.1.243. MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. de. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações. 2.ed. Piracicaba: POTAFOS, 1997. 319p.


Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

A interação dialógica da comunidade acadêmica com os produtores será fundamentada na troca de saberes, valorizando tanto o conhecimento científico quanto o conhecimento empírico construído no cotidiano das propriedades rurais. Por meio de reuniões, visitas técnicas, cursos e momentos de discussão, será estimulada a participação ativa dos produtores no planejamento e na execução das ações, assegurando que as atividades desenvolvidas estejam alinhadas às demandas locais e à realidade de cada propriedade, o que favorecerá a construção coletiva de soluções. A interação dialógica estabelecida por meio do desenvolvimento de relações entre a universidade e os produtores será marcada pelo diálogo, pela ação de mão dupla, pela troca de saberes e pela superação do discurso da hegemonia acadêmica. A universidade, ao interagir com a sociedade, exerce papel determinante no que tange à capacidade de promover a transição de conhecimento leigo para um conhecimento crítico, fomentadora de transformações na comunidade em que os indivíduos vivem e atuam. Tal processo torna-se possível por meio de uma interação dialógica efetiva, baseada no respeito, na escuta e na construção coletiva do conhecimento. As ações de extensão são fundamentais para que a universidade estabeleça diálogo e promova a troca de conhecimentos com a sociedade. Cabe à universidade transmitir à sociedade os saberes construídos ao longo de sua tradição acadêmica, tendo como finalidade contribuir para o desenvolvimento social e para a construção de uma sociedade pautada em valores humanos que a conduzam ao progresso, tanto nas relações humanas quanto nas questões ambientais. Dessa forma, durante as atividades executadas no projeto, haverá comunicação permanente e troca de conhecimentos entre a equipe e os participantes. Ao iniciar as atividades, a equipe dialogará com produtores locais e de municípios vizinhos para identificar aqueles que tenham interesse em participar das ações voltadas à melhoria do manejo de seus cultivos, considerando as espécies cultivadas e os objetivos específicos de cada produtor.


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

Dois aspectos importantes a serem implementados durante a execução do projeto são a interdisciplinaridade e a interprofissionalidade entre os estudantes envolvidos. As ações desenvolvidas demandarão a atuação conjunta de profissionais de diferentes áreas de competência, o que possibilitará a integração de saberes. Esses conhecimentos, ao serem compartilhados nas práticas e nas atividades complementares, contribuirão significativamente para a formação dos discentes. A interação interdisciplinar será fundamental para o estudo de temas que representam problemas reais enfrentados pelos produtores, permitindo uma abordagem conjunta, integrada e mais alinhada às demandas do contexto produtivo. As diferentes áreas de conhecimento do curso de Agronomia exigem dos profissionais uma atuação pautada na interdisciplinaridade e na interprofissionalidade. A interdisciplinaridade manifesta-se no campo da organização dos saberes, que tendem a ser mais facilmente compartilhados quando comparados às possibilidades de integração das práticas e do fazer profissional. As atividades propostas no projeto exigirão da equipe conhecimentos em fruticultura, bem como em solo, entomologia, fitopatologia, irrigação, entre outras áreas do curso. Dessa forma, os discentes terão a oportunidade de aplicar, na prática, os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula, integrando diferentes campos do saber. Além disso, a equipe manterá contato com outros profissionais que atuam no setor produtivo, o que contribuirá para ampliar a visão técnica e fortalecer a formação acadêmica e profissional dos estudantes.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

Considerando o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o trabalho acadêmico desenvolvido na universidade possibilita a aproximação com a sociedade, a autorreflexão crítica e a emancipação teórica e prática dos discentes, além de conferir significado social às atividades acadêmicas. Diante desse princípio, a realização de projetos coletivos contempla a avaliação institucional, o planejamento das ações de extensão e a análise das demandas sociais. Atividades de extensão contribuem para atender às demandas da sociedade, promovendo intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas. Essas ações possibilitam a demonstração e a aplicação dos conhecimentos de ensino e pesquisa construídos no curso de Agronomia, em articulação com a extensão para além dos limites da universidade. Assim, a presente ação contempla o tripé da indissociabilidade ensino–pesquisa–extensão e, ao mesmo tempo, oferece aos estudantes a oportunidade de cumprir os 10% da carga horária total do curso destinados às atividades de extensão, conforme previsto nas diretrizes acadêmicas.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

A proposta apresenta potencial de contribuição na formação dos estudantes dos cursos Ciências Agrárias, diante da creditação da extensão no currículo dos cursos de graduação da UFVJM. Essa diretriz tem como base legal o princípio da indissociabilidade - do ensino, pesquisa e extensão - art. 207 da Constituição Federal de 1988; a Lei 9.394/96 – LDB – flexibilização dos currículos e formação cidadã como princípios orientadores da educação superior. Além disso, o Plano Nacional de Educação 2001- 2010 (Lei nº 10.172/2001) em sua Meta 23 para a educação superior indica a reserva mínima de dez por cento do total de créditos exigidos para a graduação em atividades de extensão. Essa diretriz reafirma a Estratégia 12.7 do novo Plano Nacional de Educação (2014-2024), Lei Federal nº 13.005/2014. “12.7, que estabelece: “assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social”. O projeto propiciará aos discentes do curso de Agronomia a vivência prática do aprendizado técnico, permitindo o aprimoramento de habilidades acadêmicas essenciais para sua futura atuação profissional. Além disso, possibilitará a compreensão da necessidade de adaptação dos conhecimentos teóricos à realidade local, considerando as especificidades socioeconômicas, ambientais e produtivas da região. O curso de Agronomia contempla, em sua estrutura curricular, quatro unidades curriculares na área de Fruticultura. Nessas disciplinas, os estudantes compreendem a abrangência da fruticultura como atividade agrícola de relevante importância socioeconômica para o país, além de desenvolverem a capacidade de tomar decisões adequadas quanto à orientação, ao planejamento e à execução de práticas de manejo. Tais competências envolvem aspectos técnicos relacionados à produção, à qualidade dos frutos e às exigências de mercado, preparando o futuro profissional para atuar de forma estratégica e responsável no setor. As atividades de extensão aproximam os estudantes da comunidade externa, aprimoram o conhecimento e promovem a efetiva troca de saberes. Dessa forma, as ações a serem desenvolvidas contribuirão para transformar a formação dos discentes, ao integrar teoria e prática em contextos reais de atuação profissional. Ao mesmo tempo, essas experiências possibilitam vivências que extrapolam o âmbito acadêmico, repercutindo na vida pessoal dos estudantes e fortalecendo sua relação com a sociedade. A interação com diferentes públicos favorece o desenvolvimento de competências sociais, éticas e comunicativas, contribuindo para a formação de profissionais mais sensíveis às demandas sociais e mais preparados para atuar de maneira responsável e comprometida com a sociedade.


Impacto e Transformação Social

A presente proposta visa diagnosticar as limitações socioeconômicas relacionadas ao manejo de pomares, com o objetivo de promover a transferência de tecnologias aplicáveis à realidade dos produtores locais. O conhecimento acadêmico fornecido à sociedade impacta a vida de inúmeras pessoas e atua como instrumento de transformação social e econômica, pois contribui para a melhoria da qualidade de vida. Os conhecimentos e as tecnologias gerados serão aplicados especialmente junto a produtores locais e de municípios vizinhos a Diamantina. Os produtores familiares são aqueles que mais demandam acesso a informações e tecnologias, uma vez que movimentam o comércio e a economia local e regional. Nesse contexto, um dos principais impactos deste estudo é levar informações que possam contribuir para a melhoria da qualidade das frutas e possibilitar a agregação de valor aos produtos produzidos nas propriedades, a fim de desmistificar a ideia de que apenas o agronegócio é capaz de manter elevados padrões de qualidade. Assim, a principal transformação social esperada é o fortalecimento da produção familiar, garantindo qualidade na produção, aplicação de alternativas tecnológicas acessíveis, geração de renda e melhoria da qualidade de vida.


Divulgação

Os resultados serão divulgados na SINTEGRA da UFVJM, seminários , redes sociais e cartilhas aos produtores.


Público-alvo

Descrição

A perspectiva é identificar pelo menos 15 famílias produtoras nos municípios de Diamantina, Datas e Couto de Magalhães de Minas.

Municípios Atendidos

Município

Diamantina - MG

Município

Datas - MG

Município

Couto de Magalhães de Minas - MG

Parcerias

Nenhuma parceria inserida.

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 560 h

Carga Horária 40 h
Periodicidade Quinzenalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Esperamos durante o período de oito meses ter visitado e realizado o levantamento dos produtores de frutas nos municípios de Diamantina, Datas e Couto Magalhães

Carga Horária 120 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Esperamos durante o período de oito meses realizar o diagnóstico das principais demandas dos produtores de frutas nos municípios de Diamantina, Datas e Couto Magalhães.

Carga Horária 120 h
Periodicidade Mensalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Esperamos realizar visitas técnicas aos produtores participantes para o planejamento e implementação das práticas de manejo e para o acompanhamento dos resultados.

Carga Horária 120 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Após o diagnóstico das espécies cultivadas serão elaboradas cartilhas para facilitar a compreensão das práticas de manejo que serão implementadas.

Carga Horária 120 h
Periodicidade Mensalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Após a identificação dos produtores e o levantamento das demandas, o planejamento de cursos será realizado sempre que necessário, a fim de atender às necessidades dos produtores.

Carga Horária 40 h
Periodicidade Anualmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Pretende-se reunir as informações de cada ano de trabalho para a apresentação de resumos na SINTEGRA e para a elaboração do relatório técnico.