Detalhes da ação

MATÉRIA-PRIMA: como a Engenharia Química aplica conceitos científicos na indústria

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202203001615

Tipo da Ação

Projeto

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

02/03/2026

Data Fim

05/12/2030


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

germano possani

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Engenharias

Área Temática Principal

Educação

Área Temática Secundária

Comunicação

Linha de Extensão

Educação Profissional

Abrangência

Municipal

Gera Propriedade Intelectual

Não

Vínculada a Programa de Extensão

Não

Envolve Recursos Financeiros

Sim

Ação ocorrerá

Dentro e Fora do campus

Período das Atividades

Manhã

Atividades nos Fins de Semana

Não

Membros

Tipo de Membro Interno
Carga Horária 2 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 2 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 2 h
Resumo

O projeto "Matéria-Prima" visa despertar o interesse de estudantes do ensino médio pela Engenharia Química por meio de práticas experimentais que conectam ciências básicas a processos industriais. Alunos de graduação, sob supervisão docente, atuam como tutores em escolas de Diamantina/MG, promovendo atividades que incluem aplicação de questionários de percepção, divulgação do curso e desenvolvimento de materiais didáticos. A proposta também busca fortalecer a relação universidade-escola.


Palavras-chave

Extensão universitária, divulgação tecnológica, popularização da ciência, processos químicos industriais, ensino médio


Introdução

O cenário da formação de engenheiros no Brasil apresenta um sério descompasso entre a demanda do país e a quantidade de profissionais qualificados. Projeções indicam um déficit significativo e crescente, que tende a se agravar nas próximas décadas na ausência de medidas concretas. Essa crise tem origem em deficiências estruturais na educação básica, onde uma parcela considerável dos estudantes demonstra grandes dificuldades em conteúdos fundamentais de matemática. Essa fragilidade resulta em um distanciamento precoce dos jovens em relação às carreiras em Engenharia, percebida como inacessível. Mesmo aqueles que ingressam no ensino superior enfrentam altas taxas de evasão, especialmente durante o ciclo inicial dos cursos, marcado por altos índices de reprovação. A superação do problema demanda uma abordagem multifacetada. Propõe-se a modernização dos currículos, a promoção de experiências práticas e de estágios, e a criação de ambientes mais acolhedores nas instituições. Entre as ações complementares a esse cenário, a extensão universitária atua como um pilar fundamental nesta estratégia, ao conectar a universidade com a sociedade e com o ensino básico. Essa aproximação é vital para desmistificar a profissão, captar e engajar os estudantes, bem como alinhar a formação acadêmica com os desafios reais do setor produtivo.


Justificativa

O Brasil enfrenta atualmente um desafio estratégico referente a formação de engenheiros. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima um déficit de 75 mil engenheiros (Nakashima, 2024), enquanto projeções do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA) alertam que, sem intervenções, esse número pode atingir 1 milhão de profissionais até 2030 (Panaro, 2025). As raízes dessa crise são profundas e residem na fragilidade da rede pública de ensino básico. Dados do Pisa revelam que 73% dos estudantes brasileiros de 15 anos possuem dificuldades severas com conceitos matemáticos básicos (Galhardi, 2025). Atualmente, apenas 7,7% dos concluintes do ensino médio detêm conhecimento satisfatório em matemática (TODOS PELA EDUCAÇÃO, 2025), o que gera uma rejeição precoce: apenas 12% desses alunos pensam em cursar Engenharia (Sellani, 2025). Para o jovem, a profissão é percebida como inalcançável ou dissociada da realidade. Dentro das universidades, o desafio estende-se à permanência divido à alta taxa de evasão, de modo que para 100 ingressantes, apenas 35 se formam (Juliboni, 2025). O maior entrave é o ciclo básico: entre 60 % e 80 % das reprovações ocorrem nos primeiros semestres em disciplinas como Cálculo e Física (Tonini; Pereira, 2024). A resolução deste problema é complexa e possui múltiplas abordagens: a) Maior participação dos estudantes em programas de estágios (Juliboni, 2025); b) Projetos “mão-na-massa”, empresas juniores, equipes de competição e projetos de responsabilidade social são essenciais para elevar o engajamento discente, atuando diretamente na redução das taxas de evasão e retenção ao conferir sentido prático e utilidade imediata aos fundamentos teóricos, além promover um aprendizado alinhado e concomitante com desafios e desenvolvimentos tecnológicos modernos (CNI, 2021); c) Tornar os currículos dos cursos de Engenharia mais modernos, atrativos e alinhados ao ensino baseado em competências para o desenvolvimento tanto das habilidades técnicas (hard skills) quanto comportamentais/interpessoais (soft skills) (Juliboni, 2025; Martínez-Gómez; Nicolalde, 2025; Munir, 2022; Tonini; Pereira, 2024); d) Promover ambiente(s) de acolhimento para auxiliar na qualidade de vida da comunidade acadêmica, a exemplo da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp (FEQ-Unicamp, 2024); e) Um trabalho mais efetivo por parte dos conselhos de classe no sentido de fiscalizar os termos de contratação dos(as) engenheiros(as) e por consequência maior valorização por parte das empresas/indústrias (CONFEA, 2024). f) Além das atividades de ensino e pesquisa voltadas para além dos muros das universidades, também é essencial a participação por parte dos alunos sob a supervisão dos professores em práticas extensionistas (Tonini; Pereira, 2024). As práticas extensionistas na Engenharia, sejam elas curricularizadas, conforme as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s), ou desenvolvidas de forma complementar, são fundamentais para romper o modelo tradicional de ensino e promover a aprendizagem ativa fora dos limites da sala de aula (Tonini; Pereira, 2024). A realização desses projetos permite que o estudante assuma um papel de protagonismo, mobilizando conhecimentos técnicos e desenvolvendo competências como liderança, trabalho em equipe e comunicação e enfrentando situações de contexto real e complexo. Ademais, a extensão universitária é uma importante ferramenta para estreitar o laço com a educação básica, sendo vital para levar a Engenharia aos estudantes do ensino médio por meio de oficinas, programas de Iniciação Científica Júnior e mostras como a FEBRACE (CNI, 2021). Essas ações buscam despertar o "encantamento" pela profissão e desmistificar a ideia de que a carreira é inacessível ou restrita a "gênios", combatendo precocemente a aversão às ciências exatas gerada por lacunas na base escolar. Ao aproximar o jovem da prática tecnológica e da inovação, a universidade não apenas atrai novos talentos para as áreas das Ciências Naturais, Tecnologias, Engenharia e Matemática (STEM), como também garante o fluxo de profissionais qualificados necessários para sustentar o crescimento econômico e a soberania tecnológica do Brasil. No caso da Engenharia Química, esse cenário não é diferente (Santos, 2023; Silva et al., 2022). Porém também já existem ações que vão desde mudanças profundas em projetos pedagógicos de curso, como o caso da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp (FEQ-Unicamp, 2023), como em ações extensionistas em diferentes cursos pelo Brasil (PROEC-UFMA, 2025).


Objetivos

Objetivo geral: Despertar o interesse de estudantes do ensino médio pelas ciências básicas e pela Engenharia Química, por meio da demonstração prática da aplicação de conceitos científicos utilizados em processos industriais, promovendo a interdisciplinaridade e divulgando o curso e a profissão. Objetivos específicos: a) Realizar aulas práticas em escolas de ensino médio da região de Diamantina/MG, abordando conceitos de Química, Física, Matemática com enfoque industrial. b) Aplicar questionários antes e após as atividades para avaliar a percepção dos estudantes em relação aos conceitos científicos e ao curso de Engenharia Química, conforme APÊNDICE A – Protocolo para pesquisa de percepção de aprendizagem. c) Desenvolver e utilizar materiais didáticos que integrem as ciências básicas e exemplifiquem sua aplicação industrial. d) Promover a interação entre graduandos de Engenharia Química e estudantes do ensino médio, estimulando a troca de experiências e a orientação profissional. e) Divulgar o curso de Engenharia Química da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, suas áreas de atuação e perspectivas de carreira.


Metas

1. Meta para Objetivo Específico (a): Selecionar 3 escolas da rede pública de Diamantina/MG e firmar parcerias até 4 semanas após o início do projeto. Elaborar 3 roteiros de aulas práticas interdisciplinares (Química/Física/Matemática) com clara vinculação industrial em até 6 semanas. Executar as aulas práticas nas escolas parceiras, atendendo no mínimo 150 alunos do ensino médio, ao longo de 8 semanas. 2. Meta para Objetivo Específico (b): Aplicar o questionário de percepção (APÊNDICE A) para 100% dos alunos participantes antes da primeira atividade prática. Reaplicar o mesmo questionário para 100% dos alunos após a última atividade. Consolidar e analisar os dados coletados em um relatório preliminar em até 15 dias após o fim das intervenções. 3. Meta para Objetivo Específico (c): Desenvolver 3 kits experimentais portáteis e seus respectivos manuais de operação didáticos em até 5 semanas. Testar e validar todos os kits e materiais em sessão interna com a equipe do projeto antes da visita às escolas. 4. Meta para Objetivo Específico (d): Realizar um treinamento com a equipe de graduandos (mínimo 8 alunos) sobre didática e orientação profissional em até 3 semanas. Garantir que em cada visita às escolas haja interação direta de pelo menos 2 graduandos com cada turma de alunos. 5. Meta para Objetivo Específico (e): Produzir material de divulgação ( e apresentação padrão) sobre o curso de Engenharia Química da UFVJM em até 4 semanas. Promover um evento de encerramento na universidade (dia de campus aberto) para os alunos das escolas visitadas, com visita aos laboratórios, dentro do prazo total do projeto.


Metodologia

A execução do projeto seguirá as seguintes etapas metodológicas, organizadas em ações por escola participante: 1. Planejamento e preparação: Seleção e preparação dos experimentos (conforme APÊNDICE B – Experimentos utilizados), revisão dos conceitos científicos e industriais correlatos, e organização dos materiais e equipamentos (vidrarias, reagentes, data show, caixa de som, etc.). 2. Apresentação da equipe: Breve apresentação da equipe (professores e alunos extensionistas). 3. Aplicação de questionários: No início de cada encontro, será aplicado um formulário para diagnosticar o conhecimento prévio dos estudantes sobre o conceito a ser trabalhado e seu interesse pela área de Engenharia Química. Ao término da atividade, o mesmo formulário inicial é reaplicado para avaliar a evolução da percepção e do interesse dos estudantes. 4. Aula prática: Introdução ao tema e realização do experimento com a participação ativa dos estudantes do ensino médio, supervisionados pelos extensionistas. Ênfase na observação, registro e discussão dos fenômenos. 5. Discussão e aplicação industrial: Após a prática, a equipe conduz uma conversa com os alunos, questionando sobre possíveis aplicações industriais do conceito e, em seguida, apresenta casos reais de utilização na indústria química e de processos. 6. Divulgação do curso: Apresentação do curso de Engenharia Química, com informações sobre disciplinas, áreas de atuação, mercado de trabalho e perspectivas de carreira, utilizando folhetos e vídeos institucionais. 7. Registro da atividade: Registro fotográfico (com autorização) para evidenciar a execução da atividade, conjuntamente com o preenchimento da ficha de registro da atividade, conforme APÊNDICE C – Ficha de registro da atividade. 8. Avaliação e relatórios: Análise dos dados dos questionários aplicados e elaboração de relatórios parciais e final.


Referências Bibliográficas

CNI. O Futuro da Formação em Engenharia: uma articulação entre as demandas empresariais e as boas práticas nas universidades. Brasília: [s. d.], 2021. Disponível em: http://portaldaindustria.com.br/publicacoes/2021/6/o-futuro-da-formacao-em-engenharia-uma-articulacao-entre-demandas-empresariais-e-boas-praticas-nas-universidades/. Acesso em: 7 jan. 2026. CONFEA. Confea lança Frente de Valorização Profissional e do salário mínimo | Confea - Conselho Federal de Engenharia e Agronomia. [S. l.], 2024. Disponível em: https://www.confea.org.br/confea-lanca-frente-de-valorizacao-profissional-e-do-salario-minimo. Acesso em: 7 jan. 2026. FEQ-UNICAMP. FEQ Acolhe: Espaço de Acolhimento da FEQ. [S. l.], 2024. Disponível em: https://www.feq.unicamp.br/feqacolhe/ FEQ-UNICAMP. Projeto Pedagógico do Curso. [S. l.], 2023. Disponível em: https://graduacao.feq.unicamp.br/vida-academica/. Acesso em: 7 jan. 2026. GALHARDI, R. Como vencer o déficit de 75 mil engenheiros. Revista Ensino Superior, [s. l.], n. 291, 2025. Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2025/04/16/como-vencer-o-deficit-de-75-mil-engenheiros/. JULIBONI, M. Apagão de engenheiros compromete obras e projetos estratégicos no Brasil. [S. l.], 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/brasil/apagao-de-engenheiros-compromete-obras-e- projetos-estrategicos-no-brasil/. Acesso em: 7 jan. 2026. MARTÍNEZ-GÓMEZ, J.; NICOLALDE, J. F. Development of soft and hard skills with a better employability vision for engineering students. Frontiers in Education, [s. l.], v. 10, 2025. Disponível em:https://www.frontiersin.org/journals/education/articles/10.3389/feduc.2025.1578287/full. Acesso em: 7 jan. 2026. MATEUS, A. L. Química na cabeça: Experiências espetaculares para você fazer em casa ou na escola. [S. l.]: UFMG, 2001. MUNIR, F. More than technical experts: Engineering professionals’ perspectives on the role of soft skills in their practice. Industry and Higher Education, [s. l.], v. 36, n. 3, p. 294–305, 2022. NAKASHIMA, F. Pesquisa da CNI aponta deficit de 75 mil engenheiros no mercado brasileiro. [S.l.], 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2024/12/7007814-pesquisa-da-cni-aponta-deficit-de-75-mil-engenheiros-no-mercado-brasileiro.html. Acesso em: 7 jan. 2026. PANARO, R. “Se nada for feito, déficit de engenheiros chegará a 1 milhão até 2030”, alerta presidente do Confea. In: TIMES BRASIL - LICENCIADO EXCLUSIVO CNBC. 2 jun. 2025. Disponível em:https://timesbrasil.com.br/brasil/se-nada-for-feito-deficit-de-engenheiros-chegara-a-um-milhao-ate-2030-alerta-presidente-do-confea/. Acesso em: 7 jan. 2026. PROEC-UFMA. Projeto de Extensão da UFMA lança revista ChemE para impulsionar inovações em Engenharia Química e áreas afins. [S. l.], 2025. Disponível em: https://portalpadrao.ufma.br/proec/noticias/projeto-de-extensao-da-ufma-lanca-revista-cheme-para-impulsionar-inovacoes-em-engenharia-quimica-e-areas-afins. Acesso em: 7 jan. 2026. SANTOS, M. T. dos. Ensino e aprendizado em Engenharia Química: desafios e perspectivas de modernização na era digital. Revista de Ensino de Engenharia, [s. l.], v. 42, 2023. Disponível em: https://revista.abenge.org.br:443/index.php/abenge/article/view/2086. Acesso em: 7 jan. 2026. SELLANI, S. Pesquisa: desinteresse por engenharia ameaça o futuro da inovação no Brasil. Correio Braziliense, Brasília, 25 set. 2025. Ensino Superior. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2025/09/7250578-pesquisa-desinteresse-por-engenharia-ameaca-o-futuro-da-inovacao-no-brasil.html. Acesso em: 7 jan. 2026. SILVA, P. P. et al. Potencialidades E Fragilidades De Um Curso De Engenharia Química Pela Análise De Egressos. Regae: Revista de Gestão e Avaliação Educacional, [s. l.], v. 11, n. 20, 2022. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S2318-13382022000100215&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt. Acesso em: 7 jan. 2026. TODOS PELA EDUCAÇÃO. Ensino Médio. In: ANUÁRIO BRASILEIRO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2025. São PAulo: Todos Pela Educação / Fundação Santillana, 2025. Disponível em:https://anuario.todospelaeducacao.org.br/2025/capitulo-4-ensino-medio.html. Acesso em: 7 jan. 2026. TONINI, A. M.; PEREIRA, T. R. D. S. (org.). ABENGE 50 ANOS: desafios de ensino, pesquisa e extensão na educação em engenharia. Brasília: ABENGE, 2024. Disponível em: Acesso em: 6 jan. 2026.


Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

O projeto promove diálogo direto entre graduandos, professores e estudantes do ensino médio de Diamantina/MG, por meio de visitas a escolas e atividades práticas que aproximam a universidade da comunidade.


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

As atividades integram conhecimentos de Química, Física e Matemática, aplicados a processos industriais, envolvendo estudantes e professores em abordagens interdisciplinares que conectam ciências básicas à Engenharia Química.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

O projeto articula ensino (formação dos graduandos), pesquisa (aplicação de questionários e análise de dados) e extensão (interação com escolas), consolidando a indissociência entre os pilares universitários.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

Os graduandos desenvolvem habilidades técnicas, didáticas e interpessoais ao planejar e executar atividades, atuando como tutores e mediadores do conhecimento, o que fortalece sua formação acadêmica e cidadã.


Impacto e Transformação Social

A iniciativa contribui para despertar vocações científicas, reduzir a evasão escolar e popularizar a Engenharia Química, promovendo acesso ao conhecimento e fortalecendo a relação universidade-escola.


Divulgação

Os resultados e experiências do projeto serão divulgados em eventos acadêmicos de extensão e ensino, por meio de resumos e pôsteres. As atividades também serão compartilhadas nas redes sociais da universidade e em mídias locais, ampliando o alcance e a visibilidade da ação junto à sociedade


Público-alvo

Descrição

O projeto tem como público-alvo principal estudantes do ensino médio de escolas públicas e particulares da região de Diamantina/MG, com idade entre 15 e 18 anos, prioritariamente aqueles que estão em fase de escolha profissional. Espera-se atingir turmas de aproximadamente 33 alunos por encontro, totalizando um alcance significativo ao longo do período de execução. Como público secundário, incluem-se professores do ensino médio, que poderão incorporar as abordagens interdisciplinares e práticas em suas aulas, e estudantes de graduação em Engenharia Química, que atuarão como monitores e extensionistas, desenvolvendo habilidades didáticas, de comunicação e de planejamento. O projeto também se dirige à comunidade acadêmica, por meio da divulgação dos resultados e da promoção da cultura científica e tecnológica.

Municípios Atendidos

Município

Diamantina - MG

Parcerias

Nenhuma parceria inserida.

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 67 h

Carga Horária 20 h
Periodicidade Anualmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Seleção e preparação dos experimentos, revisão dos conceitos científicos e industriais correlatos, e organização dos materiais e equipamentos (vidrarias, reagentes, data show, caixa de som, etc.).

Carga Horária 2 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

A equipe se apresenta e aplica questionários pré e pós-atividade para avaliar conhecimento e interesse. Em seguida, conduz aula prática com participação dos alunos, discute aplicações industriais, divulga o curso de Engenharia Química e realiza registro fotográfico e documental da atividade.

Carga Horária 45 h
Periodicidade Anualmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Análise dos dados dos questionários aplicados e elaboração de relatórios parciais e final.