Visitante
Escotismo na Universidade: acampamento de aprendizado em horticultura.
Sobre a Ação
202203001711
032022 - Ações
Evento
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
01/05/2026
03/05/2026
Dados do Coordenador
daniel ferreira da silva
Caracterização da Ação
Ciências Agrárias
Tecnologia e Produção
Saúde
Metodologias e estratégias de ensino/aprendizagem
Local
Não
Não
Não
Dentro do campus
Integral
Sim
Membros
A proposta desta Ação de Extensão Universitária é mediar o aprendizado entre jovens escoteiros e grupos de estudos em horticultura, por meio da oferta de um minicurso. Este evento será executado durante um acampamento a ser realizado em um fim de semana, no jardim de entrada do Campus JK da UFVJM. Espera-se que o envolvimento dos grupos de estudos, estudantes e docentes do curso de Agronomia, Sistemas de Informação e Ciências básicas da saúde da UFVJM otimize o aprendizado dos jovens.
Escoteiros, Agricultura, Aprender fazendo
Neste evento de extensão, o objetivo central será aproximar o conhecimento científico na área de Horticultura gerado e difundido pela UFVJM para os jovens e chefes escoteiros para aperfeiçoar o processo de aprender fazendo. Atualmente, o escotismo mobiliza, somente no Brasil, mais de 100 mil pessoas, contando com um programa educativo na qual são encontradas diversas iniciativas que desenvolvem atividades científicas e de interação social. As especialidades relacionadas à ciência, tecnologia e saúde foram analisadas a partir de uma matriz baseada naquela apresentada por Engeströn (2001), neste evento de Extensão Universitária serão trabalhados três tópicos das especialidades de Horticultura, nível 1. Já para as atividades da progressão pessoal, são estruturadas numa caracterização baseada em eixos temáticos transversais ao programa dos quatro Ramos (Lobinhos, Escoteiros, Sêniores e Pioneiros).
A justificativa para realização desta atividade de extensão universitária é dar a oportunidade aos jovens escoteiros de aprenderem sobre Horticultura. Além de conhecer o espaço universitário, assim como seus estudantes e professores. Toda responsabilidade no acompanhamento dos jovens serão dos Escotistas do 146º/MG Grupo Escoteiro Major Anatólio Alves de Assis, devendo estes conferirem se todos os jovens estão com o registro na UEB atualizado, autorização dos pais e ficha médica atualizada. Além desses aspectos acima citados, outra justificativa para que este Programa de Extensão seja executado, refere-se à creditação da extensão no currículo dos cursos de graduação da UFVJM, que tem como base legal o princípio da indissociabilidade - do ensino, pesquisa e extensão - art. 207 da Constituição Federal de 1988; a Lei 9.394/96 – LDB – flexibilização dos currículos e formação cidadã; e o Plano Nacional de Educação 2001- 2010 (Lei no 10.172/2001) em sua Meta 23 para a educação superior, indica a reserva mínima de dez por cento do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior e a Reafirmação - na Estratégia 12.7 do novo Plano Nacional de Educação (2014-2024), Lei Federal no 13.005/2014. “12.7. assegurar, no mínimo, dez por cento do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social.” Assim o projeto irá propiciar a discentes das Ciências Agrárias, de nível superior, o acesso a conhecimentos práticos que lhes permitam aprimorar habilidades acadêmicas para sua vida profissional.
O objetivo desta atividade será aproximar o conhecimento científico na área de Horticultura gerado e difundido pela UFVJM junto aos jovens escoteiros e escoteiras, além dos escotistas para aperfeiçoar o processo de aprendizado.
- Ensinar os jovens a montar um acampamento escoteiro padrão. - Ofertar um minicurso, organizado pelos professores e estudantes do curso de Agronomia da UFVJM na área de Horticultura para os Escoteiros, a fim de que estes consigam alcançar o distintivo de Horticultura - Nível 1. - Realizar jogos educativos para assimilação do aprendizado.
1. Caracterização do Evento O evento será desenvolvido na forma de acampamento educativo vivencial, articulando ensino, extensão e práticas comunitárias, com foco na formação integral de jovens por meio de atividades práticas, colaborativas e interdisciplinares. A metodologia adotada baseia-se em três pilares: * Aprendizagem experiencial (learning by doing) * Educação não formal e trabalho em equipe * Integração entre saberes acadêmicos e práticas sociais 2. Abordagem Metodológica A condução das atividades seguirá uma abordagem participativa, prática e reflexiva, estruturada em ciclos diários compostos por: a) Vivência prática Os participantes serão inseridos em situações reais de organização e sobrevivência em campo, incluindo: * Montagem de estruturas (barracas, toldos, fogão suspenso) * Organização coletiva do espaço * Manejo de recursos naturais (lenha, água) * Preparação de alimentos b) Capacitação técnica Serão realizadas atividades formativas, especialmente na área de Agronomia, abordando: * Noções de sustentabilidade * Uso racional de recursos naturais * Relação campo–produção–meio ambiente c) Atividades lúdicas e integrativas Jogos e dinâmicas (diurnas e noturnas) serão utilizados como ferramentas pedagógicas para: * Estimular liderança * Desenvolver trabalho em equipe * Fortalecer a comunicação * Resolver problemas coletivos d) Momentos reflexivos Serão promovidos espaços de reflexão coletiva, como: * Conversas ao pé do fogo * Rodas de diálogo * Avaliações participativas Esses momentos visam consolidar aprendizagens e promover o desenvolvimento socioemocional. 3. Organização Temporal das Atividades Dia 1 – Integração e Ambientação * Recepção e acolhimento dos participantes * Organização dos grupos e montagem dos campos * Atividades práticas iniciais (estrutura e logística) * Jogos de integração * Início da autonomia na preparação alimentar * Atividade noturna educativa (ex.: código Morse) * Roda de conversa avaliativa Objetivo do dia: promover integração, adaptação ao ambiente e início do trabalho coletivo. Dia 2 – Formação e Desenvolvimento * Inspeção e organização dos espaços * Continuidade das atividades práticas * Capacitação técnica em Agronomia * Grande jogo estratégico (aprendizagem baseada em desafios) * Atividades físicas orientadas * Preparação coletiva de refeições * Fogo de Conselho com temática educativa (“Vida em Equipe”) * Espaço de gestão participativa (Corte de Honra) Objetivo do dia: aprofundar conhecimentos técnicos e fortalecer competências coletivas e de liderança. Dia 3 – Síntese e Encerramento * Momento de reflexão coletiva * Reconhecimento (entrega de distintivos/premiações) * Desmontagem do acampamento (responsabilidade compartilhada) * Avaliação final e encerramento Objetivo do dia: consolidar aprendizagens, valorizar a participação e estimular o protagonismo juvenil. 4. Estratégias Pedagógicas Serão utilizadas as seguintes estratégias: * Aprendizagem baseada em problemas (ABP) * Educação pelo jogo * Trabalho em pequenos grupos (patrulhas/equipes) * Rotação de responsabilidades * Avaliação formativa contínua Por fim, destaca-se que só poderão participar das atividades quem estiver registrado na União dos Escoteiros do Brasil, ou seja, com o seguro de vida regularizado e com a autorização dos pais em mãos.
ANDES-SN. Proposta do ANDES-SN para a Universidade Brasileira. Brasília, DF: ANDES, 2003. BRASIL, Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, 1996. BRASIL, Lei 13.005, de 25 de junho de 2014, 2014. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. CANON, C. A. S.;; PELEGRINELLI, G. Extensão Universitária: o impacto de um projeto de Extensão na formação profissional dos discentes na educação superior. In: Revista da UFG, Goiânia, GO: UFG, 2019. ELLERY, Ana Ecilda Lima; BARRETO, Ivana Cristina de Holanda Cunha. INTERPROFISSIONALIDADE E INTERDISCIPLINARIDADE: semelhanças e diferenças conceituais. In: Anais do 13o Congresso Internacional da Rede Unida, 2018. ENGESTRÖN, Y. Expansive learning at work: Toward an activity theoretical reconceptualization. Journal of Education and Work, 2001. 133 - 156. FORPROEX. Avaliação Nacional da Extensão Universitária. Brasília: MEC/SESu; Paraná: UFPR; Ilhéus, BA: UESC, v. 3, 2001. FÓRUM DE PRÓ-REITORES DE EXTENSÃO DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS. Política Nacional de Extensão Universitária. Manaus. 2012. NOGUEIRA, M. D. P. (Org.) Extensão Universitária: diretrizes conceituais e políticas. Belo Horizonte: PROEX/UFMG; O Fórum, 2000. FREIRE, P. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Editora Paz e Terra, 2014. FREIRE, P. Educação como Prática da Liberdade. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. PROEXC/UFVJM. Regulamento das Ações de Extensão. Disponível em: http://www.ufvjm.edu.br/proexc/regulamentoacoes.html. Acessado em: 28 de maio de 2020. PERO, E. Acampar e explorar. Curitiba: União dos Escoteiros do Brasil, 1992. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Manual do escotista: Ramo Escoteiro - um método de educação não-formal para jovens de 11 a 14 anos. 2a. ed. Curitiba: União dos Escoteiros do Brasil, 2013. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Padrões de atividades escoteiras – Um manual para escotistas e dirigentes. 1a. ed. Curitiba: [s.n.], 2013. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Fluxograma de progressão pessoal do Ramo Escoteiro. Escoteiros do Brasil, 2016. Disponível em: . Acesso em: 24 maio 2018. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Guia de Especialidades. 15a. ed. Curitiba: União dos Escoteiros do Brasil, 2016. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Manual do escotista: Ramo Lobinho - Um método de educação não-formal para meninos e meninas de 7 a 11 anos. 3a. ed. Curitiba: União dos Escoteiros do Brasil, 2018. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Política Nacional de Adultos no Movimento Escoteiro. Curitiba: União dos Escoteiros do Brasil, 2019. UNIÃO DOS ESCOTEIROS DO BRASIL. Projeto educativo do Movimento Escoteiro. Curitiba: União dos Escoteiros do Brasil.
A produção de conhecimento ocorrerá com participação da comunidade acadêmica e da comunidade externa à UFVJM que neste projeto será os jovens e grupos do Movimento Escoteiro, com sede no município de Diamantina. A interação dialógica orienta o desenvolvimento de relações entre a UFVJM e os setores sociais marcadas pelo diálogo e pela troca de saberes, superando-se o discurso da hegemonia acadêmica e substituindo-o pela ideia de aliança com movimentos, setores e organizações sociais. O próprio Plano Nacional de Extensão (FORPROEX, 2001) ao definir as diretrizes para a extensão universitária que devem estar presentes em todas as ações de Extensão, aponta a Interação dialógica como um dos quatro eixos essenciais para o seu desenvolvimento. A Interação Dialógica é estabelecida como desenvolvimento de relações entre universidade e setores sociais marcadas pelo diálogo, pela ação de mão-dupla, de troca de saberes, de superação do discurso da hegemonia acadêmica (FORPROEX, 2001). Freire (1979) acrescenta que, a universidade interagindo com a sociedade, tem papel determinante no que tange a capacidade de provocar a transição de uma consciência ingênua para uma consciência crítica fomentadora de transformações na comunidade em que os indivíduos vivem e atuam, isso é possível via interação dialógica. As ações de extensão são fundamentais para que a universidade realize o diálogo e a troca de conhecimento com a sociedade. Como afirma Freire (1979), a universidade tem o dever de transmitir à sociedade os conhecimentos adquiridos ao longo de toda uma tradição acadêmica. Este conhecimento deve ter como finalidade promover o desenvolvimento social e uma sociedade pautada nos valores humanos que a conduzam ao progresso tanto nas relações humanas como ambientais. Neste sentido, o ensino de entomologia e agricultura por parte dos estudantes e professores da universidade e a organização de um acampamento escoteiro por parte do grupo de escoteiro será o ambiente de interação e aprendizado deste projeto.
Sobre a interdisciplinaridade, este projeto abrange diferentes áreas do conhecimento apresentadas abaixo e possui em sua equipe professores(as) doutores(as) com experiência em projetos desenvolvidos nessas áreas, em nível de graduação e/ou pós-graduação. 1) Fitotecnia – desenvolvimento e aplicação de técnicas de manejo e produção de cereais, olerícolas, frutíferas, oleaginosas, plantas medicinais, florestas, forrageiras, dentre outras; 2) Uso, Manejo e Conservação dos Solos – sistemas de preparo do solo, técnicas de recuperação, melhoria e conservação dos solos, avaliação do potencial e planejamento do uso das terras. 3) Fitossanidade – controle químico, biológico e integrado de pragas: insetos, ácaros, doenças e plantas invasoras; 4) Nutrição e Fertilidade do solo – avaliação nutricional das plantas, interpretação de análise química do solo e recomendação de adubação; 5) Irrigação e Drenagem – elaboração, implantação e execução de projetos para abastecimento de água, irrigação e drenagem; 6) Agrometeorologia - Levantamento e interpretação de dados climáticos, previsão do tempo, previsão de geadas, previsão de safra agrícola e zoneamento agro-climático; 7) Agroecologia e Produção Orgânica – orientação, planejamento, implantação e execução de sistemas agroecológicos e de produção orgânica. Interprofissionalidade é um termo usado para definir a atuação conjunta de diversos profissionais dentro de suas áreas de competência, integrando saberes (domínio cognitivo) e compartilhando práticas ou colaborando em atividades complementares (domínio pragmático), processos estes mediados por afetos. Assumindo este conceito de interprofissionalidade, podemos perceber que ela entra em confronto com a lógica profissional, onde há limites bem estabelecidos para a atuação de cada categoria, regulamentada por leis e fiscalizada pelos conselhos de classe. Consideramos haver assimetrias na permeabilidade entre a interdisciplinaridade e a interprofissionalidade. A interdisciplinaridade ocorre no campo da organização dos saberes, sendo estes mais facilmente compartilhados, se compararmos com as possibilidades de partilha de práticas e do fazer profissional (ELLERY; BARRETO, 2018).
O projeto terá como princípio a indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão. O princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão reflete um conceito de qualidade do trabalho acadêmico que favorece a aproximação entre universidade e sociedade, a auto-reflexão crítica, a emancipação teórica e prática dos estudantes e o significado social do trabalho acadêmico. A concretização deste princípio supõe a realização de projetos coletivos de trabalho que se referenciem na avaliação institucional, no planejamento das ações institucionais e na avaliação que leve em conta o interesse da maioria da sociedade (ANDES, 2003, p. 30). Cursos que atendam às necessidades da sociedade, podem ser operacionalizados por meio de atividades curriculares como Extensão Universitária e Atividades Complementares, buscando intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas, com demonstração e aplicações do ensino e pesquisa adquiridos no curso de Agronomia, junto a extensão externa à universidade. Portanto, ações dessa natureza, envolvem o tripé da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão e ainda permitem, ofertar opções de carga horária para estudantes que necessitam de cumprir os 10% da carga horária total do curso em extensão.
A formação dos estudantes em ciências agrárias irá favorecer a execução deste projeto, uma vez que terão conhecimento amplo e profundo das atividades relacionados deste projeto. Além disso, os estudantes estarão envolvidos em atividades de transferência de tecnologia. Para tanto, iremos desenvolver treinamento em capacidade de organização das atividades propostas, comunicação oral e escrita. Nas atividades os estudantes irão organizar e terão a oportunidade de ministrarem os conteúdos. Já nas atividades de escrita, os estudantes irão elaborar materiais para a produção de materiais de divulgação técnica e elaboração de relatórios das atividades de avaliação do projeto envolvendo o público-alvo. Os estudantes serão acompanhados e avaliados de acordo com as atividades propostas desenvolvidas. A extensão universitária aproxima os estudantes junto à comunidade externa, aprimora e permite a troca de conhecimentos, impacta e transforma aqueles que passam pela experiência de formas diferentes e ao mesmo tempo, permite mudanças na formação, na vida pessoal, na sociabilidade e na simples relação com o mundo. Em suma, as ações de extensão são ainda importantes para que os estudantes coloquem em prática o aprendizado técnico desenvolvido dentro da universidade, de forma que isso possa ser propagado e aplicado ao meio externo. Para Manchur, Suriani e Cunha (2013) apud Canon e Pelegrinelli (2019) parte-se do princípio de que a formação do acadêmico é tomada como fundamento do processo educativo implementado na universidade, uma vez que contribuirá? para sua compreensão como ser socialmente responsável e livre, capaz de refletir sobre o vivido e o aprendido em sala de aula e outros espaços, como na comunidade, que vão construindo cotidianamente sua identidade pessoal e profissional alicerçadas na busca do saber ser, saber fazer e saber aprender, ou seja, na formação de suas competências. No retorno à universidade, docentes e discentes terão um aprendizado que submetido à reflexão teórica, seria acrescido àquele conhecimento. Este fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados/acadêmico e popular, terá como consequência a mudança de conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atenção da universidade (FORUM, 2001).
O conhecimento acadêmico fornecido à sociedade, pode influenciar a vida de inúmeras pessoas e agir como instrumento de mudança social e econômica, pois permite a melhoria na qualidade de vida.
Redes sociais do Grupo Escoteiro e site do Departamento de Agronomia da UFVJM.
Programação do Evento
Campus JK
01/05/2026
08:30
09:00
Abertura do Campo - Recepção dos jovens
Campus JK
01/05/2026
09:00
09:30
BOIA - Hasteamento da Bandeira, Oração, Inspeção e Avisos.
Campus JK
01/05/2026
09:30
10:00
Organizar e entregar os Materiais de Pioneira: - Início da Montagem dos Campos - Mesa,Toldo, Fogão susp,- Obrigatório - Portal, Canto do Lenhador, - Procurar Lenha para o jantar
Campus JK
01/05/2026
10:30
11:00
Lanche - Banana e Maçã
Campus JK
01/05/2026
11:00
12:00
Jogo 1
Campus JK - Departamento de Agronomia
01/05/2026
12:00
13:30
Almoço - Cozinha Central - Departamento de Agronomia
Campus JK
01/05/2026
13:30
13:50
Orientações para preparo do Jantar
Campus JK
01/05/2026
13:50
15:00
Continuação da montagem dos Campos
Campus JK
01/05/2026
15:00
15:30
Treinamento Fogo de Conselho
Campus JK
01/05/2026
15:30
15:40
Lanche: Biscoito com suco
Campus JK
01/05/2026
15:40
16:30
Jogo 2 com água - Atividade aquática
Campus JK
01/05/2026
16:30
18:00
Início do preparo do jantar Início dos banhos
Campus JK
01/05/2026
18:00
20:00
Jantar
Campus JK
01/05/2026
20:00
20:30
Jogo 3 - Jogo noturno - Código Morse
Campus JK
01/05/2026
20:30
21:30
Conversa ao Pé do Fogo - “Como foi a experiência do primeiro dia”- Roda de violão
Campus JK
01/05/2026
21:30
22:00
Ceia - Biscoito com Leite
Campus JK
01/05/2026
22:00
23:59
Silêncio no Campo - Dormir
Campus JK
02/05/2026
07:00
07:30
Alvorada
Campus JK
02/05/2026
07:30
08:00
Café da Manhã - Pão com Manteiga e Leite/Café
Campus JK
02/05/2026
08:00
08:10
BOIA - Hasteamento da Bandeira Nacional, Oração, Inspeção e Avisos.
Campus JK
02/05/2026
08:10
09:00
Inspeção de Gilwell - Barracas
Campus JK
02/05/2026
09:00
09:30
Tempo livre / Montagem de Campo (Continuação)
Campus JK
02/05/2026
10:00
22:30
10:00 Capacitação - Agronomia 12:00 Almoço - Cozinha Central 13:30 Jogo 4 - Grande Jogo - Caçada ao General 14:30 Atividade com Ed. Física (???) 15:00 Lanche - Biscoito com Suco 16:30 Início do preparo da Janta Início dos Banhos 18:00 Jantar / Banho 19:00 Tempo Livre 20:00 Fogo de Conselho - “Vida em Equipe” 21:30 Ceia - Biscoito com Leite / Suco 22:00 Reunião da Corte de Honra (eventuais problemas/soluções) 22:30 Silêncio
Campus JK
03/05/2026
07:00
12:00
7:00 Alvorada 7:30 Café da Manhã - Pão com Manteiga e Leite/Café/Suco 8:00 BOIA 8:10 Momento de Reflexão 8:50 Entrega de Distintivo e premiações 9:30 Desmontar acampamento. 10:30 Salada de Frutas 11:00 Encerramento 12:00 Chegada ao Largo Dom João
Público-alvo
Jovens escoteiros regularmente registrado na União dos Escoteiros do Brasil e com autorização dos responsáveis legais para participação do Acantonamento.
Chefes do 146º Grupo Escoteiro de Diamantina (membros adultos, responsáveis diretos pelos jovens).
Municípios Atendidos
Diamantina - MG
Parcerias
Co-responsável pela organização do evento e das atividades a serem executadas.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 50 h
- Manhã;
- Tarde;
- Noite;
Preparo do curso de horticultura, equipamentos, alimentação e plano de segurança.
- Manhã;
- Tarde;
- Noite;
Atividade descrita no cronograma de atividades. Ações coordenadas pelos chefes escoteiros, docentes da UFVJM e discentes do curso de Agronomia.