Visitante
Projeto Diabetes nas Escolas de Diamantina
Sobre a Ação
202203001584
032022 - Ações
Projeto
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
16/02/2026
31/12/2026
Dados do Coordenador
edson da silva
Caracterização da Ação
Ciências da Saúde
Saúde
Educação
Infância e adolescência
Regional
Sim
Não
Não
Dentro e Fora do campus
Integral
Não
Redes Sociais
YouTube: https://www.youtube.com/@projetodiabetesnasescolas-3881 Momento Diabetes: https://www.instagram.com/momentodiabetes/
Membros
O Projeto Diabetes nas Escolas integra ensino, pesquisa e extensão para capacitar profissionais da educação no manejo do diabetes em ambiente escolar, prevenindo bullying, promovendo hábitos saudáveis e inclusão. Com produção de e-books, podcasts e treinamentos, articula saberes da saúde, educação e tecnologia, fortalecendo a rede nacional de CRDEs e ampliando o impacto social na formação discente e na comunidade.
Diabetes, Educação em Saúde, Tecnologia Digital, Saúde da Criança, Saúde do Adolescente, Promoção da Saúde na Escola.
O Projeto Diabetes nas Escolas foi idealizado pelo Centro de Referência Diabetes nas Escolas (CRDE) da Santa Casa de Belo Horizonte (REIS et al., 2018) como modelo de intervenção educativa que envolve toda a comunidade escolar e a UFVJM tornou-se a sua primeira parceira (SILVA JUNIOR et al., 2020). As ações dos CRDEs são voluntárias, conduzidas por equipes interdisciplinares que integram ensino, pesquisa e extensão. Em 2017, o Grupo de Estudo do Diabetes da UFVJM iniciou parceria com o CRDE de Belo Horizonte para implementação do projeto em Diamantina e região, apoiado pela Sociedade Brasileira de Diabetes e instituições de saúde vinculadas à Santa Casa de BH. Desde então, o CRDE de Diamantina tornou-se referência regional no suporte a alunos com diabetes mellitus (DM) e suas famílias (REIS et al., 2025; MOURÃO et al., 2023). As ações do projeto buscam capacitar profissionais da educação básica no manejo do diabetes em ambiente escolar, promovendo segurança e acolhimento. Entre os objetivos estão desmistificar o diabetes, prevenir o bullying contra estudantes com Diabetes Tipo 1 (DM1), orientar equipes escolares sobre cuidados específicos, educar sobre prevenção do Diabetes Tipo 2 (DM2), incentivar hábitos saudáveis e garantir a inclusão escolar (DA SILVA et al., 2025; REIS et al., 2018) do aluno e toda a equipe escolar. Entre 2022 e 2025, no contexto pósCOVID-19, o CRDE de Diamantina expandiu suas atividades com produção de conteúdos digitais, mídias sociais e experiências de comunicação digital em saúde, o que possibilitou maior alcance e impacto. Foram criados 18 podcasts em parceria com a Rádio Universitária, disponibilizados no Spotify (DA SILVA et al., 2025), além de dois Objetos de Aprendizagem em formato de e-book (COELHO et al., 2025a; 2025b) com atividades para crianças com DM1 e outro e-book uma coletânea dos podcasts. Somam-se ainda capítulos de livros, apresentações em eventos locais, nacionais e internacionais e a validação de um e-book de 106 páginas como produto de tese, consolidando o know how da equipe na criação de materiais digitais e tecnologias educacionais em educação em diabetes. Considerando a escassez de recursos específicos para o público infantil (COSTA et al., 2025; MORGADO et al., 2025), a proposta do projeto para 2026 é a produção de dois e-books, com cerca de 80 páginas cada, disponibilizados gratuitamente e divulgados no Google Acadêmico, Google Livros, Google Play, Repositório Institucional da UFVJM, eduCAPES, com todos os CRDEs do Brasil, que hoje são 20 distribuídos nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste, nas redes sociais dos CRDEs e da Momento Diabetes (hoje com mais de 35 mil seguidores. Versões impressas e/ou digitais continuarão a ser entregues às escolas parceiras de Diamantina, que historicamente compartilham os materiais com a comunidade escolar. Todos os coordenadores dos CRDEs são profissionais de saúde com formação superior, qualificados em diabetes com apoio do nosso projeto em 2023 e 2024, e desenvolvem ações em seus municípios. Contudo, ainda faltam materiais acessíveis e contextualizados para crianças que vivem com diabetes, sobretudo em CRDEs com menor experiência. Nesse cenário, o conhecimento acumulado pela UFVJM em ensino, pesquisa e extensão sobre o tema fortalece a expectativa de sucesso na criação e difusão dos novos Objetos de Aprendizagem em 2026, ampliando o impacto social do projeto em Diamantina e no Brasil.
O diabetes mellitus (DM) constitui um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos resultantes de defeitos na ação e/ou secreção de insulina, levando a um estado de hiperglicemia. De acordo com sua etiologia, pode ser classificado em quatro tipos principais: Diabetes Tipo 1 (DM1), Diabetes Tipo 2 (DM2), Diabetes Mellitus Gestacional e outros tipos específicos (AMERICAN ASSOCIATION OF DIABETES, 2020). Tanto o DM quanto a obesidade são considerados problemas globais de saúde pública e, caso medidas de prevenção e controle não sejam adotadas, poderão comprometer seriamente a saúde populacional, a produtividade econômica e a sustentabilidade dos sistemas de saúde (MOZAFFARIAN, 2020). O IDF Diabetes Atlas de 2025 apontou que 588 milhões de pessoas vivem com diabetes em todo o mundo, com projeções de crescimento para 853 milhões em 2050. Destaca-se ainda a elevada proporção de casos não diagnosticados (45%) e a posição do Brasil como o 6º país em prevalência de diabetes em adultos (20–79 anos), somando 16,6 milhões de pessoas com a condição, além de ocupar o 3º lugar mundial em prevalência anual de DM1 entre crianças e adolescentes de 0 a 19 anos (INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION, 2025). A prevalência e a incidência de DM1 vêm aumentando em escala global (INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION, 2025; MOBASSERI et al., 2020), e a obesidade infantil e juvenil figura entre os maiores desafios de saúde pública do século XXI, favorecendo o surgimento precoce do DM2 (CAPRIO, 2020). O enfrentamento dessa realidade exige parcerias sólidas entre órgãos governamentais, setor educacional, sociedade civil e famílias, articuladas em torno de políticas públicas que estimulem a prática de atividade física e a alimentação saudável, especialmente no ambiente escolar. Nesse cenário, a escola configura-se como espaço privilegiado para a promoção da saúde e para a educação em diabetes, contribuindo tanto para a prevenção do DM2 quanto para o cuidado de estudantes com DM1. O Projeto Diabetes nas Escolas, conduzido pelos CRDEs, promove atividades educativas no ambiente escolar que contemplam o treinamento de funcionários e o envolvimento de alunos, pais, familiares e comunidades locais. Embora o DM1 seja uma das condições crônicas de agravos à saúde mais comuns na infância, persistem equívocos e preconceitos — como a ideia de que se trata de “doença de idosos” ou de que “a pessoa com diabetes não pode ingerir açúcar” —, fatores que alimentam a exclusão social, o bullying e a dificuldade de acolhimento escolar (DE OLIVEIRA et al., 2015). Recebemos registros de escolas que se recusam a receber alunos com diabetes ou que não sabem como agir em situações de autocuidado e emergência, como uma hipoglicemia grave. A educação em diabetes é reconhecida como a principal estratégia para o desenvolvimento do autocuidado e do autogerenciamento do DM, devendo estender-se à sociedade de forma ampla (AMERICAN ASSOCIATION OF DIABETES, 2025). Assim, torna-se imprescindível capacitar os profissionais escolares para lidar com situações cotidianas e emergenciais relacionadas ao diabetes, garantindo segurança, inclusão e equidade (ALOTAIBI et al., 2016; REIS et al., 2018; AMERICAN ASSOCIATION OF DIABETES EDUCATORS, 2019; DA SILVA et al., 2025). Muitos pais relatam insegurança em deixar seus filhos na escola pela ausência de preparo das equipes, o que reforça a relevância de estratégias educativas como as desenvolvidas pelos CRDEs (REIS et al., 2018). Nesse contexto, instituições e pesquisadores, incluindo o CRDE de Diamantina, vêm investindo em intervenções educativas voltadas à comunidade escolar, com resultados que comprovam a efetividade dessas ações (ABRAHAM et al., 2018; BECHARA et al., 2018; CHINNICI et al., 2019; DE CARVALHO TORRES et al., 2016; GONÇALVES, 2019; GOSS et al., 2018; SILVA JUNIOR et al., 2020; SILVA et al., 2022; DA SILVA et al., 2022; DA SILVA et al., 2022b; NOBRE et al., 2022; REIS et al., 2025). O Brasil tem desempenhado papel de destaque nesse movimento, com a expansão de programas de educação em diabetes nas escolas, a exemplo da criação do CRDE da Santa Casa de BH, referência nacional em treinamentos para instituições públicas e privadas (REIS et al., 2017; REIS et al., 2018). Em 2017, a UFVJM foi pioneira ao firmar parceria com o CRDE da Santa Casa, marcando o início da interiorização do Projeto Diabetes nas Escolas (SBD, 2019) deste, que é o maior hospital do SUS de Minas Gerais. O CRDE de Diamantina foi então implantado como projeto de extensão universitária, integrando ensino e pesquisa, com uma equipe interdisciplinar composta por profissionais da saúde e discentes de diversos cursos (MOURÃO et al., 2023; SILVA JUNIOR et al., 2020). Até 2024, as ações contaram com a participação de docentes de graduação (FCBS e FIH) e de programas de pós-graduação (PPGCN, SaSA e PPGCS), fortalecendo o caráter interprofissional a cada renovação da equipe, à medida que os projetos foram executados a cada ano com o apoio de Editais Pibex. A partir de 2024 a equipe reduziu, mas contamos com a parceria da Rádio Universitária da UFVJM. Atualmente, existem mais de 20 CRDEs ativos em três regiões do Brasil, e espera-se novos centros para 2026. A experiência acumulada pelo CRDE de Diamantina tem servido de referência para os novos centros brasileiros, especialmente considerando que o coordenador desta proposta integra a diretoria nacional de expansão dos CRDEs, ao lado da coordenadora do CRDE de Teixeira de Freitas na UFSB e da coordenadora geral dos centros, vinculada à Santa Casa de BH e à Sociedade Brasileira de Diabetes. Essa trajetória reforça a relevância da continuidade do projeto, tanto para o fortalecimento da rede nacional de CRDEs quanto para a produção de saberes acadêmicos com impacto social local e na microrregião. O suporte às pessoas com DM e os programas de educação em saúde voltados ao autocuidado são fundamentais para o enfrentamento dos desafios impostos pelo diabetes (AMERICAN ASSOCIATION OF DIABETES, 2025; INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION, 2025). Considerando que a escola é espaço de construção de saberes, ações de educação em diabetes tornam-se essenciais para a inclusão de estudantes com DM, a promoção da saúde, o combate ao bullying e a formação de hábitos saudáveis (BECHARA et al., 2018; MOURÃO et al., 2020; MOURÃO et al., 2023; MORGADO et al., 2024). Nesse sentido, o projeto está em consonância com a Política Nacional de Extensão Universitária, que prevê interação dialógica, interdisciplinaridade, indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, impacto na formação discente e transformação social (UFVJM, 2009). Além disso, está diretamente vinculado à área temática e das linhas de extensão descritas no Regulamento de Ações de Extensão da UFVJM: (1) área de conhecimento: ciências da saúde; (2) área temática principal: saúde; (3) área temática secundária: educação; (4) linha de extensão: infância e adolescência. Neste sentido, a política de Extensão da UFVJM prevê “A ação cidadã das universidades não pode prescindir da efetiva difusão dos saberes nelas produzido,…”. Sendo assim, os saberes construídos por discentes e docentes de diferentes cursos da UFVJM junto à comunidade têm atendido essa política na execução do Projeto Diabetes nas Escolas. Além disso, Continuar com ações criadas pelo CRDE de Diamantina é dar continuidade à construção desse valioso saber. Consideremos ainda que essa política prevê “A prestação de serviço deve ser produto de interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, pesquisa e extensão, devendo ser encarada como um trabalho social, ou seja, ação deliberada que constitui a partir da realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação social”. O desenvolvimento deste projeto resulta de demandas reais da comunidade escolar, identificadas em diálogos com escolas de diferentes CRDEs do país, e reforça a importância da construção coletiva de materiais educativos para apoiar o cuidado de alunos com DM. Além de beneficiar diretamente estudantes, familiares e profissionais das escolas, a iniciativa favorece a formação dos extensionistas, que vivenciam a prática do conhecimento teórico e desenvolvem competências não adquiridas apenas em sala de aula. Os resultados alcançados também se refletem na produção científica, com trabalhos de TCC, dissertações e tese vinculados ao projeto, incluindo estudos metodológicos para construção e validação de Objetos de Aprendizagem em formato digital, já em uso e em fase de implementação por outros CRDEs. Portanto, este projeto propõe a continuidade das ações do CRDE de Diamantina, reafirmando seu papel de referência nacional na educação em diabetes no ambiente escolar, em parceria com universidades, uma Revista de Diabetes (impressa e digital) com veiculação nacional e instituições de saúde, fortalecendo a rede de CRDEs e garantindo impacto social na formação discente, na atualização de docentes universitários e da educação básica, na vida de crianças e adolescentes com DM e na comunidade escolar em geral.
Objetivo Geral: Dar continuidade às ações extensionistas do Projeto Diabetes nas Escolas do CRDE de Diamantina, em articulação com profissionais da saúde e da educação básica, visando à promoção da saúde, à inclusão e ao cuidado integral dos alunos com diabetes no ambiente escolar. Objetivos Específicos: a) Dar continuidade às ações do CRDE de Diamantina, apoiando docentes, discentes e profissionais da saúde e da educação básica na implementação de práticas integradas de educação em diabetes e promoção da saúde no contexto escolar; b) Produzir e disponibilizar Objetos de Aprendizagem (OA) digitais — dois e-book e 12 podcasts para o Spotify — direcionados a estudantes e seus familiares, com foco no manejo do diabetes tipo 1, na prevenção e no manejo do diabetes tipo 2 e da obesidade, bem como na promoção de hábitos de vida mais saudáveis com abordagens sobre alimentação, atividade física e saúde mental no âmbito do diabetes. Além disso, os materiais poderão ser compartilhados com outros projetos e programas de extensão e/ou da UFVJM voltados à educação em saúde nas escolas; c) Contribuir para o empoderamento de profissionais da educação básica, fortalecendo sua atuação como membros da equipe de apoio ao tratamento e ao cuidado de alunos com diabetes; d) Utilizar as redes sociais como ferramentas complementares de informação, comunicação e educação em diabetes, combatendo a desinformação sobre o diabetes e ampliando o alcance das ações junto à comunidade escolar e ao público em geral interessado no tema; e) Divulgar as ações do Projeto Diabetes nas Escolas da Santa Casa de BH por meio das redes sociais, de forma a estimular a expansão de novos CRDEs na microrregião de Diamantina e em outras localidades do Brasil, ampliando o público-alvo do Projeto Diabetes nas Escolas.
a) Manter o vínculo extensionista do CRDE de Diamantina com o público-alvo em 2026, contemplando as sete escolas previamente capacitadas pela equipe em anos anteriores. b) Ampliar o acervo de materiais educativos do Projeto Diabetes nas Escolas local e nacional, fortalecendo as ações de promoção da saúde e inclusão do aluno com diabetes no ambiente escolar no âmbito do ensino, da pesquisa e da extensão. c) Produzir dois e-books, cada um com aproximadamente 80 atividades educativas, voltados à educação infantil no contexto da rotina do aluno que vive com diabetes, a partir dos diálogos com a comunidade externa integrada ao projeto. d) Produzir 12 podcasts em parceria com os estúdios da Rádio Universitária da DICOM/UFVJM para compartilhamento no perfil do projeto no Spotify, com temas inéditos e voltados à educação em diabetes no contexto da rotina do aluno que vive com diabetes na escola, a partir das demandas de todos os envolvidos no projeto, ou seja, o público interno e o externo. e) Gerar e divulgar produção acadêmica a partir das ações do projeto, por meio da elaboração de pelo menos um resumo para apresentação em eventos de extensão, pesquisa ou ensino, e de um artigo científico ou capítulo de livro. f) Apoiar o treinamento on-line/remoto de novos coordenadores de CRDEs, contribuindo para a expansão e fortalecimento da rede nacional de Centros de Referência Diabetes nas Escolas. g) Divulgar os conteúdos educativos digitais em postagens mensais compartilhadas com as redes sociais do CRDE e da Revista Momento Diabetes. Impacto esperado: Ao final do projeto, espera-se que a continuidade do apoio da PROEXC ao Projeto Diabetes nas Escolas de Diamantina reforce o compromisso social e político da comunidade acadêmica da UFVJM junto às escolas parceiras dos CRDEs, estimulando-as a exercerem plenamente seu papel transformador na sociedade. Essa iniciativa se torna ainda mais relevante diante do cenário nacional de pós-pandemia de COVID-19 e da permanência de práticas de ensino remoto e/ou híbrido, além da expansão massiva do uso de tecnologias digitais na educação básica, no superior desenvolvido na UFVJM, bem como nas instituições parceiras desta proposta de extensão universitária.
O projeto adotará, em parte, a metodologia já consolidada pelo CRDE da Santa Casa de Belo Horizonte, que inclui treinamentos on-line gratuitos e de acesso aberto, oferecidos por meio de plataforma EAD do Projeto Diabetes nas Escolas. Os conteúdos são apresentados em linguagem acessível, com uso de vídeos, apostilas digitais, gibis, teleaulas e materiais do programa educativo Kids Diabetes nas Escolas, da International Diabetes Federation, traduzidos e validados para a cultura brasileira, além de conteúdos complementares elaborados e validados pelos CRDEs de BH, Diamantina (SILVA, 2021) e Teixeira de Freitas/UFSB (MOURÃO et al, 2023). Também serão utilizados materiais e diretrizes do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Diabetes e referências científicas nacionais (REBERTE et al., 2012; SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES, 2025). Essa etapa será parte da divulgação dos CRDEs para promoção da criação de novos CRDEs pelo Brasil. Ao final de cada curso, formulários de avaliação on-line serão automaticamente disponibilizados aos participantes para avaliação do curso EAD e feedback aos participantes. 1. Produção de Objetos de Aprendizagem 1.1. Produção de e-books para a série ‘Aprendo com o diabetes’: serão criados dois e-books com cronograma mensal de produção. A escrita será realizada pelos discentes extensionistas, sendo duas graduandas de fisioterapia e uma enfermeira doutora e especialista em educação em diabetes, sob supervisão de docentes, sobretudo do coordenador do projeto que é fisioterapeuta e especialista em educação diabetes em diabetes, em Games e Gamificação na Educação e em Informática na Educação. Cada tema passará por revisão gramatical e pedagógica, seguido de criação de layout, arte e diagramação no Canva®. Outros discentes poderão ser adicionados ao projeto ao longo de sua execução. Os conteúdos abordarão aspectos essenciais do diabetes no contexto infantil, de forma lúdica e ilustrada, contemplando: a) Aspectos gerais: monitorização glicêmica, uso e aplicação de insulinas, condutas em hipoglicemia e hiperglicemia; b) Alimentação: dieta saudável, desmistificação de restrições, importância do controle de peso e inclusão em atividades escolares; c) Atividade física: papel preventivo e terapêutico, cuidados durante exercícios e incentivo ao esporte; d) Direitos e deveres das escolas em relação ao aluno com diabetes. e) Outros temas diversos: relacionados ao manejo do diabetes na criança e no adolescente com diabetes tipo 1, segundo as atualizações das Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, entre outras fontes publicadas ao longo da vigência do projeto. A produção dos e-books será continuamente reavaliada e ajustada com base em interações com o público-alvo, garantindo adequação às necessidades reais das crianças e adolescentes com DM e de seus educadores. Os produtos terão registro de ISBN e DOI, sendo disponibilizados nas redes sociais do projeto; da Revista Momento Diabetes; a todos os CRDEs do Brasil (via e-mail, grupos de WhatsApp e redes sociais); em plataformas como Google Acadêmico, Google Livros, no Repositório Institucional da UFVJM e no repositório de Objetos Educacionais eduCAPES. Parte da verba será destinada à impressão de exemplares para distribuição gratuita às escolas locais que já foram parceiras e tiveram seus profissionais previamente treinados e os alunos inseridos em ações educativas no ambiente escolar pelo CRDE de Diamantina. 1.2. A produção de podcasts educativos: Entre fevereiro e novembro de 2026, será desenvolvida uma série de podcasts voltada à educação em diabetes, organizada em quatro etapas principais: (1) seleção dos conteúdos com base em revisão da literatura sobre temas específicos do projeto; (2) estruturação da mensagem, adaptada para linguagem acessível e dinâmica; (3) produção e gravação dos áudios no estúdio da DICOM/UFVJM, com apoio de discentes extensionistas, do docente e de um técnico dos estúdios da DICOM, membro da equipe extensionista; e (4) revisão técnica por especialistas em diabetes antes da finalização da produção de cada episódio. Os episódios resultantes serão publicados no perfil oficial “Podcasts Diabetes nas Escolas” na plataforma Spotify, ampliando o alcance das ações extensionistas para além da comunidade escolar de intervenções presenciais pelos CRDEs. A iniciativa também contribuirá para a capacitação dos estudantes envolvidos, que desenvolverão habilidades de comunicação científica, produção de conteúdo para mídia digital e interação com novas linguagens educativas. Além disso, todos os podcasts, em formato MP4, serão enviados aos CRDEs por e-mail e WhatsApp. 2. Organização e integração entre CRDEs: a) CRDE Santa Casa BH: manutenção/cadastro de novas escolas para treinamento EAD; avaliação do conhecimento prévio via postagens e lives (Educa Diabetes); acompanhamento das turmas; apoio ao treinamento EAD de funcionários escolares e discentes da UFVJM se houver demandas; contato contínuo com a coordenação do projeto para feedback e atualização. b) CRDE Diamantina (UFVJM): manutenção do contato com escolas previamente parceiras, envio de conteúdos digitais e novos cadastros para treinamentos EAD; apoio às capacitações on-line (Google Meet) para formação de novos coordenadores de CRDEs em parceria com os CRDEs da UFSB e de BH, a depender de novas demandas; contato com o CRDE de BH sempre que necessário. Ao longo do projeto, os extensionistas serão incentivados a produzir e submeter artigos ou capítulos de livro a periódicos e editoras nacionais e/ou internacionais, visando divulgar resultados e fortalecer suas competências científicas. Também serão estimulados a participar de eventos técnico-científicos em âmbitos local, nacional e internacional, além de elaborar relatórios semestral e final que sistematizem as ações desenvolvidas. Outra meta é identificar demandas de pesquisa relacionadas ao tema, promovendo a integração com a iniciação científica e a pós-graduação em futuras iniciativas do Projeto Diabetes nas Escolas. 3. Inserção e capacitação discente: Para a execução deste projeto, serão selecionados estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação ou pós-graduação da UFVJM nas áreas de ciências da saúde, educação, tecnologia da informação e afins, por oferecerem formação compatível com o uso de estratégias de educação em saúde e de tecnologias digitais de comunicação. Os discentes extensionistas, bolsistas ou voluntários, deverão buscar embasamento em livros, artigos, diretrizes da SBD, manuais do Ministério da Saúde e sites técnico-científicos, a fim de fundamentar a produção e utilização do material educativo do projeto. Em seguida, os estudantes serão capacitados por docente da equipe executora, especialista em educação em diabetes, tecnologia e inovação na educação, podendo também receber formações complementares de outros docentes de áreas relacionadas ao cuidado da pessoa com DM. Estão previstas reuniões científicas quinzenais, com discussões de artigos, vídeos e relatos de experiência para atualização, nivelamento de conhecimento e integração da equipe. Algumas dessas reuniões contarão com a participação de coordenadores e membros de outros CRDEs, fortalecendo a troca de vivências e a integração com o Projeto Diabetes nas Escolas. Ao final do projeto, os estudantes poderão elaborar resumos para apresentação em eventos, produzir pelo menos um artigo científico e/ou capítulo de livro e participar do registro dos dois e-books desenvolvidos. Essa experiência permitirá aprimorar a linguagem científica e acadêmica aplicada à Educação em Saúde com foco no DM. Os extensionistas serão corresponsáveis pela preparação de conteúdos educativos, treinamentos online e/ou presenciais em conformidade com as diretrizes do CRDE de BH, além da elaboração dos relatórios parcial, final e de imagens exigidos pelo edital. Também poderão colaborar em pesquisas integradas ao Grupo de Estudo do Diabetes (GED), enviar trabalhos e participar de eventos, bem como auxiliar no treinamento de novos extensionistas para futuras ações do GED, durante a vigência do projeto. 4. Avaliação e acompanhamento: A avaliação dos extensionistas será contínua, por meio de reuniões periódicas, discussões em grupo, apresentações de resultados parciais, autoavaliações via formulários on-line e feedback do público-alvo. Serão elaborados relatórios semestral e final, com análise crítica das ações, identificação de demandas e propostas de melhorias. 5. Aspectos éticos: Serão respeitadas todas as normas éticas, incluindo aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFVJM quando necessário, além da obtenção de Termos de Consentimento e Cessão de Imagem dos participantes e qualquer outra exigência para integração da extensão com a pesquisa e o ensino.
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Disponível em: https://diretriz.diabetes.org.br/. Acesso em: 17 set. 2025.
O Projeto Diabetes nas Escolas constitui-se como um espaço privilegiado de interação dialógica entre a comunidade acadêmica da UFVJM e a sociedade, especialmente no âmbito escolar. A proposta parte do princípio de que a extensão universitária deve promover um processo de troca de saberes, em que o conhecimento científico se articule com os saberes locais, possibilitando a construção de práticas educativas contextualizadas e transformadoras. Nesse sentido, estudantes e docentes da universidade desenvolvem atividades junto a professores, gestores, profissionais de saúde, pais e alunos das escolas, reconhecendo-os como protagonistas no processo de ensino-aprendizagem. Essa aproximação possibilita não apenas a difusão de informações sobre o manejo do DM no ambiente escolar, mas também a escuta ativa das demandas da comunidade, que orientam a definição de prioridades e a produção de materiais educativos digitais. As ações incluem rodas de conversa e discussão nas reuniões científicas, nas interações com o público-alvo., treinamentos e a disponibilização de Objetos de Aprendizagem, como podcasts e e-books. Tais recursos são produzidos de forma colaborativa, com linguagem acessível e adequação às realidades locais, permitindo que o conhecimento circule de maneira horizontal e inclusiva. Ao mesmo tempo, a vivência prática no território escolar enriquece a formação dos estudantes extensionistas, que desenvolvem competências técnicas, comunicativas e sociais fundamentais para sua atuação profissional. Outro aspecto central é a participação da comunidade escolar na avaliação das atividades, por meio de reuniões, feedbacks e formulários on-line. Essa corresponsabilidade fortalece a legitimidade das ações, promove ajustes contínuos e amplia o alcance social do projeto. Assim, o diálogo entre universidade e sociedade se concretiza como via de mão dupla: a universidade compartilha saberes científicos e tecnológicos, e a comunidade contribui com experiências e práticas cotidianas que reorientam a produção de conhecimento. Dessa forma, a interação dialógica promovida pelo Projeto Diabetes nas Escolas reforça o compromisso social da UFVJM, ampliando a inclusão, a equidade em saúde e o impacto positivo das ações extensionistas no enfrentamento do diabetes em âmbito escolar e comunitário.
O Projeto Diabetes nas Escolas é estruturado com forte base em interdisciplinaridade e interprofissionalidade, articulando saberes e práticas de diferentes áreas do conhecimento para abordar o DM de forma integral no contexto escolar. A atuação das equipes dos CRDEs de Diamantina e de outras regiões do Brasil integradas ao projeto envolve profissionais das áreas de saúde, educação, tecnologia da informação, comunicação e ciências sociais, garantindo que as ações de extensão, ensino e pesquisa sejam complementares e sinérgicas. Essa articulação permite que os estudantes extensionistas compreendam a complexidade do cuidado à criança e ao adolescente com DM, considerando aspectos clínicos, pedagógicos, nutricionais, psicológicos e sociais (REIS et al., 2018; SILVA JUNIOR et al., 2020; MOURÃO et al., 2023). A interprofissionalidade se manifesta na integração de docentes, especialistas e estudantes de diferentes cursos em todas as etapas do projeto, desde a produção de materiais educativos digitais até o planejamento e produção de podcasts. A equipe inclui profissionais distintos que contribuem com suas competências específicas para a construção de conteúdos acessíveis e cientificamente embasados, promovendo um aprendizado compartilhado e colaborativo. As reuniões mensais, encontros científicos e discussões de casos clínicos favorecem o diálogo entre diferentes profissionais e estudantes, além de permitir o alinhamento das ações educativas com as necessidades reais da comunidade escolar. Essa abordagem interdisciplinar fortalece a capacidade dos extensionistas de desenvolver soluções educativas inovadoras e contextualizadas, ao mesmo tempo em que promove habilidades de comunicação, colaboração e tomada de decisão conjunta. Além disso, a interprofissionalidade garante que os materiais produzidos e as intervenções aplicadas reflitam uma visão holística do cuidado, respeitando a diversidade das demandas dos alunos e de suas famílias. A experiência adquirida contribui para a formação de profissionais críticos, éticos e conscientes da importância da integração entre áreas do conhecimento na promoção da saúde e na educação em diabetes, ampliando o impacto social do projeto em âmbito local e regional.
O Projeto Diabetes nas Escolas exemplifica a integração entre ensino, pesquisa e extensão ao articular ações educativas com a produção de conhecimento científico e a vivência prática junto à comunidade escolar. As atividades extensionistas são planejadas de forma a permitir que estudantes participem de todas as etapas do processo educativo, desde a coleta e análise de informações sobre as necessidades do público-alvo até a elaboração, aplicação e avaliação de materiais educativos digitais e presenciais. Nesse contexto, o ensino se dá de maneira prática e aplicada, complementando a formação acadêmica dos estudantes com experiências reais de intervenção em saúde, promovendo a aprendizagem significativa e o desenvolvimento de competências profissionais e sociais. A pesquisa está presente na produção e sistematização de dados sobre o impacto das ações realizadas, bem como na avaliação da efetividade dos Objetos de Aprendizagem, podcasts e demais materiais produzidos pelo projeto. A análise crítica de literatura, diretrizes, artigos e relatórios permite a fundamentação científica das estratégias de intervenção, contribuindo para o avanço do conhecimento sobre educação em diabetes no ambiente escolar. A extensão, por sua vez, garante a interação direta com a comunidade, envolvendo escolas, estudantes, familiares e demais atores sociais. Por meio dessa articulação, as ações do projeto promovem a transferência de conhecimento científico para a sociedade e, simultaneamente, trazem demandas reais para reflexão acadêmica e para a pesquisa, estabelecendo um ciclo contínuo de aprendizado e aprimoramento. Essa indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão fortalece a formação integral dos estudantes, amplia o impacto social do projeto e contribui para a consolidação do CRDE de Diamantina como referência em educação em diabetes. Ao integrar teoria, prática e investigação científica, o projeto promove não apenas a capacitação de profissionais, mas também a melhoria da qualidade de vida dos estudantes com diabetes e de suas famílias, consolidando a importância da universidade como agente transformador da sociedade.
A participação no Projeto Diabetes nas Escolas oferece aos estudantes uma oportunidade única de desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal, promovendo competências que transcendem o aprendizado teórico. A experiência prática permite a aplicação de conceitos de educação em saúde e comunicação digital em situações reais, fortalecendo habilidades de planejamento, organização, tomada de decisão e adaptação às necessidades de diferentes públicos escolares. Ao atuar na produção de materiais educativos, podcasts e atividades digitais, os estudantes aprendem a traduzir conhecimento científico em conteúdos acessíveis e contextualizados, aprimorando sua capacidade de comunicação e de desenvolvimento de estratégias pedagógicas inovadoras. Essa prática contribui para a construção de autonomia, criatividade e senso de responsabilidade, uma vez que cada estudante é corresponsável pelo planejamento, execução e avaliação das ações implementadas no projeto. Além disso, a interação contínua com a comunidade escolar permite o desenvolvimento de habilidades de escuta ativa, empatia e mediação de conflitos, essenciais para compreender e atender às demandas do público-alvo. A participação em reuniões científicas, discussões de artigos e análise de experiências práticas proporciona ainda o fortalecimento do pensamento crítico e analítico, incentivando a reflexão sobre os processos educativos e a tomada de decisões baseadas em evidências. A elaboração de relatórios, resumos e materiais científicos favorece o aprimoramento da linguagem acadêmica e da produção escrita, preparando os estudantes para apresentações em eventos e publicação de artigos ou capítulos de livros. Paralelamente, a possibilidade de colaborar em pesquisas vinculadas ao projeto contribui para o desenvolvimento de competências investigativas, promovendo integração entre teoria, prática e produção de conhecimento. Dessa forma, a participação no projeto potencializa a formação integral dos estudantes, ampliando sua visão sobre o papel da educação em saúde na sociedade e a importância da transferência de conhecimento para a comunidade. A experiência fortalece habilidades interdisciplinares, promove reflexão crítica sobre práticas educativas e estimula o compromisso com a promoção de saúde, consolidando aprendizagens que reverberam em sua trajetória acadêmica e futura atuação profissional.
O Projeto Diabetes nas Escolas propicia transformação social significativa ao atuar diretamente na promoção de saúde e inclusão no ambiente escolar. Ao capacitar equipes escolares e ampliar o acesso a materiais educativos digitais, o projeto contribui para a formação de uma cultura de cuidado e atenção ao aluno com diabetes, prevenindo situações de risco, reduzindo preconceitos e promovendo equidade no acesso à informação (REIS et al., 2018; DA SILVA et al., 2025). A disponibilização de podcasts, e-books e outros objetos de aprendizagem permite que o conhecimento produzido no âmbito acadêmico alcance crianças, familiares e profissionais de diversas regiões, democratizando a educação em saúde e fortalecendo redes de apoio comunitário. Essa difusão do conhecimento promove maior autonomia e protagonismo tanto dos estudantes quanto das famílias, estimulando práticas de autocuidado e prevenção do diabetes ou de suas complicações, desde a infância (COSTA et al., 2025; MORGADO et al., 2025). Além disso, o projeto estimula a participação ativa da comunidade acadêmica na resolução de demandas sociais concretas, gerando impactos duradouros que extrapolam o espaço da universidade. A interação com escolas parceiras e demais CRDEs no Brasil fortalece vínculos institucionais e amplia o alcance das ações educativas, contribuindo para a formação de redes colaborativas e compartilhamento de experiências que fortalecem políticas locais de saúde e educação (SILVA JUNIOR et al., 2020). O projeto ainda atua na conscientização da sociedade em geral sobre a importância da inclusão e da prevenção, promovendo mudanças de comportamento e atitudes que beneficiam não apenas alunos com diabetes, mas toda a comunidade escolar. Dessa forma, as ações do projeto se configuram como agentes de transformação social, consolidando a universidade como espaço de produção de conhecimento aplicado, promoção de cidadania e melhoria da qualidade de vida da população. O impacto social é reforçado pelo caráter contínuo e sustentável das atividades, que combinam produção de materiais educativos, capacitação de equipes e disseminação digital, garantindo que os benefícios do projeto se estendam para além do período imediato de execução, consolidando práticas de cuidado e prevenção que permanecerão no cotidiano escolar.
Plano de Comunicação do Projeto Diabetes nas Escolas de Diamantina. Objetivo: Ampliar a visibilidade do projeto, fortalecer a educação em diabetes no contexto escolar e engajar escolas, famílias e profissionais de saúde. - Redes sociais: Plataformas do CRDE: Instagram, Facebook, YouTube, Spotify e WhatsApp; e da Momento Diabetes: Instagram. - Conteúdos: informativos gerais sobre o tema; educativos (e-books, podcasts, vídeos curtos); inspiracionais (depoimentos de alunos, professores e famílias) e institucionais (eventos, parcerias). Frequência: 1 post semanal + stories no Instagram/Facebook; 1 vídeo por mês no YouTube; podcasts mensais no Spotify; atualizações pontuais em grupos de WhatsApp. - E-mail marketing (crde.diamantina@gmail.com) aos professores, famílias dos alunos, profissionais de saúde, pesquisadores e coordenadores de CRDEs; - Estratégia: boletim semestral com ações e materiais, comunicados especiais para lançamentos, segmentação por perfis de interesse.- - Ferramentas: avaliação semestral via formulários Google. - Identidade visual: paleta de 4 cores azuis da identidade visual dos CRDEs e uso constante da marca do projeto CRDE de Diamantina. - Avaliação: monitoramento de engajamento em redes, número de downloads e reproduções, métricas de e-mail (confrimação de recebimento). - Relatórios semestrais para ajustes estratégicos do projeto.
O nosso parceiro CRDE da Santa Casa de Belo Horizonte é integrado a um hospital público de referência estadual e vinculado ao Instituto de Ensino e Pesquisa, desempenha papel central na expansão do Projeto Diabetes nas Escolas para outras regiões do país. Essa articulação institucional permite consolidar o projeto como modelo de intervenção educativa, promovendo capacitação de escolas, produção de materiais digitais e articulação com políticas públicas de saúde. A visibilidade alcançada pelo CRDE tem potencializado a disseminação de práticas bem-sucedidas, consolidando sua reputação como referência nacional em educação em diabetes e servindo de inspiração para outras instituições de ensino interessadas em firmar parcerias com a Santa Casa de BH e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). O impacto do CRDE vai além do território imediato, pois a produção e compartilhamento de conteúdos educativos em revistas científicas, sites especializados e eventos nacionais e internacionais ampliam o alcance do projeto e incentivam a replicação de suas estratégias. A circulação de conhecimento permite que práticas inovadoras de ensino e extensão em diabetes sejam incorporadas em diferentes contextos, fortalecendo redes de colaboração e integração entre universidades, CRDEs e escolas públicas e privadas. Além disso, o CRDE atua como núcleo de referência para a construção de políticas educacionais e de saúde voltadas ao cuidado de estudantes com diabetes, promovendo a inclusão e a prevenção de complicações. A experiência acumulada na elaboração de materiais pedagógicos digitais, na capacitação de equipes escolares e na articulação com a comunidade evidencia a relevância do projeto para a transformação social e para o fortalecimento do papel da universidade como agente de inovação educativa e promotora de cidadania. Dessa forma, a atuação do CRDE da Santa Casa de BH não apenas contribui para o fortalecimento do Projeto Diabetes nas Escolas, como também influencia práticas educativas em nível nacional, consolidando um modelo de extensão universitária com ampla repercussão social e científica.
Direitos Autorais (obras literárias, artísticas, científicas, jogos digitais).
Público-alvo
CRDEs das regiões das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil: BH, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, São Paulo, Rio de Janeiro e cidades do interior de vários estados.
Seguidores das Redes Sociais do Projeto: Mais de 7.000 seguidores das redes sociais do CRDE de Diamantina: Instagram, Facebook e Spotify. Além de mais de 9.200 seguidores da rede social do CRDE da Santa Casa BH (Instagram e Facebook Diabetes nas Escolas
Estudantes escolares e seus familiares vinculados às escolas que foram parceiras do projeto do CRDE de Diamantina entre os anos 2017 a 2023. Trata-se de sete escolas de Diamantina e microrregião que em editais Pibex de anos anteriores
Funcionários de equipes escolares (equipes pedagógicas, diretorias, professores, tutores, profissionais dos serviços gerais, motoristas, vigilantes, cozinheiras, entre outros) das 07 escolas que, anos anteriores, já foram parceiras com o CRDE de Diamantina.
Leitores e seguidores da Revista Momento Diabetes - Momento Saúde Digital & Content Editora LTDA: 35,4 mil seguidores no Instagram (@momentodiabetes), 17 mil no Facebook (@momentodiabetes) mais os seguidores do site (https://www.momentodiabetes.com.br/).
Municípios Atendidos
Diamantina - MG
Itamarandiba - MG
Presidente Kubitschek - MG
Turmalina - MG
Serro - MG
Belo Horizonte - MG
Caratinga - MG
Governador Valadares - MG
Ibirité - MG
Araxá - MG
Caxias do Sul - RS
Gramado - RS
Porto Alegre - RS
Rio de Janeiro - RJ
Aracaju - SE
Vitória - ES
Teixeira de Freitas - BA
Salvador - BA
Natal - RN
João Pessoa - PB
Campinas - SP
Limeira - SP
Curitiba - PR
Fortaleza - CE
Parcerias
Apoio técnico com gravações e produções das pílulas para o perfil Podcast Diabetes nas Escolas, no Spotify.
O Centro de Referência Diabetes nas Escolas (CRDE) da Santa Casa de Belo Horizonte continuará a parceria com o Projeto Diabetes nas Escolas de Diamantina em 2026, apoia a expansão microrregional (nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri), regional e nacional dos CRDEs; manterá a oferta do curso EAD em Diabetes destinada ao público-alvo desta proposta; oferece apoio técnico científico ao presente projeto.
O CRDE-TxF da Universidade Federal do Sul da Bahia continuará a parceria com o Projeto Diabetes nas Escolas de Diamantina em 2026, com apoio técnico científico à execução das ações da presente proposta extensionista.
1) A Momento Diabetes vai oferecer: (a) 10 exemplares impressos da revista Momento Diabetes nº 36 – lançada em agosto/2025; (b) 10 exemplares impressos da revista Momento Diabetes nº 37 – lançamento em novembro/2025; (c) 10 exemplares impressos da revista Momento Diabetes nº 38 – lançamento em fevereiro/2026; (d) 5 livros impressos 100 Anos de Insulina; (e) Cupons de 100% de desconto para acesso à revista digital Momento Diabetes 36, 37 e 38 no site da Momento Diabetes. (2) Revista Momento Diabetes, uma produção da Momento Saúde Digital & Content Editora LTDA. Compartilhará conteúdos digitais produzidos como produto da presente proposta em seus stories e postagens em colaboração com as redes sociais do CRDE de Diamantina e no site da Momento Diabetes: publicar um artigo por mês sobre o tema “Diabetes nas Escolas” no site da Momento Diabetes: publicar 2 posts colaborativos por mês nas redes sociais sobre o tema “Diabetes nas Escolas”. A revista conta com mais de 35,4 mil seguidores no Instagram (@momentodiabetes), 17 mil no Facebook (@momentodiabetes), além dos seguidores e leitores do site (https://www.momentodiabetes.com.br/), cujos números não estão disponíveis. A Momento Diabetes doará assinaturas digitais e revistas impressas aos profissionais dos CRDEs e alguns para sorteios entre os pacientes com diabetes seguidores das redes sociais da presente proposta.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 844 h
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Seleção de novos membros da equipe executora do projeto, com prévia divulgação da referida seleção, a fim de contemplar os vários cursos e unidades da UFVJM
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Capacitação continuada e atualização dos membros da equipe executora do projeto.
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Contato com o público-alvo para agendar reuniões, acompanhamento das atividades, discussões e reavaliações.
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Reuniões científicas com membros da equipe executora.
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Suporte à capacitação da comunidade escolar com o curso EAD (CRDE de BH) sobre diabetes.
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Desenvolvimento de materiais educativos, compartilhamento de treinamentos, lives, vídeos, podcasts, textos em redes sociais, etc jutno ao público-alvo.
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Desenvolvimento e oferta de conteúdo educativo digital com orientações para os alunos, seus pais e o público em geral.
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Divulgação do Projeto Diabetes nas Escolas de Diamantina em escolas do município de Diamantina e da região.
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Elaboração de relatórios .
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Elaboração de resumos para submissão e apresentação de trabalhos em eventos científicos internos e/ou externos à UFVJM.
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Elaboração de artigo científico e/ou capítulo de livro/livro.
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Participação nas lives Educa Diabetes do CRDE da Santa Casa de BH.
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Elaboração e submissão de relatório final, relatório de conclusão do projeto para as escolas parceiras e divulgação dos resultados.