Detalhes da ação

Roda Gigante da Vida: Vivências e Emoções no Envelhecer

Sobre a Ação

Nº de Inscrição

202203001755

Tipo da Ação

Projeto

Situação

RECOMENDADA :
EM ANDAMENTO - Normal

Data Inicio

01/06/2026

Data Fim

31/01/2027


Dados do Coordenador

Nome do Coordenador

flávia gonçalves da silva

Caracterização da Ação

Área de Conhecimento

Ciências da Saúde

Área Temática Principal

Saúde

Área Temática Secundária

Educação

Linha de Extensão

Saúde Humana

Abrangência

Municipal

Gera Propriedade Intelectual

Não

Vínculada a Programa de Extensão

Não

Envolve Recursos Financeiros

Não

Ação ocorrerá

Fora do campus

Período das Atividades

Manhã

Atividades nos Fins de Semana

Não

Membros

Tipo de Membro Interno
Carga Horária 140 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 140 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 140 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 140 h
Tipo de Membro Interno
Carga Horária 140 h
Resumo

O trabalho tem como objetivo promover a saúde mental e o bemestar de idosos participantes do grupo “Melhor Geração”, em Santo Antônio do Itambé. A proposta fundamenta-se em atividades participativas, como rodas de conversa, dinâmicas, oficinas terapêuticas e práticas culturais, visando fortalecer vínculos sociais, estimular o protagonismo e incentivar o autocuidado.


Palavras-chave

saúde mental; idosos; envelhecimento; promoção da saúde


Introdução

O envelhecimento da população se processa em escala global, e é associado principalmente aos países de maior desenvolvimento técnico-científico. Contudo, nas últimas décadas têm se evidenciado aumento considerável da população idosa em países ditos em desenvolvimento, como o Brasil (Rouquayrol, Silva, 2013). No Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em seu Censo de 2022, o total de pessoas com 65 anos ou mais no país (22.169.101) chegou a 10,9% da população, com alta de 57,4% frente a 2010, quando esse contingente era de 14.081.477, equivalente a 7,4% da população (IBGE, 2023). O aumento na expectativa de vida em conjunto com a queda da mortalidade vem aumentando a proporção de idosos no mundo. Contudo, o aumento dessa longevidade expressado é inversamente proporcional a obtenção da qualidade de vida da população senescente, no qual está associado ao aumento da prevalência de comorbidades, configurando-se como um dos principais desafios para a qualidade de vida da população senescente. A presença de doenças crônico-degenerativas, declínio cognitivo, alterações visuais e mobilidade reduzida, além da polifarmácia, tornam os idosos mais frágeis e vulneráveis , e consequentemente mais sujeitos ao declínio da qualidade de saúde mental (Nascimento, 2016). Aliado a esse fenômeno, observa-se que o idoso possui necessidades físicas e sociais complexas, exigindo cuidados pautados na colaboração multiprofissional. A atuação integrada entre farmacêuticos, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas e demais profissionais possibilita uma avaliação multidimensional do idoso e a elaboração de um plano de cuidado individualizado e coletivo, com foco no fortalecimento da autonomia e na promoção de um cuidado integral e seguro à saúde da pessoa idosa. Neste contexto, o grupo “Melhor Geração” no qual é conduzido pelos residentes em saúde do idoso da Universidade Federal dos Vales Jequitinhonha e Mucuri(UFVJM), busca realizar a promoção, prevenção e educação em saúde através de ações objetivadas no panorama multiprofissional e interdisciplinar, como estratégia de introduzir uma metodologia mais focada e centrada na melhora da qualidade de vida no envelhecer. Desta forma, promover ações voltadas à saúde mental faz-se necessário, uma vez que a negligência deste viés se perpassa de forma omissa e intangível no panorama da atenção básica de saúde. O processo de envelhecimento traz consigo experiências de perda de autonomia, sensação de abandono, medo e inseguranças, o que consequentemente, induz um processo de monotonia, e sentido de vida. Assim, as atividades multiprofissionais têm como objetivo mudar esse paradigma e induzir o desenvolvimento do bem-estar social, mental e biológico durante o envelhecimento, através das intervenções planejadas e direcionadas ao público idoso.


Justificativa

Considerando que o envelhecimento está associado ao aumento de comorbidades, declínio cognitivo e vulnerabilidade social, fatores que podem comprometer a qualidade de vida (Koch et al, 2019). Além disso, a ausência de atividades que promovam o protagonismo, a socialização e o autocuidado aumenta o risco de isolamento social, depressão e ideação suicida entre a população idosa (Lopes et al, 2007). Assim, intervenções que integrem práticas educativas, culturais, recreativas e terapêuticas são essenciais para enfrentar esses desafios. O projeto “Melhor Geração” justifica-se pela necessidade de construir espaços de convivência e cuidado que valorizem a experiência de vida dos idosos, promovendo ações que estimulem a autonomia, autoestima e vínculos sociais. Investir em atividades que promovam o bem-estar emocional e a inclusão social é uma estratégia eficaz para melhorar a qualidade de vida na terceira idade. Portanto, este projeto se configura como uma estratégia necessária e pertinente para contribuir com a promoção do envelhecimento saudável, sustentável e centrado na valorização da vida, alinhando-se às políticas públicas de saúde e às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS, 2015), que reforçam a importância de ações intersetoriais e comunitárias na atenção à população idosa.


Objetivos

Promover a saúde mental e o bem-estar emocional dos idosos participantes do grupo Melhor Geração, por meio da implementação de ações coletivas estruturadas que priorizem a escuta qualificada e o acolhimento, visando ao desenvolvimento de práticas de autocuidado, ao fortalecimento de vínculos sociais, ao estímulo à autonomia e ao protagonismo, bem como à valorização da vida e do envelhecimento ativo. Objetivos Específicos ● Fortalecer a integração social e vínculos comunitários entre os participantes, reduzindo o isolamento social; ● Trabalhar a valorização da história de vida, memória e identidade dos idosos. ● Estimular a autonomia e o protagonismo dos idosos nas atividades do grupo. ● Identificar, de forma precoce, sinais de sofrimento psíquico, possibilitando encaminhamentos quando necessário. ● Incentivar a prática de atividades que contribuam para a redução do estresse, ansiedade e sentimentos de solidão.


Metas

Considerando os objetivos estabelecidos, o projeto propõe-se a atingir as seguintes metas, de forma gradual, mensurável e em consonância com os princípios da atenção integral à saúde do idoso: ● Realizar uma sequência estruturada de encontros mensais com o grupo de idosos “Melhor Geração”, utilizando estratégias participativas de promoção da saúde mental, abordando temas como autoestima, vínculos sociais, memória, afetividade, ansiedade, depressão e bem-estar emocional; ● Proporcionar melhorias no bem-estar físico, psíquico e social dos participantes, por meio de atividades que integrem aspectos terapêuticos e educativos, contribuindo para a valorização da vida e a ressignificação do envelhecimento; ● Reduzir os impactos do isolamento social e da solidão entre os idosos participantes, promovendo atividades grupais que estimulem o pertencimento, a escuta ativa, o compartilhamento de experiências e o fortalecimento das redes de apoio afetivo e comunitário; ● Fomentar a integração social e o fortalecimento de vínculos entre os idosos, os profissionais da saúde envolvidos na residência multiprofissional e a comunidade local, promovendo espaços de convivência que estimulem a empatia, o acolhimento e o cuidado coletivo; ● Estabelecer estratégias motivacionais que favoreçam a superação dos obstáculos enfrentados pelos idosos, tais como limitações físicas, perdas funcionais, sentimentos de inutilidade e estigmas sociais, incentivando a autonomia e o protagonismo da pessoa idosa.


Metodologia

Árvore da Saúde Historicamente, a saúde foi compreendida como a ausência de enfermidades. No entanto, a partir da Carta de Princípios de 7 de abril de 1948, a Organização Mundial da Saúde passou a defini-la como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença” (Physis, 2007). Esse modelo biomédico foi insuficiente para compreender a saúde nas suas faces multidimensionais (Castaneda, 2019), surge então a modelo biopsicossocial que compreende a saúde como resultado da interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais que influenciam a vida e o processo de adoecimento dos indivíduos. Ao analisar o conceito de saúde no contexto do envelhecimento, observa-se que este se torna mais dinâmico e subjetivo, uma vez que se articula às experiências de vida dos indivíduos. Para a pessoa idosa, a percepção de saúde está frequentemente relacionada à autonomia, à funcionalidade e à capacidade de manter atividades significativas no cotidiano. Segundo Brasil et al. (2024), a percepção de saúde é considerada um importante indicador do estado de saúde da população. Ademais, compreender como a pessoa idosa percebe sua própria saúde é fundamental para o desenvolvimento de intervenções mais eficazes, que considerem suas necessidades, expectativas e saberes. Nesse cenário, a presente intervenção tem como objetivo promover um espaço de diálogo e escuta, possibilitando que as pessoas idosas expressem suas concepções sobre saúde, suas demandas e os aspectos que valorizam em seu cotidiano. Para tanto, serão construídas duas árvores simbólicas, como estratégia visual e participativa, favorecendo a reflexão e o envolvimento dos participantes ao longo da atividade. No primeiro momento da dinâmica, será construída a “Árvore Adoecida”, por meio de um cartaz contendo o desenho de uma árvore. Em uma cartolina, serão desenhados o tronco e os galhos e, individualmente, as pessoas idosas serão instigadas a refletir a partir da seguinte questão norteadora: “O que acontece quando não temos saúde?”. Nesse momento, os residentes irão aplicar tinta guache atóxica no dedo do participante, que registrará sua digital nos galhos da árvore, formando as folhas. Essa etapa tem como finalidade identificar os impactos da ausência de saúde no cotidiano, bem como compreender os significados atribuídos pelos participantes à falta de saúde. No segundo momento, será construída a “Árvore Saudável”, em uma nova cartolina com o desenho do tronco e dos galhos. As pessoas idosas, também por meio de digitais coloridas, responderão à seguinte questão: “O que podemos fazer para ter mais saúde?”. Essa etapa visa compreender quais práticas de cuidado já fazem parte do cotidiano dos participantes, quais podem ser fortalecidas no grupo e identificar necessidades específicas que possam demandar intervenções direcionadas junto à pessoa idosa e à sua família. Ao final, as duas árvores serão comparadas coletivamente, possibilitando a reflexão sobre as diferenças entre os cenários apresentados e reforçando o papel do autocuidado na promoção da saúde. Serão destinadas para essa intervenção 02 horas para o planejamento das perguntas norteadoras e construção dos cartazes, e 02 horas para o desenvolvimento da atividade com o grupo, totalizando 04 horas. Vivência de Lazer e Saúde no Envelhecimento Pensando na dificuldade de se relacionar, na melhora da qualidade de vida e na longevidade do público idoso, o lazer se apresenta como uma importante estratégia de promoção da saúde, por favorecer a integração social, a construção de vínculos e o fortalecimento do suporte emocional. Nesse sentido, o lazer possibilita o encontro entre pessoas, ampliando o apoio emocional, cognitivo e instrumental, sendo que a presença de companhia durante essas atividades está associada a maior satisfação e benefícios para a saúde mental (Toledo; Tsukamoto; Carbinato, 2024). Além disso, a viagem, enquanto forma de lazer, contribui de maneira significativa para no processo de envelhecimento , ao proporcionar experiências de convivência, contato com novas culturas e ambientes, e vivências que estimulam a autonomia, a aprendizagem e emoções positivas, sendo reconhecida como uma prática que favorece a qualidade de vida na velhice (Sousa; Baquit; Ferreira, 2019). A presente intervenção em saúde mental consiste na realização de uma viagem destinada ao Grupo Melhor Geração de Santo Antônio do Itambé, com o objetivo de promover saúde, bem-estar psicossocial, estímulo cognitivo e interação social por meio de uma experiência coletiva fora do ambiente habitual. A atividade será desenvolvida no Sítio do Picapau Amarelo e envolverá o Grupo Feliz Idade, composto por idosos do município de Datas, caracterizando uma ação intermunicipal voltada à socialização, convivência e fortalecimento de vínculos interpessoais. Serão utilizadas 2 horas para planejamento e articulação e 8 horas para execução da viagem, no qual sairemos do município às 08:00 horas com chegada prevista de volta às 16:00 horas, totalizando uma carga horária de 10 horas. A programação ocorrerá em período integral e será organizada de forma sequencial. O deslocamento será realizado em grupo, com momentos de acolhimento, integração e estímulo à comunicação entre os participantes. Durante o trajeto, serão propostas dinâmicas simples, como contos de histórias, acontecimentos marcantes, estímulos ao resgate de memórias afetivas por meio de músicas e interação espontânea. Como estratégia de expressão emocional, no início da viagem cada participante receberá um recorte em formato de coração, no qual registrará uma palavra ou sentimento que represente seu estado emocional naquele momento. Esse material será guardado pelo próprio idoso ao longo do dia. Ao chegar ao local, será realizado um momento de acolhimento e ambientação, com incentivo à observação do espaço, reconhecimento do ambiente e interação entre os grupos. Em seguida, serão desenvolvidas atividades de convivência, incluindo participação em atividade cultural conduzida pela equipe do Sítio do Picapau Amarelo, além de momentos livres de socialização. O almoço e o lanche da tarde serão realizados de forma coletiva. No retorno da viagem, será retomada a atividade simbólica do coração, solicitando que cada participante registre novamente um sentimento ou palavra que represente como se sente após a vivência. Essa etapa tem como objetivo favorecer a reflexão sobre a experiência vivida, a percepção de mudanças emocionais e o reconhecimento dos possíveis impactos positivos da atividade no bem-estar. Dessa forma, o recurso funciona como instrumento simbólico de expressão e comparação emocional, permitindo a percepção das mudanças subjetivas ao longo da intervenção. Festejos Juninos O período das festas juninas é um dos momentos mais marcantes da cultura brasileira, repleto de tradições que envolvem música, dança, cores e forte interação social (Brasil, 2025). Nesse contexto, será desenvolvida uma proposta com os idosos do grupo, unindo a criatividade e a expressão cultural por meio de atividades realizadas em momentos distintos. A proposta será organizada em dias diferentes: no primeiro momento, será realizada a oficina de estandarte, na qual os participantes irão confeccionar, de forma coletiva, um símbolo representativo do grupo. Durante essa atividade, serão utilizados materiais simples que estimulem a criatividade, permitindo que os idosos escolham cores, desenhos e elementos que expressem sua identidade, história e vivências. Em um segundo momento, em outro dia previamente combinado, os idosos serão convidados a participar de uma animada quadrilha junina, proporcionando um espaço de descontração, movimento e integração. Intervenção do horto de plantas medicinais O uso de plantas medicinais é uma prática histórica e culturalmente enraizada, especialmente entre a população idosa, que frequentemente utiliza esses recursos como forma de cuidado complementar à saúde. Além do aspecto terapêutico direto, a interação com plantas e ambientes verdes está associada à melhoria da saúde mental, incluindo redução de estresse, estímulo cognitivo e fortalecimento de vínculos sociais. A literatura sobre hortoterapia destaca que atividades com hortas terapêuticas promovem bem-estar emocional, socialização e senso de propósito, especialmente em idosos (Souza et al., 2020). Nesse contexto, a implantação de um horto de plantas medicinais em serviços de saúde ou espaços comunitários configura-se como uma intervenção inovadora, integrando cuidado em saúde mental, educação em saúde e valorização do conhecimento tradicional (Herculano et al., 2026). A presente intervenção caracteriza-se como uma ação comunitária participativa, de abordagem qualitativa, voltada à promoção da saúde mental de idosos por meio da construção e utilização terapêutica de um horto de plantas medicinais. A proposta será desenvolvida em uma Unidade Básica de Saúde João Baracho com a participação de uma equipe multiprofissional da Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso, e outros profissionais que serão convidados durante a intervenção, como psicólogos e assistentes sociais. Serão utilizadas como carga horária para planejamento, cerca de 8 horas, com construção do projeto, mobilização da equipe, aquisição de ferramentas e utensílios, bem como outras articulações necessárias. Para execução serão utilizadas cerca de 32 horas, levando em consideração o período dos encontros de 2 horas, 2 vezes ao mês, iniciado a partir do mês de Julho de 2026 até o mês de Fevereiro de 2027, totalizando 40 horas. Inicialmente, será realizada a articulação com a equipe de saúde e a gestão local, com o objetivo de garantir suporte institucional, definição do espaço físico e organização dos recursos necessários para a implantação do horto. Paralelamente, ocorrerá a sensibilização e o convite aos idosos, por meio do Grupo Melhor Geração. Após essa etapa, será definido o espaço destinado ao horto, considerando critérios como acessibilidade, incidência solar, disponibilidade de água e segurança. O preparo do local será realizado de forma coletiva, envolvendo os idosos desde o início do processo, incluindo limpeza da área, delimitação dos canteiros e preparo do solo com adubação orgânica. Quando não houver disponibilidade de cultivo diretamente no solo, serão utilizadas alternativas como vasos, jardineiras e materiais recicláveis, favorecendo a adaptação às condições do ambiente e estimulando a criatividade dos participantes. A seleção das espécies medicinais será conduzida de forma participativa, valorizando o conhecimento prévio dos idosos e articulando-o com evidências científicas sobre eficácia e segurança. Serão priorizadas plantas com potencial de uso em condições comuns relacionadas à saúde mental, como ansiedade, insônia e estresse, a exemplo de camomila, erva-cidreira, hortelã e capim-limão. O farmacêutico terá papel fundamental nesse processo, garantindo a orientação quanto ao uso racional e prevenindo possíveis interações medicamentosas. A implantação do horto ocorrerá por meio de encontros quinzenais, com duração média de uma a duas horas, nos quais os idosos participarão ativamente de todas as etapas, incluindo preparo do solo, plantio de mudas ou sementes, identificação das espécies e manutenção contínua, como rega, poda e cuidados gerais. As atividades serão organizadas de forma a promover o rodízio de responsabilidades, incentivando o protagonismo, a autonomia e o senso de pertencimento ao espaço construído. Paralelamente às atividades práticas, serão desenvolvidas ações terapêuticas integradas, como rodas de conversa, oficinas educativas sobre preparo e uso seguro de plantas medicinais, além de momentos de escuta e acolhimento conduzidos pela psicóloga do município que será previamente convidada. Essas atividades terão como objetivo estimular a socialização, fortalecer vínculos interpessoais, promover expressão emocional e valorizar saberes tradicionais, configurando o horto como um espaço de cuidado integral. A educação em saúde será trabalhada de forma contínua ao longo da intervenção, abordando aspectos como formas corretas de preparo das plantas, diferenças entre plantas medicinais e fitoterápicos, riscos da automedicação e possíveis interações com medicamentos de uso contínuo. Essa etapa será essencial para garantir a segurança e a efetividade da prática. O monitoramento da intervenção será realizado de forma contínua, por meio da observação participante da equipe, registro das atividades e escuta dos relatos dos idosos quanto às mudanças percebidas em seu bem-estar. Ao final do período de intervenção, estimado entre três e seis meses, será realizada uma avaliação qualitativa dos resultados, considerando indicadores como participação nas atividades, fortalecimento de vínculos sociais, percepção de melhora do humor e redução de sentimentos de solidão. Dessa forma, a metodologia proposta busca integrar cuidado em saúde mental, educação em saúde e valorização do conhecimento popular, promovendo uma intervenção de baixo custo, sustentável e alinhada aos princípios da atenção primária à saúde. Tela pintura Entre as estratégias de promoção da reabilitação psicossocial nos serviços substitutivos em saúde, a articulação entre arte e saúde mental destaca-se como uma potente ferramenta terapêutica. Essa abordagem contribui significativamente para o processo de reabilitação ao possibilitar a expressão de sentimentos e vivências, além de favorecer o fortalecimento da autoestima, o desenvolvimento da autonomia e a ampliação das interações sociais (Cruz et al., 2021; Souza, Viana, 2021). A tela para pintura, em especial, possibilita ao idoso explorar sua criatividade, estimular funções cognitivas, como memória, atenção e coordenação, bem como reduzir sintomas associados à ansiedade, depressão e isolamento social. Ademais, as práticas artísticas possibilitam a criação de novas formas de comunicação para além da verbalização, possibilitando que os indivíduos expressem contextos ou situações que se limitam a linguagem verbal (Cruz et al., 2021; Souza, Viana, 2021). A intervenção será desenvolvida com os idosos participantes do grupo “Melhor Geração”, sendo estruturada como uma atividade coletiva de caráter terapêutico, expressivo e social, baseada na utilização da pintura em tela como ferramenta de cuidado em saúde mental. Serão utilizadas como carga horária para planejamento, cerca de 2 horas, com construção do projeto e articulações para obtenção dos materiais para a execução, como tintas, telas e pincéis. Para execução serão utilizadas cerca de 3 horas, no qual será divida cerca de 1h30 a 2 horas para a produção de telas e posterior encontro de 1 hora para a roda de conversa sobre a intervenção. Inicialmente, será realizado um encontro de acolhimento e sensibilização, no qual os participantes serão apresentados à proposta da atividade. Esse momento incluirá uma roda de conversa com escuta qualificada, visando compreender as vivências, expectativas e interesses dos idosos, além de favorecer a criação de vínculo, sendo um aspecto fundamental para o sucesso de intervenções psicossociais. Serão utilizados materiais como telas, tintas acrílicas, pincéis e instrumentos auxiliares. A condução das atividades seguirá uma abordagem não diretiva, permitindo que os participantes realizem produções livres, sem imposição de padrões estéticos ou técnicos. O papel do facilitador será atuar como mediador do processo, sendo este, conduzido pelo farmacêutico da residência RMSI, com auxílio da psicóloga do município que será previamente convidada, incentivando a expressão individual, acolhendo manifestações verbais e não verbais e promovendo reflexões a partir das produções artísticas. Após a produção artística, será realizado um momento opcional de socialização das obras, no qual os participantes poderão comentar suas pinturas e significados atribuídos, favorecendo o processo de elaboração emocional e construção coletiva de sentidos. Assim, essa atividade propõe trabalhar dimensões de autopercepção, autoconhecimento, criatividade, fortalecimento de vínculo, consciência corporal, inclusão, integração, acolhimento à adversidades, promoção de consciência e cooperação, fatores estes importantes para o aprimoramento e otimização da qualidade de vida biopsicossocial. Setembro Amarelo O envelhecimento pode trazer mudanças significativas na vida do indivíduo, como aposentadoria, isolamento social, vivência de luto e presença de doenças crônicas. Esses fatores podem impactar diretamente a saúde mental, aumentando o risco de sofrimento psíquico, incluindo quadros de depressão e até ideação suicida. Os idosos são considerados o grupo populacional de maior risco para o suicídio em todo o mundo. Apesar disso, esse fenômeno ainda recebe pouca atenção das autoridades da área de saúde pública, de pesquisadores e da mídia, os quais, em suas reflexões e ações, costumam priorizar os grupos populacionais mais jovens (Santos et al.,2021). Isolamento social, falta de uma rede de apoio, solidão, luto pela perda de companheiro e filhos, assim como patologias relacionadas a fragilidade, quadros demenciais e depressão, são fatores de risco para o suicídio entre idosos, bem como ideações, tentativas prévias e acesso aos meios (Santos et al.,2021). A proposta do projeto visa identificar sinais de sofrimento psíquico, estimular o convívio social, incentivar o autocuidado, oferecer escuta ativa e apoio emocional, além de orientar sobre a importância da atenção à saúde mental dos idosos. As atividades serão realizadas em uma quadra poliesportiva, proporcionando um ambiente amplo, acessível e propício à interação social. A atividade será desenvolvida com carga horária total de 10 horas, sendo 8 horas destinadas ao planejamento e organização das ações e 2 horas destinadas à execução. Durante o período de planejamento, seriam realizadas etapas como levantamento de necessidades, definição de objetivos e elaboração das estratégias. Já na execução, seriam colocadas em prática as atividades propostas, com acompanhamento. Inicialmente, será promovida uma roda de conversa com o tema “Falar é a melhor solução”, criando um espaço seguro para escuta, acolhimento e troca de experiências entre o grupo. Essa atividade permitirá que os idosos expressem seus sentimentos, compartilhem vivências e se sintam pertencentes ao grupo. Em seguida, será realizada a dinâmica “Boliche Setembro Amarelo: Derrube seus Medos” o qual após a roda de conversa, é feita uma breve apresentação da proposta da atividade, explicando de forma simples e sensível o objetivo do encontro. Os idosos são convidados a falar sobre sentimentos presentes no seu dia a dia, após será apresentado as “garrafas dos sentimentos”, que representam emoções como tristeza, ansiedade, culpa e frustração. A conversa deve ser conduzida de forma acolhedora, respeitando o tempo, o limite e a individualidade de cada participante, estimulando a escuta ativa e o respeito mútuo. Após isso, ocorre a explicação da dinâmica, na qual são dadas orientações sobre o funcionamento do boliche emocional. É importante reforçar a frase central “Derrube seus medos” e explicar o significado simbólico da atividade, destacando que o ato de derrubar as garrafas representa a possibilidade de enfrentar e expressar sentimentos que muitas vezes são guardados em silêncio. Na sequência, acontece o desenvolvimento da atividade principal, em que cada participante é convidado a jogar a bola, tentando derrubar as garrafas. Durante esse momento, o facilitador pode estimular reflexões com perguntas como “Qual sentimento você gostaria de derrubar hoje?”. A participação deve ser espontânea, sem imposições, promovendo um ambiente de acolhimento, interação social e apoio entre os participantes. Posteriormente, realiza-se um momento de expressão e partilha, no qual os idosos têm espaço para relatar experiências, refletir sobre a atividade e compartilhar sentimentos. Esse momento pode incluir diferentes formas de expressão, como fala, gestos ou outras manifestações, sempre valorizando a escuta, o respeito e o fortalecimento de vínculos. Por fim, a atividade é encerrada, com mensagens positivas voltadas à valorização da vida, ao cuidado com a saúde mental e à importância de buscar ajuda quando necessário. Pode-se finalizar com uma dinâmica leve, como a partilha de palavras positivas, promovendo um fechamento acolhedor e significativo. Semana da Pessoa Idosa A Semana da Pessoa Idosa constitui uma estratégia fundamental para promover a saúde integral da pessoa idosa, considerando suas dimensões físicas, psicológicas e sociais. O envelhecimento populacional exige ações organizadas e interdisciplinares que favoreçam a qualidade de vida, a autonomia e o envelhecimento ativo. Nesse contexto, a atuação da equipe multiprofissional torna-se essencial para o desenvolvimento de atividades educativas, preventivas e de promoção da saúde. A transição ao envelhecimento é desencadeada pela mudança e consiste na passagem de um estado ou condição de vida razoavelmente estável para outro. A passagem para o envelhecimento não é tão bem definida quanto às mudanças em outras fases da vida. Ainda assim, essa transição é importante, e a sociedade deve reconhecer que as pessoas idosas necessitam de serviços e apoio específicos (Bitencourt et al.,2025). Podem ser considerados como indicadores de transições bem-sucedidas, o bem-estar emocional e social, a qualidade de vida, a adaptação, o aprimoramento das capacidades de autocuidado, a capacidade funcional e a autorrealização. Nesse contexto, as capacidades de autocuidado consistem nos conhecimentos e habilidades necessárias para que a pessoa cuide de si mesma. Reconhece-se a associação entre as capacidades de autocuidado e o bem-estar; para tanto, as medidas de autocuidado são imprescindíveis no envelhecimento (Bitencourt et al.,2025). O “Dia do Bem-Estar e Valorização do Idoso” é uma proposta de atividade para ser desenvolvida durante a Semana do Idoso, com o objetivo de promover a saúde física, emocional e social dessa população, além de fortalecer vínculos, autoestima e qualidade de vida. O desenvolvimento das atividades ocorrerá com carga horária total de 20 horas, sendo 15 horas destinadas ao planejamento e organização das ações e 5 horas destinadas à execução, sendo 2 horas e 30 minutos cada dia. Elaborado atividades para 2 dias intercalados, com duração de uma hora cada encontro, iniciando com um café da manhã e convidados a participar de uma breve roda de conversa. Em seguida, realiza-se uma atividade corporal. O segundo encontro inicia-se com acolhimento e estímulo à expressão emocional por meio de diálogo em grupo. Na sequência, realiza-se ativação corporal com exercícios leves e adaptados. A atividade principal consistiu em prática manual, como pintura ou artesanato simples, visando o desenvolvimento da coordenação motora fina, concentração e relaxamento. O encerramento incluiu momento de relaxamento, com técnicas de respiração. Será uma semana repleta de atividades que buscam contemplar as dimensões física, emocional, social e cognitiva do idoso. São propostas que estimulam o movimento corporal, a convivência em grupo, a troca de experiências e a expressão de sentimentos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a prevenção de agravos à saúde. Serenata com idosos O mês de novembro será marcado por um momento especial de valorização da expressão artística e cultural dos idosos, por meio da realização de uma serenata. Essa atividade tem como objetivo proporcionar um espaço acolhedor onde os participantes possam compartilhar seus talentos, emoções e histórias, fortalecendo vínculos e promovendo o protagonismo na terceira idade. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a utilização das terapias integrativas, também denominadas de alternativas ou complementares, têm vindo a crescer na maioria dos países. A proposta consiste em convidar os idosos do grupo a apresentarem algo de sua escolha, como músicas, poemas, histórias, declamações ou qualquer outra forma de expressão artística. A serenata será organizada em um ambiente tranquilo e agradável, estimulando a participação voluntária e respeitando suas individualidades. O encontro será conduzido de forma leve e afetiva, incentivando não apenas a apresentação, mas também a escuta, o respeito e a valorização de cada expressão. A atividade busca resgatar memórias, incentivar a criatividade e proporcionar momentos de emoção e alegria coletiva. A execução da atividade acontecerá no dia 13 de novembro de 2026 , com duração de 3 horas, destinadas às apresentações, interação entre os participantes e momento de confraternização. Além disso, serão reservadas 4 horas para o planejamento e organização prévia, incluindo escolha das músicas, preparação do ambiente e alinhamento da dinâmica do encontro. A serenata como atividade coletiva traz importantes benefícios para a saúde mental dos idosos. Ao estimular a expressão de sentimentos e vivências por meio da arte, contribui para o alívio emocional, redução da ansiedade e melhora do bem-estar psicológico. De acordo com Cerqueira de Souza (2006), no tratamento com a terceira idade, a música tem como função principal restabelecer a autoestima do idoso. Ao restituir esta capacidade de crença em si mesmo, de sua potência como sujeito, o idoso restabelece o crédito diante do social. Outro aspecto relevante é o estímulo cognitivo, já que atividades como cantar, declamar ou contar histórias envolvem memória, atenção e organização do pensamento. A música e a poesia também despertam lembranças afetivas, proporcionando conforto emocional e conexão com experiências significativas, Lopes (2007) afirma que o bem-estar emocional e psíquico dos idosos melhoram quando os mesmos mantêm vínculos com amigos, vizinhos e familiares. Dessa forma, a serenata se configura como uma estratégia de cuidado integral, promovendo não apenas lazer, mas também saúde mental, socialização e qualidade de vida para os idosos. Ritmos da Vida A presente intervenção em saúde mental consiste na realização de um baile de encerramento do ano letivo destinado ao grupo de pessoas idosas. Essa proposta fundamenta se na compreensão do baile como uma ferramenta de promoção da saúde mental, na qual a dança se configura como uma importante intervenção para o cuidado integral, abrangendo aspectos físicos, mentais e sociais. Tais práticas contribuem para o aumento da autoestima, a melhoria da qualidade de vida e a redução dos impactos inerentes ao processo de envelhecimento, refletindo positivamente na saúde geral dessa população (Araújo, 2022). Nesse contexto, o baile será utilizado como estratégia de promoção da saúde, proporcionando bem-estar psicológico, redução dos níveis de estresse e ansiedade, além de estimular a interação social e o fortalecimento de vínculos. Dessa forma, a atividade contribui para a construção de um envelhecimento mais ativo, saudável e socialmente integrado. Serão utilizadas 10 horas totais, no qual serão distribuídas em 5 horas para planejamento e ornamentação, e 5 horas para execução do baile. A atividade contará com a participação de convidados de outros municípios, sendo realizada em período vespertino, em espaço previamente organizado, garantindo acessibilidade, segurança e conforto aos participantes. Com o objetivo de promover bem-estar psicológico, interação social e fortalecimento de vínculos por meio de uma vivência coletiva. O ambiente será festivo e acolhedor, estruturado com espaço para dança, mesas para convivência com jogos e um mural de fotos, contendo registros de momentos vivenciados ao longo do ano pelo grupo. Esse recurso tem como finalidade estimular memórias afetivas, promover o sentimento de pertencimento e valorizar a trajetória construída coletivamente. A programação terá início com um momento de acolhimento e recepção dos participantes, com indicações para observarem o local, com intuito de que apreciem as fotos. Serão desenvolvidas durante o baile atividades com foco na promoção da saúde mental, especialmente voltadas à socialização e à expressão emocional. Serão propostas dinâmicas de interação, como troca de pares durante a dança, convites para que os participantes interajam com pessoas que ainda não conhecem e pequenas dinâmicas em duplas, trios, quartetos e grupos, estimulando o diálogo, a escuta e a construção de novas relações. O baile será uma estratégia de intervenção em saúde mental, ao utilizar a música, a dança e a convivência social como ferramentas, contribuindo para a melhora do humor, fortalecimento de vínculos, estímulo cognitivo e promoção de saúde. Contrato de Boas-Vindas A velhice ainda é frequentemente permeada por concepções estereotipadas associadas ao fim de ciclos e à finitude (Augusto, 2025). Nesse contexto, o encerramento de um ciclo com residentes pode suscitar nos idosos sentimentos de vazio, insegurança e ruptura de vínculos, reforçando, por vezes, percepções relacionadas à finitude da vida. No entanto, conforme aponta Augusto (2025), tais apreensões, embora possam atravessar a experiência do envelhecimento, não precisam se constituir como obstáculos intransponíveis. Dessa forma, evidencia-se a importância de ressignificar esse momento, transformando-o em uma passagem fluida e significativa, pautada na valorização das vivências construídas e na elaboração de novos projetos. Essa perspectiva contribui para que os idosos se sintam reconhecidos e valorizados, não apenas como sujeitos assistidos, mas como protagonistas no processo de construção do cuidado. A atividade será realizada por meio de roda de conversa, conduzida pelos residentes, com a participação dos idosos integrantes do grupo. A proposta consiste na construção coletiva de um “Contrato de Boas-Vindas”, com o intuito de subsidiar a organização e o acolhimento de futuros participantes e residentes. Inicialmente, será promovido um momento de sensibilização, no qual os idosos serão convidados a refletir sobre suas experiências no grupo ao longo do período vivenciado. Em seguida, a discussão será orientada por perguntas norteadoras: o que faz o grupo ser especial; do que os participantes sentem falta; e o que não pode faltar nos encontros e na postura dos novos residentes. As contribuições serão expressas verbalmente pelos participantes, enquanto os residentes serão responsáveis pelo registro das falas em cartaz, garantindo a sistematização das ideias apresentadas. Ao final, o material construído coletivamente será apresentado ao grupo, validado pelos participantes e, posteriormente, utilizado como instrumento orientador para o planejamento das ações futuras e para o acolhimento de novos integrantes. Para o desenvolvimento da atividade serão destinadas 04 horas, distribuídas em 02 horas para o planejamento e construção do material e 02 horas para a aplicação da intervenção. A condução da atividade priorizará a escuta qualificada, o respeito às singularidades e o estímulo à participação ativa dos idosos, favorecendo o fortalecimento do protagonismo, da autonomia e do sentimento de pertencimento ao grupo.


Referências Bibliográficas

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Interação dialógica da comunidade acadêmica com a sociedade

Busca-se por meio das ações propostas neste projeto, fortalecer o vínculo com a comunidade promovendo interação, troca de experiências e contribuindo com a melhoria da qualidade de saúde da população, bem como, estimular a participação social no Sistema Único de Saúde (SUS).


Interdisciplinaridade e Interprofissionalidade

Além do impacto com a sociedade, este projeto contribui também para com a formação dos residentes em Saúde do Idoso, complementando a formação com vivências reais, permitindo o desenvolvimento de habilidades com o trabalho coletivo e multidisciplinar.


Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão

O projeto será desenvolvido a partir da disciplina Saúde mental e Atenção Psicossocial, em que os residentes necessitam articular parte dos conhecimentos da disciplina com a ação extencionista. Em relação a pesquisa, além do contato com diversas pesquisas para orientação das ações, a partir do projeto de extensão pode-se identificar situações que podem ser investigadas em uma ação de pesquisa.


Impacto na Formação do Estudante: Caracterização da participação dos graduandos na ação para sua formação acadêmica

O projeto pode contribuir para a formação profissional dos residentes através. Da experiência e habilidade obtida na realização das atividades; Da experiência de coordenar e ministrar atividades.


Impacto e Transformação Social

O projeto tem potencial de causar impacto extremamente positivo pela sua relevância social, uma vez que representa uma forma lúdica e acessível de difundir conhecimentos e trocar experiências através das atividades propostas. Portanto, espera-se que este projeto resulte em positivo impacto social a comunidade e melhoria no atendimento e manejo da população idosa do município de Santo Antônio do Itambé.


Divulgação

A divulgação será feita pelas redes sociais do município e grupo do whatszapp do grupo melhor geração


Público-alvo

Descrição

Idosos participantes do grupo melhor geração

Municípios Atendidos

Município

Santo Antônio do Itambé - MG

Parcerias

Nenhuma parceria inserida.

Cronograma de Atividades

Carga Horária Total: 140 h

Carga Horária 70 h
Periodicidade Mensalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Planejamento das atividades

Carga Horária 70 h
Periodicidade Mensalmente
Período de realização
  • Manhã;
Descrição da Atividade

Desenvolvimento das atividades planejadas