Detalhes da ação

Saberes da Terra: expressões criativas e memória cultural na Escola do Campo

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202203001724

Tipo da Ação

Projeto

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

14/05/2026

Data Fim

31/12/2026


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

rosana baptista dos santos

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Outros

Área Temática Principal

Educação

Área Temática Secundária

Cultura

Linha de Extensão

Formação Docente

Abrangência

Local

Gera Propriedade Intelectual

Não

Vínculada a Programa de Extensão

Não

Envolve Recursos Financeiros

Sim

Ação ocorrerá

Fora do campus

Período das Atividades

Integral

Atividades nos Fins de Semana

Não


Redes Sociais

girassoldosvales

Membros

Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 50 h
Resumo

Projeto de extensão em Educação do Campo que resgata memórias e saberes tradicionais (culinária, contos, danças, artesanato, memórias do rio) na Escola Estadual Professor Tutu, em Itamarandida. Fundamentado em Freire e Arroyo, promove rodas de conversa, stands temáticos e vivências com mestres locais, fortalecendo identidade camponesa e vínculo escola-comunidade.


Palavras-chave

Escola; Território; Memória; Cultura


Introdução

A região da E.E. Padre João Afonso, em Padre João Afonso, Itamarandiba, possui uma rica diversidade sociocultural, com saberes tradicionais como culinária camponesa, contos e causos, memórias do rio, artesanato, danças e brincadeiras populares. A escola do campo precisa dialogar com esse território, valorizando a memória coletiva e promovendo uma educação intercultural, desfolclorizante e decolonial, que reconheça as crianças e jovens como protagonistas de sua cultura. Este tipo de ação promove um resgate da memória cultural e afetiva da comunidade escolar na promoção de uma educação dialógica (FREIRE).


Justificativa

Nas margens do rio, nas rodas de conversa ao final da tarde, nos temperos da culinária caseira e nas histórias contadas pelos mais velhos, mora a alma da comunidade onde está a E.E. Padre João Afonso, na comunidade homônima de Itamarandiba, MG. Ali, a cultura camponesa se expressa viva: no artesanato, nas danças, nas brincadeiras de roda, nos causos que atravessam gerações e nas memórias que o rio carrega. No entanto, dentro dos muros da escola, muitas dessas vozes ainda são abafadas. O currículo tradicional, por vezes, olha mais para longe do que para o quintal de casa, valorizando saberes distantes e desprezando a riqueza que brota do chão onde os estudantes pisam todos os dias. Paulo Freire nos ensina que educar é um ato de amor e coragem. Para ele, a verdadeira educação parte da realidade concreta de quem aprende, escuta suas histórias e desperta sua consciência crítica. Quando a escola ignora os saberes da comunidade, ela silencia identidades e reforça uma lógica que não reconhece o camponês como sujeito de conhecimento. É o que nos alerta Miguel Arroyo: os currículos muitas vezes são vazios porque não dialogam com as experiências, as dores e as alegrias dos estudantes e de seus mestres. Mas há outro jeito de fazer escola. A memória coletiva, como nos lembra Halbwachs, é o fio invisível que nos une ao lugar e às pessoas: um espaço se torna lugar quando é habitado por sentimentos, por afetos, por vivências. Assim, resgatar as memórias do rio, os causos do campo, as festas e o artesanato não é apenas um exercício cultural, mas é um ato de fortalecimento da identidade, é devolver aos estudantes o orgulho de pertencer. Crianças e jovens também criam, imaginam e transformam o mundo, pois o desenho, a brincadeira, a narrativa e a dança são formas legítimas de aprender e de se expressar. Quando a escola acolhe essas linguagens, ela não apenas ensina, mas emancipa. Por fim, Boaventura de Sousa Santos nos convida a praticar uma ecologia de saberes, onde o conhecimento científico e o saber popular se encontram, se respeitam e se complementam. Este projeto nasce desse encontro. Ele não quer folclorizar a cultura camponesa, mas sim celebrá-la, vivê-la e colocá-la no centro da prática pedagógica. Porque educar, no campo, é também plantar memória, colher identidade e partilhar a colheita com a comunidade.


Objetivos

Objetivo Geral Resgatar, preservar e valorizar as manifestações culturais e saberes tradicionais da comunidade camponesa, enfatizando o protagonismo dos estudantes na (re)construção de sua identidade e memória coletiva por meio de práticas pedagógicas interculturais. Objetivos Específicos Promover rodas de conversa para escuta atenta dos saberes prévios dos estudantes sobre seu território. Organizar stands temáticos (artesanato, culinária, contos, danças, brincadeiras, memórias do rio). Convidar mestres e mestras da cultura local (contadores de causos, artesãos, cozinheiras tradicionais) para vivências na escola. Estimular a expressão criativa por meio de desenhos, textos e registros orais sobre o lugar. Registrar a experiência em redes sociais e produzir materiais didáticos a partir dos saberes locais.


Metas

Mapear manifestações culturais da comunidade. Realizar rodas de conversa sobre memórias do território. Convidar 2 mestres da cultura local para vivência na escola. Organizar e apresentar 7 stands temáticos. Produzir registros criativos (desenhos, textos, cartazes). Fazer postagens nas redes sociais sobre o projeto. Garantir 80% de participação ativa dos estudantes. Criar um caderno de memórias da comunidade. Integrar familiares ou lideranças ao evento. Obter 90% de avaliação positiva dos participantes.


Metodologia

A metodologia deste projeto fundamenta-se na abordagem qualitativa, conforme adotada no artigo de referência de Pinto e colaboradores, que privilegia a escuta atenta, a valorização dos saberes prévios e a construção coletiva do conhecimento. Inspirada em Paulo Freire, a proposta parte da realidade concreta dos estudantes, promovendo o diálogo entre saberes populares e escolares como prática de liberdade e emancipação. O desenvolvimento do projeto ocorre em sete etapas interligadas. A primeira etapa é a de preparação e planejamento, realizada nas duas semanas que antecedem o evento. Nesse período, a equipe do Núcleo de Alternância se reúne para organizar os materiais necessários, estabelecer contato com mestres e mestras da cultura local, produzir cartazes e roteiros, além de alinhar as responsabilidades de cada membro. A segunda etapa consiste no diagnóstico dos saberes prévios dos estudantes. Nesse momento, realiza-se uma roda de conversa com os estudantes da LEC, iniciada por uma dinâmica de quebra-gelo com duração de quinze minutos. O objetivo é identificar os conhecimentos que os jovens já possuem sobre o território, suas memórias, tradições e manifestações culturais, valorizando suas experiências como ponto de partida para as atividades seguintes. A terceira etapa é a realização do grande evento cultural, programado para a manhã do segundo encontro. A programação inicia-se às sete horas com a montagem dos stands pelas equipes. Às sete horas e quarenta, acontece a abertura cultural, que pode ser um canto, uma dança ou uma contação de histórias, conduzida por dois membros da equipe. Das sete horas e quarenta e cinco às nove horas, ocorrem as apresentações dos stands temáticos, onde cada turma expõe e vivencia seu tema. Das nove às nove e trinta, um mestre ou mestra da cultura local convidado compartilha seus saberes com todos os presentes. Segue-se um intervalo de dez minutos para recreio e, das nove e quarenta e cinco às onze horas, realizam-se dinâmicas coletivas que integram todos os participantes. A quarta etapa é o registro e a sistematização das atividades, que ocorre durante e após o evento. As experiências são documentadas por meio de fotografias, vídeos e relatos escritos, com postagens na rede social Instagram para divulgação e valorização do projeto. Paralelamente, coletam-se os desenhos, textos e cartazes produzidos pelos estudantes, que posteriormente comporão um caderno de memórias da comunidade e um mural expositivo na escola. Por fim, a quinta etapa é a avaliação participativa, realizada ao final do evento em uma roda de conversa com estudantes, professores e comunidade. Nesse momento, colhem-se relatos orais e impressões sobre a experiência, aplica-se um questionário simples e elabora-se um relatório final pela equipe. A avaliação é processual, acontecendo antes, durante e depois do projeto, com critérios que incluem a participação dos estudantes, a qualidade das apresentações, o envolvimento da comunidade, a produção dos registros e o percentual de avaliação positiva. As técnicas utilizadas ao longo do projeto são diversas e complementares. As rodas de conversa criam espaços circulares de escuta e diálogo sobre memórias e tradições, inspiradas no pensamento freiriano. A pesquisa bibliográfica permite aprofundar o entendimento sobre saberes tradicionais e Educação do Campo, com leitura de autores como Arroyo e Boaventura Santos. O trabalho de campo envolve visitas e conversas com mestres da cultura local, como contadores de causos, artesãos e cozinheiras tradicionais, valorizando os chamados Tesouros Vivos da comunidade.


Referências Bibliográficas

ARROYO, M. G. Currículo, território em disputa. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2013. ARROYO, M. G. Outros Sujeitos, Outras Pedagogias. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. 18. ed. São Paulo: Paz & Terra, 2022. FREIRE, P. Pedagogia da esperança. 34. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2024. HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. 2. ed. São Paulo: Centauro, 2013. MOTA NETO, João Colares da. Educação popular na Pan-Amazônia: silêncios e lutas, história e atualidade. Conjectura: Filosofia e Educação, Caxias do Sul, v. 27, e0220060, 2022. OSTROWER, Fayga. Criatividade e Processos de Criação. 30. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. PINTO, Claudiana Sales et al. Expressões criativas e conhecimento social através dos saberes tradicionais: perspectivas de resgate da memória e da cultura popular. Anais do Evento Científico, 2025. SANTOS, Boaventura de Sousa. Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. Novos Estudos, São Paulo, n. 79, p. 71-94, 2007. VIGOTSKI, Lev Semionovich. Imaginação e criação na infância: ensaio psicológico. Tradução de Zoia Prestes e Elizabeth Tunes. 1. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2018.


Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

No projeto "Saberes da Terra", o diálogo entre equipe escolar e comunidade é a base de toda a ação. Inspirada em Freire, a proposta entende que o conhecimento se constrói na troca horizontal, não na transmissão unilateral. Nas rodas de conversa, os alunos compartilham memórias afetivas: o rio, as receitas da avó, os causos do bairro. A equipe acadêmica escuta atentamente e depois soma suas pesquisas, não para corrigir, mas para ampliar o repertório coletivo. Os mestres da cultura local são tratados como educadores legítimos. Ensinam suas práticas no palco, e todos aprendem juntos: estudantes, professores e moradores. As famílias trazem utensílios, fotos antigas, cantigas – elementos que viram parte das atividades. No evento, a escola vira espaço aberto. Moradores circulam, comem, dançam, reconhecem sua cultura exposta. A equipe não está ali para "ensinar" a comunidade, mas para dialogar e se transformar com ela. Ao final, todos saem ganhando: o aluno camponês se orgulha de sua origem, o mestre se sente reconhecido, a família se vê na escola e a equipe aprende que extensão genuína se faz com alguém, não para alguém.


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

No projeto "Saberes da Terra", desenvolvido por estudantes da Licenciatura em Educação do Campo da UFVJM na Escola Estadual Padre João Afonso, a interdisciplinaridade integra áreas como História, Geografia, Ciências, Linguagens, Artes, Matemática e Educação Física em torno de temas como memórias do rio, culinária, contos, danças e artesanato. Já a interprofissionalidade reúne licenciandos, professores supervisores, gestão escolar, mestres da cultura popular e famílias, todos atuando em diálogo horizontal. Essa vivência prepara os futuros educadores para trabalhar de forma integrada e colaborativa, rompendo com o ensino fragmentado e valorizando os saberes da comunidade camponesa.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

No projeto "Saberes da Terra", os três pilares da formação acadêmica – ensino, pesquisa e extensão – caminham juntos de forma indissociável. O ensino ocorre quando os licenciandos da LEC/UFVJM planejam e executam as atividades na escola, aplicando na prática os conhecimentos teóricos construídos em sala de aula sobre Educação do Campo, currículo interdisciplinar e metodologias participativas. Eles aprendem ensinando e ensinam aprendendo, em constante diálogo com os estudantes da escola-campo. A pesquisa está presente desde o início: os graduandos investigam os saberes da comunidade por meio de rodas de conversa, entrevistas informais com mestres populares e levantamento de memórias junto às famílias. Esse material é sistematizado, analisado e transforma-se em conhecimento acadêmico, como o caderno de memórias e os registros do projeto. A extensão se concretiza na devolução desse conhecimento à comunidade, por meio do evento cultural, dos stands temáticos, das apresentações dos mestres e da valorização pública das tradições camponesas. A escola se abre para o território, e a comunidade torna-se parceira ativa.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

A participação dos graduandos da LEC/UFVJM no projeto "Saberes da Terra" impacta profundamente sua formação acadêmica em múltiplas dimensões. Primeiro, eles vivenciam a articulação entre teoria e prática, aplicando conceitos estudados nas disciplinas a situações reais da comunidade camponesa. Segundo, desenvolvem competências essenciais como planejamento interdisciplinar, escuta ativa, mediação de diálogos e trabalho coletivo. Terceiro, fortalecem sua identidade profissional e compromisso social ao conviver com a realidade da escola do campo, reconhecendo-se como agentes de transformação. Quarto, exercitam habilidades de pesquisa e registro ao coletar narrativas, produzir relatórios e sistematizar memórias. Quinto, aprendem a atuar em equipe interprofissional, dividindo tarefas e resolvendo conflitos de forma dialógica. Por fim, desenvolvem um olhar crítico e reflexivo sobre sua própria prática por meio de autoavaliação constante. Espera-se que ao final, os licenciandos saem mais preparados tecnicamente e mais humanos, sensíveis e comprometidos com uma educação emancipatória no campo.


Impacto e Transformação Social

O projeto "Saberes da Terra" gera transformações profundas na comunidade camponesa. Ele valoriza a identidade cultural local, resgatando a autoestima de crianças e mestres populares historicamente invisibilizados. Fortalece o vínculo entre escola e comunidade, transformando famílias em parceiras ativas e reduzindo a evasão escolar. Contribui para a preservação da memória coletiva por meio do caderno de memórias e das rodas de conversa, garantindo que os saberes tradicionais não se percam. Forma sujeitos críticos e protagonistas, desenvolvendo autonomia e autoconfiança nos estudantes. Estimula a organização comunitária, fortalecendo laços de solidariedade e gerando novas ações coletivas. Promove uma educação intercultural e decolonial, rompendo com lógicas que inferiorizam as culturas populares. Por fim, transforma os próprios graduandos da LEC, que se reconhecem como agentes de mudança social. O projeto não se esgota em seus dias de realização – planta sementes que continuam a germinar, transformando pessoas, relações e territórios pelo princípio de que educar é um ato de esperança.


Divulgação

As ações serão divulgadas nas redes sociais ligadas à Educação do Campo e no Instagram do Núcle de Alternância Girassol dos Vales.


Informações Complementares

A experiência será tema de um relatório.


Público-alvo

Descrição

O projeto "Saberes da Terra" atende a diferentes grupos. O público central são os estudantes da E.E. Padre João Afonso, do oitavo ano ao terceiro ano, totalizando cerca de 25 jovens camponeses que atuam como protagonistas das atividades. Os graduandos da Licenciatura em Educação do Campo da UFVJM, em número de nove, são os realizadores do projeto e nele encontram um espaço privilegiado de formação prática. Os mestres e mestras da cultura popular local, como artesãos, contadores de histórias e cozinheiras tradicionais, são convidados como educadores populares, tendo seus saberes reconhecidos e valorizados. As famílias e a comunidade camponesa são parceiras ativas, contribuindo com receitas, fotografias, objetos e narrativas, além de participarem do evento final. Por fim, professores e gestão da escola-campo também integram o público-alvo, apoiando a execução e se beneficiando da formação continuada em metodologias interdisciplinares e de integração escola-comunidade. A diretora Ângela Rita Teixeira e a supervisora Jamine Juniele Oliveira Santos, assim como alguns professores da escla, também integram o público-alvo do projeto. Eles são parceiros na execução, apoiando logisticamente as atividades, orientando os estudantes e articulando o projeto com o currículo escolar.

Municípios Atendidos

Município

Itamarandiba - MG

Parcerias

Participação da Instituição Parceira

Receberá os discentes da LED e da comunidade para a realizaçã das atividades.

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 50 h

Carga Horária 10 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Realização de roda de conversa com os estudantes da LEC para identificação dos saberes prévios sobre o território. Aplicação de dinâmica de quebra-gelo com duração de quinze minutos para criar um ambiente acolhedor e participativo. Elaboração coletiva de filipetas com perguntas a serem feitas aos estudantes da escola-campo. Realização de dinâmicas interativas com os estudantes da escola, das nove às onze horas e trinta minutos da manhã. Aplicação das perguntas elaboradas nas filipetas para estimular o compartilhamento de conhecimentos. Avaliação rápida da atividade com os estudantes, registrando percepções e sugestões.

Carga Horária 5 h
Periodicidade Diariamente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Montagem dos stands temáticos pelas equipes, das sete horas às sete horas e quarenta minutos da manhã. Abertura cultural do evento, com apresentação de canto, dança ou contação de histórias, realizada às sete horas e quarenta minutos. Apresentação dos stands temáticos pelos grupos de estudantes, das sete horas e quarenta e cinco minutos às nove horas. Fala de um mestre ou mestra da cultura popular convidado, das nove horas às nove horas e trinta minutos. Intervalo para recreio, das nove horas e trinta minutos às nove horas e quarenta minutos. Realização de dinâmicas coletivas integrando todos os participantes, das nove horas e quarenta e cinco minutos às onze horas. Distribuição da lembrancinha final (bombom com mensagem) a todos os presentes.

Carga Horária 10 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Essas atividades serão realizadas no segundo semestre de 2026/2, ou seja, ao longo da Prática de Ensino, durante o qual serão feitos registro fotográfico e em vídeo de todas as etapas do projeto. Postagem nas redes sociais, especialmente no Instagram, com no mínimo três publicações (pré-evento, durante e pós-evento). Coleta dos desenhos, textos e cartazes produzidos pelos estudantes. Organização do material coletado para compor o caderno de memórias da comunidade. Produção do caderno de memórias, com seleção e edição dos registros mais significativos. Exposição dos trabalhos criativos em mural na escola.

Carga Horária 10 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Reunião de planejamento do segundo encontro, realizada no período da tarde. Distribuição das responsabilidades por stand temático entre os membros do Núcleo de Apoio. Definição dos horários detalhados para o dia do evento, incluindo abertura, apresentações, intervalo e dinâmicas finais. Alinhamento das apresentações culturais de abertura, com definição dos responsáveis. Confirmação da presença dos mestres convidados e ajuste de suas falas ou apresentações.

Carga Horária 15 h
Periodicidade Semanalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Produção de Relatório de Tempo Comunidade. Envio de agradecimentos formais aos mestres convidados, às famílias e aos parceiros. Planejamento de possíveis desdobramentos do projeto, como novas edições ou ações continuadas.