Detalhes da ação

JORNADA UNIVERSITÁRIA EM DEFESA DA REFORMA AGRÁRIA POPULAR – JURA DOS VALES 2026: BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA OS POVOS E A NATUREZA! 1996-2026: 30 anos do massacre de Carajás.

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202203001717

Tipo da Ação

Projeto

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

17/04/2026

Data Fim

30/10/2026


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

janderson silva santos

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Ciências Agrárias

Área Temática Principal

Direitos Humanos e Justiça

Área Temática Secundária

Educação

Linha de Extensão

Desenvolvimento rural e questão agrária

Abrangência

Regional

Gera Propriedade Intelectual

Não

Vínculada a Programa de Extensão

Não

Envolve Recursos Financeiros

Não

Ação ocorrerá

Dentro e Fora do campus

Período das Atividades

Integral

Atividades nos Fins de Semana

Sim


Redes Sociais

@juradosvales

Membros

Tipo de Membro Interno
Carga Horária 200 h
Tipo de Membro Externo
Carga Horária 200 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 200 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 200 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 200 h
Resumo

Entre os anos de 2014 e 2025 a UFVJM vem sendo uma parceira efetiva na defesa da democratização da terra e da Reforma Agrária e do MST, realizando a JURA e promovendo, via ações de extensão, tanto em seus campis, quanto nas comunidades que abrangem os seus espaços. Em 2026, propomos a continuidade dessa parceria. Nesse sentido, a ação pretende reforçar na universidade o tema: BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA OS POVOS E A NATUREZA e impulsionar a troca de conhecimentos entre universidade e sociedade.


Palavras-chave

Jornada universitária, Reforma Agrária Popular, Educação do Campo, 30 anos do Massacre de Carajás


Introdução

Segundo dados do Censo Agropecuário de 2017, cerca de 77% dos alimentos consumidos no Brasil são provenientes da agricultura familiar, embora esse segmento ocupe uma área significativamente menor em relação aos estabelecimentos voltados à produção de commodities agrícolas para exportação (IBGE, 2017). Tal cenário evidencia a centralidade da agricultura familiar na garantia da segurança alimentar da população, ao mesmo tempo em que revela a persistente concentração fundiária no país. Nesse contexto, a “questão agrária” se apresenta como um eixo estruturante para a compreensão das desigualdades sociais no campo brasileiro, tornando urgente o debate acerca da Reforma Agrária Popular (RAP). Conforme Caldart (2020), a RAP articula dimensões fundamentais como a democratização do acesso à terra, a soberania alimentar, a agroecologia, a organização coletiva do trabalho, a participação política e a educação. De acordo com o documento Proposta de Reforma Agrária Popular, elaborado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e atualizado em 2026, essa proposta visa promover transformações estruturais no acesso à terra e aos bens naturais, bem como nos modos de produção e nas formas de organização social no campo. A RAP busca assegurar o cumprimento da função social da propriedade, conforme estabelecido no artigo 186 da Constituição Federal de 1988, configurando-se como alternativa ao modelo de exploração intensiva do agronegócio. Ainda segundo Caldart (2020), a Reforma Agrária Popular amplia o debate para além da distribuição de terras, abrangendo a reapropriação social de bens naturais, como sementes, águas, florestas, minerais, biodiversidade e demais recursos essenciais à vida. Trata-se, portanto, de um projeto que visa à construção de relações sociais mais justas, sustentáveis e orientadas pela valorização da dignidade humana. Nesse cenário, a universidade assume papel estratégico enquanto espaço de produção de conhecimento crítico e de articulação entre saberes acadêmicos e populares. Assim, iniciativas extensionistas tornam-se fundamentais para promover o diálogo com a sociedade e contribuir para a formação cidadã. A Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA) constitui uma dessas iniciativas. Criada em 2013, durante o 2º Encontro Nacional de Professores Universitários com o MST, a JURA tem como objetivo promover, de forma articulada em diversas instituições de ensino, atividades que fortaleçam o debate público sobre a Reforma Agrária Popular no Brasil. Tradicionalmente realizada no mês de abril, a jornada mobiliza ações de ensino, pesquisa e extensão em diferentes territórios. No ano de 2026, a JURA adota como tema BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA OS POVOS E A NATUREZA! 1996-2026: 30 anos do massacre de Carajás!”, reforçando a necessidade de reflexão crítica sobre os modelos de desenvolvimento no campo. No âmbito da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), a iniciativa chega à sua 8ª edição, sendo construída por meio da articulação entre docentes, discentes, grupos de pesquisa e movimentos sociais populares do campo e da cidade.


Justificativa

Com o avanço dos modelos neoliberais e do agronegócio de caráter especulativo e predatório, aliado à constante retirada de direitos básicos fundamentais à promoção da vida no campo e na cidade, torna-se essencial a construção de espaços de diálogo entre a universidade e a sociedade civil organizada. Esses espaços são fundamentais para a elaboração de propostas de enfrentamento e a construção de alternativas viáveis, ancoradas na realidade dos sujeitos e coletivos que mais sofrem os impactos desses modelos que degradam a vida e a natureza. Nesse sentido, a universidade assume papel estratégico enquanto espaço de produção de conhecimento crítico e de articulação entre saberes acadêmicos e populares. Assim, iniciativas extensionistas tornam-se fundamentais para promover o diálogo com a sociedade e contribuir para a formação cidadã. A Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA) constitui uma dessas iniciativas, tem como objetivo promover, de forma articulada em diversas instituições de ensino, atividades que fortaleçam o debate público sobre a Reforma Agrária Popular no Brasil. Nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a JURA se consolida como um importante espaço de interação, reflexão crítica e construção de um projeto popular para o país. A JURA DOS VALES vem sendo realizada na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) desde os anos de 2014, em formato presencial, com exceção de 2021, que foi de forma remota devido ao Covid 19, configurando-se como um momento significativo de encontro entre a universidade e as organizações da sociedade civil. Ao longo de suas edições, a JURA dos Vales tem promovido debates diretamente relacionados à realidade dos sujeitos, comunidades e organizações sociais da região. Esses espaços de debates e trocas de experiências contribuíram para consolidar a JURA dos Vales como um espaço de debate interinstitucional, articulando universidade e organizações da sociedade civil — especialmente movimentos sociais — com o objetivo de analisar criticamente a realidade, fomentar o diálogo e construir estratégias de enfrentamento a projetos que ameaçam as comunidades e comprometem as condições de existência dos sujeitos coletivos. Além disso, a JURA dos Vales se configura como um espaço de resistência à lógica hegemônica de desenvolvimento atribuída à região, historicamente marcada pela exploração de recursos naturais e pela inserção subordinada na economia, seja como produtora de matéria-prima — como na mineração, na monocultura de eucalipto e na implantação de hidrelétricas —, seja como fornecedora de mão de obra por meio da migração sazonal de trabalhadores. Nesse contexto, a Jornada contribui para o fortalecimento de projetos alternativos, baseados na justiça social, na sustentabilidade e na valorização dos modos de vida locais. Dessa forma, o presente projeto de extensão justifica-se pela relevância social e acadêmica de fomentar o debate sobre a questão agrária, contribuindo para a formação crítica da comunidade universitária e para o fortalecimento das lutas sociais em defesa da vida, da terra e da justiça social.


Objetivos

Objetivo Geral: Promover o debate crítico sobre a questão agrária no Brasil, com ênfase na Reforma Agrária Popular, com a temática: BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA OS POVOS E A NATUREZA! 1996-2026: 30 anos do massacre de Carajás! por meio da realização da Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária no Vales do Jequitinhonha e Mucuri -JURA DOS VALES na UFVJM. Objetivos Específicos • Fomentar a reflexão sobre a função social da terra e a soberania alimentar; • Articular universidade e movimentos sociais populares; • Valorizar os saberes e as experiências dos povos do campo, das águas, das florestas e das cidades; • Incentivar práticas agroecológicas e sustentáveis; • Contribuir para a formação política e cidadã da comunidade acadêmica.


Metas

Realizar um evento com cerca de 6 atividades (rodas de conversa, intercâmbio, mesas, oficinas, mostras, cine debates, plantio de arvores etc.) que permitam envolvimento e interação entre a comunidade universitária e as comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Promover ação de extensão com participação de aproximadamente 300 pessoas; organizar a articulação política, social e cultural a partir do diálogo entre diferentes organizações da sociedade civil que atuam na região.


Metodologia

A Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - JURA dos Vales integra a articulação estadual da JURA em Minas Gerais. Dessa forma, sua organização se estrutura em dois níveis complementares: o nível estadual e o nível regional. A equipe estadual é composta por representantes das equipes regionais, enquanto a equipe regional, no âmbito da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), é responsável pela organização e execução das atividades locais. A metodologia adotada fundamenta-se nos pressupostos teórico-metodológicos de Paulo Freire, especialmente no que se refere à valorização do diálogo, da construção coletiva do conhecimento e da horizontalidade nas relações entre os sujeitos. A organização das atividades ocorrerá por meio da divisão de tarefas em equipes, tais como: coordenação geral, relatoria, comunicação, infraestrutura e mística, articuladas entre si e em constante diálogo com a equipe estadual, garantindo a integração entre as ações regionais e estaduais. A premissa central da metodologia é a promoção da “troca de saberes”, compreendida como um processo dialógico e horizontal de construção do conhecimento, no qual diferentes sujeitos — acadêmicos, movimentos sociais e comunidades — interagem de forma crítica e colaborativa. Nessa perspectiva, o conhecimento não é concebido como algo a ser transferido, mas como resultado das relações entre sujeitos e o mundo, sendo continuamente produzido e ressignificado por meio da problematização crítica da realidade (FREIRE, 1983). Assim, o projeto valoriza a interação entre diferentes formas de conhecimento acadêmico, popular e tradicional, buscando superar hierarquias e promover relações baseadas na reciprocidade, no respeito e na construção coletiva. Esse processo exige o reconhecimento da importância da escuta e da participação ativa dos diversos sujeitos envolvidos, especialmente das populações do campo, das águas e das florestas, como ribeirinhos, quilombolas, extrativistas e agricultores familiares e Sem Terras. As atividades serão desenvolvidas de forma presencial, no período de abril a outubro de 2026, e estruturadas a partir da centralidade do diálogo como prática educativa e política. Dentre as ações previstas, destacam-se: • Abertura da JURA dos Vales: ato Político-Cultural em Defesa da Reforma Agrária Popular: Resistir E Organizar – Assentamento Terra Prometida - Felixburgo - MG • Rodas de conversa: constituirão a principal estratégia metodológica, orientando tanto atividades específicas quanto permeando as demais ações, como espaços horizontais de escuta, troca de experiências e construção coletiva de conhecimento; • Mesas de debate: realizadas em parceria com instituições como a UFVJM, a UEMG (Unidade Diamantina) e o IFNMG (Unidade Diamantina), além de movimentos sociais, visando aprofundar discussões a partir da articulação entre produção acadêmica e experiências de luta social; • Oficinas e intercâmbios: voltados à partilha de práticas e saberes, com ênfase em agroecologia, organização social e educação popular; • Cine-debates: realizados em espaços estratégicos, com o objetivo de ampliar o acesso da população ao debate e fomentar reflexões críticas a partir de produções audiovisuais; • Atividades socioambientais: como o plantio de árvores, em diálogo com o Plano Nacional “Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis”, do MST, envolvendo estudantes do ensino médio do IFNMG e acadêmicos da UFVJM e UEMG. O processo avaliativo será contínuo e participativo, ocorrendo de forma concomitante às atividades. A avaliação será realizada por meio da observação da participação dos envolvidos, bem como por meio de diálogos e rodas de conversa ao final de cada atividade, possibilitando a escuta das percepções dos participantes e o aprimoramento das ações ao longo do desenvolvimento do projeto. Dessa forma, a metodologia proposta busca fortalecer práticas extensionistas comprometidas com a transformação social, valorizando o diálogo, a construção coletiva e a articulação entre universidade e sociedade.


Referências Bibliográficas

CALDART, Roseli Salete (org.) Dicionário da Educação do Campo. / Organizado por Roseli Salete Caldart, Isabel Brasil Pereira, Paulo Alentejano e Gaudêncio Frigotto. – Rio de Janeiro, São Paulo: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Expressão Popular, 2012. _________. Roseli Salete. Reforma Agrária Popular e Educação. Revista Trabalho, Educação e Saúde. volume 7, número 1, entre março e junho de 2009. FREIRE, P. Comunicação ou Extensão. São Paulo: Paz e Terra, 8o Edição, 1983. ____________. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 42ª edição, 2005. ____________. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 25ª edição,1996. MARTINS. Adalberto Floriano Greco. A questão Agrária no Brasil: da Colônia ao Governo Bolsonaro – Vol. 10, São Paulo, Expressão Popular, 2024. IBGE. Censo Agropecuário 2017: resultados definitivos. Rio de Janeiro: IBGE, 2017. MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA (MST). Proposta de Reforma Agrária Popular. 2026. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.


Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

A programação do evento pretende reforçar na universidade o tema sobre a luta pela terra; debater, a partir da perspectiva freiriana, sobre educação popular e libertadora; e impulsionar a troca de conhecimentos entre universidade e sociedade. Assim, esta proposta traz uma série de atividades voltadas para a reflexão pública numa perspectiva humanista.


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

O tema ": BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA OS POVOS E A NATUREZA! 1996-2026: 30 anos do massacre de Carajás! que a JURA de 2026 tem como horizonte de debate, integra ainda mais os conhecimentos de ciências agrárias, ciências humanas, ciências da natureza, ciências econômicas, ciências sociais e linguística, letras e artes.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

A indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão se dará, por exemplo em atividades como a mesa redonda, onde os convidados que irão compor a mesa divulgarão e debaterão pesquisas sobre a luta pela terra e projeto de país, ao mesmo tempo que dialoga com as experiências dos agricultores e militantes do movimento social. Além disso, professores da universidade e do instituto federal e estudantes da universidade irão também se formar em cine debates, intercâmbios em assentamentos entre outras atividades, que poderão refletir em pesquisas futuras.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

Os estudantes das instituições de ensino superior envolvidas (UFVJM, IFNMG, UEMG) estarão envolvidos a partir tanto das possibilidades de participação nas atividades do evento, quanto na atuação junto às equipes de construção do evento (coordenação geral, mística, comunicação e relatoria). A participação na JURA 2026 gera grande potencial formativo, pois além da metodologia que dialoga com os princípios da educação popular (construção dialógica dos conhecimentos e dos processos com envolvimento ativo dos diferentes sujeitos), permite uma vivência e aproximação com as diferentes organizações sociais e populares que atuam nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Estas, por sua vez, têm acúmulos reflexivos com análise da realidade local e regional, inclusive com indicativos de pautas políticas, científicas e econômicas que buscam superar as mazelas produzidas socialmente a partir da atuação do Estado, de grandes projetos de desenvolvimento.


Impacto e Transformação Social

A realização da Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária é uma atividade que tem ligação com a missão institucional da UFVJM, voltada para atuação regional, em parceria com organizações sociais e com capacidade de construir percursos formativos e debates que provocam a reflexão sobre o papel da Universidade pública quanto à produção de conhecimentos contextualizados e de extensão universitária amparada nos princípios da educação popular - de base dialógica, engajada e permanente com os sujeitos em suas diferentes realidades. É de fundamental relevância ocupar o espaço da Universidade trazendo debates fundamentais para construir outros percursos possíveis de desenvolvimento regional, que perpassam pela garantia do acesso à terra, pelo direito ao território dos povos e comunidades tradicionais, pelo reconhecimento e devida reparação das famílias e comunidades atingidas pelos grandes projetos de desenvolvimento implementados na região nos últimos 50 anos e que geraram um significativo impacto social (migração, empobrecimento, expropriação dos bens comuns etc.) e ambiental (degradação dos biomas). Ademais, constitui-se como um dos poucos espaços-tempos em que o ambiente acadêmico é efetivamente ocupado por sujeitos, trabalhadores e trabalhadoras, do campo e da cidade, e que trazem sua leitura de mundo, sua análise da realidade e os produtos do seu trabalho, como exemplo de resistência aos vários processos vividos. Em 2026, as atividades da JURA envolverá as IES em Diamantina (UMEG, IFNMG além da UFVJM) e as de Teófilo Otoni (IFNMG além também da UFVJM), presencial nas cidades e o intercâmbio no mesmo assentamento, integrando as regiões.


Divulgação

Será utilizado para divulgação das atividades panfletos, e redes sociais


Público-alvo

Descrição

Estudantes do Ensino Médio do IFNMG Diamantina.

Descrição

Participação militantes das organizações parceiras: MST, MAM, Federação Quilombola e Observatório Fundiário.

Descrição

Serão envolvidos, diretamente, estudantes da Licenciatura em Educação do Campo, Letras, Ciências Biológicas, História, Agronomia, Geografia, Serviço social e Economia.

Descrição

Participarão da Jura Agricultores e Agricultoras das regiões do Vale do Jequitinhonha e Mucuri.

Municípios Atendidos

Município

Diamantina - MG

Município

Teófilo Otoni - MG

Município

Felixlândia - MG

Parcerias

Nenhuma parceria inserida.

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 200 h

Carga Horária 30 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Ato Político-Cultural em Defesa da Reforma Agrária Popular: Resistir E Organizar: Abertura do JURA dos Vales 2026 – Assentamento Terra Prometida - Felixburgo - MG

Carga Horária 70 h
Periodicidade Quinzenalmente
Período de realização
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Rodas de conversa, intercâmbio, paletras, plantio de árvores, cine debate, mostras fotográficas.

Carga Horária 30 h
Periodicidade Mensalmente
Período de realização
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Reuniões para levantamento das propostas de ações e cronogramas que serão executas no JURA dos Vales 2026.

Carga Horária 30 h
Periodicidade Mensalmente
Período de realização
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Reuniões para organização das atividades a serem executadas no JURA dos Vales 2026.

Carga Horária 10 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
  • Noite;
Descrição da Atividade

Elaboração do projeto de extensão para ser submetido ao SIEXC.

Carga Horária 5 h
Periodicidade Anualmente
Período de realização
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Reunião para avaliar as ações desenvolvidas durante o período do JURA dos Vales 2026.

Carga Horária 25 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
  • Tarde;
Descrição da Atividade

Elaboração do relatório final do JURA dos Vales para entrega no SIEXC.