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Revista “Entre Prosas e História”: divulgação, extensão e ensino na formação docente
Sobre a Ação
202203001709
032022 - Ações
Projeto
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
30/04/2026
31/12/2027
Dados do Coordenador
alessandro peregalli fontana
Caracterização da Ação
Ciências Humanas
Comunicação
Educação
Tecnologia da informação
Municipal
Sim
Não
Não
Dentro e Fora do campus
Tarde
Não
Membros
O Projeto da “Revista ‘Entre Prosas e História: divulgação, extensão e ensino na formação docente”, propõe estratégias de pesquisa e elaboração do conhecimento histórico na interface das diferentes temporalidades e demandas colocadas tanto para a formação docente quanto para as aprendizagens históricas e sobre a História.
Formação docente, História, Divulgação científica
A divulgação do conhecimento científico produzido nas universidades é algo que sempre preocupou os pesquisadores mais sérios que compreendem a importância de democratizar as produções científicas. Muitos desses conhecimentos produzidos acabam ficando restritos a um círculo da própria comunidade acadêmica, intrigando a sociedade que muitas vezes não compreende a função social das universidades. Esse projeto surge do anseio em compartilhar o conhecimento histórico produzido a partir de disciplinas ministradas no Curso de Licenciatura em História da UFVJM e inserir a comunidade nesse processo, tratando-a não somente como um objeto mas como um sujeito ativo na produção do conhecimento científico. Essa postura contribui para que a sociedade se entenda como parte da universidade e desenvolva uma postura crítica diante a constantes ataques que as universidades e o conhecimento científico sofrem em momentos de instabilidade. A chamada “Ciência Cidadã”, proposta por Irwin (1998), é fundamentada nesse sentido, ao propor que a ciência deve buscar envolver a população em projetos de pesquisa, sobretudo na coleta de dados em campo e na criação de redes de colaboração entre instituições acadêmicas e organizações da sociedade civil como forma de estratégia relevante para a promoção da educação científica junto à sociedade. A Revista Entre Prosas e História, teve início em 2022, elaborado por um grupo discente do curso de História, durante a disciplina de ˜Laboratório de Ensino de História - Produção de Matérias Didáticos˜ lecionada pela docente Rosiane Bechler. A proposta era a realização de uma atividade em grupo, que consistia na produção de um material didático para trabalhar em sala de aula. A primeira edição surgiu, então, como um material produzido para o trabalho final da disciplina. Após a elaboração da revista, o grupo que a elaborou foi convidado pelo Laboratório de História da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) para vincular o material ao laboratório e compor a equipe de edição dos números seguintes. A primeira edição da revista foi publicada em maio de 2022 a partir de uma uma adaptação do material inicialmente pensado para estudantes em sala de aula. No entanto, após reflexões e da vinculação a um projeto de extensão e pesquisa, viu-se a necessidade de ampliar o público para além das salas de aulas, de modo que o espaço da revista se configure como território amplo e aberto para divulgação, informações, diálogos e relatos de comunidades sobre diversas temáticas. O nome escolhido para a revista “Entre Prosas e História", se justifica por ser um espaço dedicado a diálogos que atravessam o espaço acadêmico, em interface com as pesquisas históricas , mas vão além dele, dando sentido a “Prosa” como algo mais informal, e ao mesmo tempo por ser um espaço que se dedica a pesquisa científica da "História" em suas páginas. Inicialmente a proposta era que as publicações fossem realizadas trimestralmente, possuindo uma estrutura de no máximo 20 páginas, para não ficar cansativo para os leitores. A revista era divida em blocos, onde as primeiras páginas se dedicavam a um editorial apresentando uma proposta do tema, seguida por até três textos que falavam da temática em diversas perspectivas, onde sempre um era situado localmente na cidade de Diamantina, onde está inserida a universidade. O segundo bloco intitulado “ Voz da Comunidade” se dedicava a realização de entrevistas com a população da cidade sobre o tema, como forma de interação mais direta, sendo que em seguida era produzido um texto em cima das entrevistas como forma de democratizar a opinião pública da comunidade. Em seguida as páginas eram dedicadas a uma atividade interativa, como jogos e perguntas sobre o tema, sendo o bloco intitulado de “Histórias Descontraídas”. No quarto bloco intitulado de “Indica aí” era inserido indicações de outros conteúdos sobre o tema como músicas, livros, podcast, filmes, novelas e outros. Por fim, era dado um spoiler sobre a temática da próxima edição, como forma de instigar e desenvolver a expectativa do público. A primeira edição, que foi oficialmente publicada em maio de 2022, teve como temática central “História, Saúde e Meio Ambiente”. O tema surgiu devido ao contexto da pandemia de Covid que assolou o mundo inteiro. Com isso em perspectiva, vimos que ao longo da história humana, nos deparamos com várias doenças que devastaram grande parte da população. O que percebemos, no entanto, é que essas doenças estão diretamente ligadas com a relação que o ser humano estabelece com a natureza. Esta edição teve o intuito de trazer ao público uma perspectiva da História sobre essas relações. Como uma pandemia interfere na vida das pessoas? De onde vem tais doenças? Como a ação humana no meio ambiente contribui para que essas doenças apareçam? A edição seguinte, publicada em agosto de 2022, coincidiu com o bicentenário da independência do Brasil. Deste modo, o tema central se debruçou sobre as narrativas acerca da emancipação brasileira do governo portugues. A ideia partiu de um simples questionamento que deu título à produção; “200 anos de quê?” Durante a elaboração, debatíamos sobre como a narrativa da independência se difundia nas escolas e na sociedade de modo geral. Sempre eram falas com tom heróico e de libertação plena. Com isso, o objetivo dos textos publicados foi de tecer um diálogo crítico com essas narrativas, entendendo que o marco da independência é mais profundo e cheio de percalços. A edição contou com a primeira seção de entrevistas, na qual membros da revista saíram pelas ruas de Diamantina perguntando às pessoas sobre o que elas pensavam sobre a ideia de “independência”. A seção foi mantida na edição seguinte. A terceira edição, de março de 2023, foi produzida pensando no contexto do Carnaval, mas por alguns imprevistos, foram incluídas outras festas populares. A edição recebeu o título de “Festas e Cidadania”. Esse número teve como objetivo o entendimento das festas populares na construção da identidade nacional brasileira. Temas transversais como embranquecimento cultural e elitização foram tratados na revista. Como exemplo, um dos textos debatia a “gourmetização” do samba, estilo musical historicamente marginalizado que conquistou o gosto das elites e foi “embranquecido” para representar a musicalidade brasileira. A seção de entrevista, como supracitado, se manteve nessa edição, e desta vez contou com uma entrevista com membros da Festa do Rosário de Diamantina. A última edição publicada até o momento, intitulada “Me conta essa História” buscou compreender o que se entende por “História Pública”, os diferentes formatos pelos quais ela se apresenta, e como ela afeta as construções do nosso imaginário e a nossa consciência histórica. Tendo como prerrogativa que se as condições históricas ultrapassam os limites das escolas, as narrativas também a fazem. As indagações que a edição pretendeu se delimitar partiram das seguintes: Será que a nossa compreensão histórica parte única e somente do que nos é apresentado em sala de aula? Ou será que existem construções conscientes no imaginário de uma população local? É possível que haja narrativas históricas nos filmes e novelas que assistimos? Será que até o ato cotidiano de navegar pelas redes sociais pode servir na construção e internalização de uma narrativa histórica? As edições anteriores da revista foram divulgadas no site do Laboratório de Pesquisa e Fazeres Históricos dos Vales (LABORALES) em formato digital (PDF) e, adicionalmente, foram impressas 40 cópias físicas, viabilizadas pela Coordenação do Curso de História. Essas cópias foram distribuídas em escolas estaduais e municipais, bibliotecas públicas e na biblioteca da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). Embora a equipe idealizadora da revista pretendesse produzir um número maior de exemplares impressos, tal objetivo não pôde ser plenamente alcançado em virtude da ausência de um financiamento específico destinado ao projeto e das limitações orçamentárias do curso. A retomada do projeto, com seu cadastro junto a Pró-reitoria de Extensão Cultura, busca consolidar a proposta e, ainda, atender às demandas colocadas pela curricularização da extensão. Além disso, revela-se e grande relevância para o fortalecimento dos três pilares da universidade: ensino, pesquisa e extensão. No âmbito da pesquisa, cada edição da revista requer o desenvolvimento de investigações temáticas específicas, voltadas a assuntos de relevância social e histórica para a comunidade em que a universidade está inserida. Tal prática promove a produção e a circulação de saberes contextualizados, em consonância com a perspectiva de pesquisa socialmente comprometida defendida por autores como Demo (1997), que compreende a pesquisa como um processo formativo e transformador. No campo do ensino, a revista se configura como um instrumento pedagógico de apoio às escolas que recebem os exemplares, contribuindo para o trabalho interdisciplinar, o estímulo à leitura e à escrita científica e o aprofundamento crítico de temas locais e regionais. A participação de membros da equipe editorial que também são professores da educação básica, contribui no processo de disseminação e discussão das edições, ampliando o alcance pedagógico da iniciativa, promovendo o diálogo entre universidade e escola básica, conforme defende Freire (2014), ao valorizar o saber da experiência e a construção coletiva do conhecimento. Por fim, a extensão universitária se concretiza tanto pelo compromisso com o acesso e o debate em torno do conhecimento divulgado pela revista em espaços educativos comunitários quanto pela participação ativa da população na elaboração das edições, especialmente na seção “Prosa com a Comunidade”. Para potencializar essa dimensão, o projeto prevê a realização de rodas de conversa e encontros coletivos, de modo a fortalecer os laços entre a universidade e a comunidade, promovendo uma prática dialógica, inclusiva e transformadora, em conformidade com os princípios da extensão crítica. Em síntese, o projeto propõe-se a consolidar um espaço de produção e socialização do conhecimento historicamente situado, reforçando o compromisso da universidade com a formação cidadã, a valorização das identidades locais e a construção de uma ciência comprometida com as transformações sociais.
Este projeto se justifica por sua profunda relevância em três áreas interdependentes: a social, acadêmica e pedagógica, na necessidade de fortalecer o diálogo entre Universidade, escola e comunidade com a promoção da divulgação e do debate de temas históricos relevantes para a formação docente e também para o exercício de uma cidadania crítica especialmente em um contexto de crescentes negacionismos, desinformação e ataque às ciências humanas. O projeto está fundamentado na compreensão de que o ensino de História deve ultrapassar os limites da sala de aula, precisando-se a criação de espaços de escuta, reflexão e construção coletiva do saber histórico; afinal, a universidade não pode ser um local isolado, ela tem um compromisso com a sociedade. O local onde a Revista está inserida também revela a responsabilidade dela: Diamantina é uma região com um patrimônio histórico e cultural riquíssimo mas também com complexos desafios sociais e por isso, a Revista deixa de ser apenas um produto acadêmico para se tornar o eixo de um processo de diálogo. Ao levá-la para as escolas públicas, museus e outros espaços culturais debates qualificados sobre a história local e nacional, o projeto passa a fomentar a apropriação crítica do passado pela comunidade, fortalecendo a identidade regional e, fundamentalmente, a formação de uma cidadania ativa e consciente. Em tempos de polarização, criar espaços para o debate fundamentado é, em si, um ato de fortalecimento da democracia. Além disso, os temas previamente propostos para os números da revista como: Ensino de História: linguagens, tecnologias e sensibilidades; História do Movimento Estudantil - 10 anos das ocupações de 2016, dentre outros, respondem a demandas contemporâneas tanto da pesquisa histórica quanto da prática educativa. Essas temáticas permitem pensar criticamente sobre questões de gênero, democracia, tecnologia, economia e memória social, conectando passado e presente e incentivando o protagonismo de estudantes e professores na produção de narrativas históricas. Na qualificação para a formação de professores de História este projeto representa uma oportunidade única de formação, que ultrapassa os limites da sala de aula teórica. A participação nas etapas do processo da construção da Revista, desde a organização dos seminários, passando pela curadoria e edição dos artigos, até o planejamento e a execução das oficinas pedagógicas, proporciona o desenvolvimento de competências essenciais para o professor do século XXI. Esta é a materialização da práxis, onde o conhecimento teórico é testado, adaptado e aplicado em um contexto real de interação com estudantes da educação básica. Os licenciandos não serão meros repetidores de conteúdo, mas se formarão como professores-pesquisadores e mediadores culturais, capazes de criar seus próprios materiais didáticos e de engajar seus futuros alunos em um aprendizado significativo. Fica, portanto, evidente, que o projeto “Revista Entre Prosas e História” atua como um catalisador na relação universidade-sociedade. Ao criar esse canal de diálogo que leva conhecimento crítico à comunidade e traz dela os saberes da experiência, a iniciativa cumpre um papel decisivo: fortalece de maneira concreta a formação de futuros professores, fomenta a cidadania e reafirma o propósito mais essencial de uma universidade pública e transformadora.
Objetivo geral A partir de um processo aberto e coletivo de publicação editorial, integrar ensino, pesquisa e extensão em atividades de divulgação do conhecimento histórico em diálogo com questões do tempo presente. Objetivos específicos Promover atividades formativas sobre temas de interesse público e vinculados à história social do nosso território; Contribuir para a formação dos estudantes da licenciatura em história e da educação básica nos âmbitos da escrita, acesso e leitura da história pública, considerando aspectos críticos e criativos; Construir processos coletivos de elaboração do conhecimento em todas suas etapas, com especial fomento a autonomia discente; Integrar ensino superior e educação básica em atividades que construam pontes com os estudantes e professores do Ensino Médio a partir da relação pesquisa-extensão.
Publicar quatro números da revista "Entre Prosas e Histórias", dois em 2026 e dois em 2027. Distribuir 200 exemplares físicos, sendo 50 de cada edição. Realizar quatro rodas de conversa contemplando os temas de cada número.
Enquanto projeto de extensão, a revista Prosas e Histórias não se limitará a um trabalho acadêmico e editorial, mas terá como objetivo principal a construção de um espaço de diálogo com a cidade de Diamantina, a partir dos estudantes que cursam o ensino médio. Para isso, a realização de cada número da revista vai se compor de três momentos fundamentais. O primeiro será a construção de um seminário formativo sobre o tema escolhido para o número, com um convidado experiente do tema. Para dois números, o convidado virá de fora de Diamantina e precisará de apoio para transporte. O segundo momento será uma chamada aberta para quem queira participar com artigos para o número, uma seleção por parte dos editores e o trabalho de publicação. O terceiro momento será dedicado a oficinas que iremos realizar em espaços escolares e não escolares como o Instituto Federal do Norte de Minas - Campus Diamantina e o Museu do Diamante. Essas oficinas terão o objetivo de construir, utilizando os artigos da revista como materiais didáticos, uma série de atividades formativas sobre os temas escolhidos. Paralelamente às oficinas, haverá todo um trabalho de divulgação, que será feito por meios físicos (distribuição de números da revista em escolas, bibliotecas públicas, espaços culturais da cidade) e virtuais (utilizando as páginas de Instagram da revista, a do Laborales e do Curso de Licenciatura em História).
DEMO, Pedro. Pesquisa como princípio educativo na universidade. Pesquisa em sala de aula: tendências para a educação em novos tempos, v. 2, p. 51-86, 1996. ESCOLANO, Augustín Benito. La cultura de la escuela. Uma interpretación etnohistórica. In: MAINER, J. (Ed). Pensar criticamente la educación, Zaragoza, Prensas UNIZAR, 2008. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz e terra, 2014. IRWIN, Alan. Ciência Cidadã. Um Estudo das Pessoas Especialização e Desenvolvimento Sustentável, São Paulo: Instituto Piaget, 1998. NÓVOA, António. Firmar a posição como professor, afirmar a profissão docente. Cadernos de pesquisa, v. 47, n. 166, p. 1106-1133, 2017.
A Diretriz Interação Dialógica presente na Política Nacional de Extensão, trata da produção de conhecimento junto à sociedade, de forma a contribuir para a superação da desigualdade e da exclusão social, em busca de uma sociedade mais justa, ética e democrática. Entendemos que a História e seu ensino podem ser mediadores de processos de transformação e emancipação social. A interação dialógica com a comunidade de discentes e docentes que se comprometem com esse projeto, pelo viés do debate da história social e regional, configura-se como estratégia fundamental para atender a demanda necessária e contínua de aproximação e diálogo com as culturas da escola (Escolano, 2008). E também com as demandas sociais, objetivando a promoção de uma formação docente orientada por experiências sensíveis e em sintonia com o tempo presente.
A profissionalização do/a docente em História apresenta-se como território de formação transversal e complexa. Desta feita, a interdisciplinaridade é o eixo orientador do diálogo entre saberes, conhecimentos e informações, assim como de suas estratégias de divulgação. Articulamos, aqui, conhecimentos advindos do campo da História Social, da História do Tempo Presente e da Pedagogia na promoção de estratégias educativas e formativas. Já a interprofissionalidade será incentivada e garantida pela interlocução entre estudantes, docentes do Ensino Superior e da Educação Básica, gestores culturais, e demais profissionais atuantes em espaços editoriais e educativos alinhados à proposta deste projeto.
A proposta se funda no princípio da indissociabilidade do ensino, pesquisa e extensão universitária com especial ênfase na ideia de circulação de saberes própria de iniciativas extensionistas. Trata-se de projeto de extensão cuja articulação com a pesquisa é particularmente importante, pois coloca a dimensão da pesquisa como algo que sai das fronteiras estreitas do mundo acadêmico e das lógicas individualistas e competitivas que muitas vezes, infelizmente, o caracterizam, mas que se articulam diretamente com a dinâmica social, com os espaços culturais e com as práticas educativas, ressaltando o valor de temas de História pública, social e do tempo presente perante a sociedade como um todo. Com relação ao ensino, se estabelece com base na qualificação da formação complementar de discentes do curso de licenciatura em história da UFVJM e dos professores de história e estudantes da rede básica de ensino das escolas públicas da cidade de Diamantina.
Pretende-se com esse projeto contribuir para o que Antônio Nóvoa (2017) denomina "profissionalização da formação docente". O autor reforça a importância de, no percurso da formação inicial, diminuir distâncias entre a escola e a universidade, entendendo como fundamental estratégias formativas voltadas para o preparo, o ingresso e o desenvolvimento continuado do profissional docente e também de uma primeira aproximação com a prática e a profissão da pesquisa científica e socialmente referenciada.
Como educadores e formadores de futuros/as educadores/as e pesquisadores/as, acreditamos que a Educação é por excelência um caminho contínuo na busca por transformações sociais. Ao propor nosso projeto de extensão, acreditamos que esse caminho passa também por uma busca de formas abertas, coletiva e socialmente referenciadas de produção científica, abordando temas de pesquisa de interesse público tendo sempre em mente as possibilidades desse processo para a transformação da realidade que vivemos.
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Artigos originais publicados.
Público-alvo
Estudantes de educação básica matriculados no ensino médio.
Estudantes de licenciatura em História
Professores que atuam na rede básica de ensino.
Municípios Atendidos
Diamantina - MG
Parcerias
Nenhuma parceria inserida.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 216 h
- Tarde;
Reuniões de planejamento do projeto.
- Tarde;
Rodas de conversa sobre as edições.
- Tarde;
Produção dos número da revista.