Visitante
TEMPO COMUNIDADE 2026
Sobre a Ação
202203001761
032022 - Ações
Projeto
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
01/08/2026
30/12/2026
Dados do Coordenador
ofélia ortega fraile
Caracterização da Ação
Ciências Humanas
Educação
Direitos Humanos e Justiça
Patrimônio cultural, histórico, natural e imaterial
Regional
Sim
Não
Sim
Fora do campus
Integral
Sim
Redes Sociais
Membros
O projeto visa fortalecer os vínculos entre a Licenciatura em Educação do Campo e os territórios das águas, florestas, comunidades quilombolas e assentamentos, por meio de atividades de Tempo Comunidade fundamentadas na Alternância. Busca articular ensino, pesquisa e extensão, promovendo práticas formativas, produção de materiais didáticos contextualizados, apoio às escolas do campo, diálogo com movimentos sociais e divulgação de experiências educativas nos territórios.
Educação do Campo; Alternância; Tempo Comunidade; Materiais didáticos contextualizados; Movimentos sociais do campo
Desde 2008 a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) acumula experiência na implementação de políticas públicas voltadas à formação de educadoras e educadores do Campo, das Águas e das Florestas. A trajetória da Educação do Campo na instituição teve início com a implantação da primeira turma da Licenciatura em Educação do Campo (LEC), ofertando duas habilitações: Ciências da Natureza e Matemática, e Linguagens e Códigos. O curso teve continuidade e consolidou-se institucionalmente a partir do edital de 2012 e, desde então, junto com outros projetos vinculados à Educação do Campo vem reafirmando-se o compromisso da UFVJM com a formação de professores e educadores para os territórios do campo. Inicialmente, a UFVJM implantou uma turma de formação inicial de educadores e educadoras por meio do Edital MEC/SECAD no 02, de 23 de abril de 2008, configurando a primeira experiência institucional com a Licenciatura em Educação do Campo no âmbito do PROCAMPO. Em 2012, docentes participantes desta experiência elaboraram uma proposta de Licenciatura em Educação do Campo (LEC) com duas habilitações - Ciências da Natureza e Matemática, e Linguagens e Códigos - submetida ao Edital no 02 (SESU/SETEC/SECADI/MEC), de 31 de agosto de 2012. A proposta foi aprovada pela Portaria MEC no 72, de 21 de dezembro de 2012, o que viabilizou a institucionalização do curso. Atualmente, o curso permanece em funcionamento com uma equipe composta por 15 docentes e três técnicos, ofertando 60 vagas anuais, distribuídas entre as habilitações de Ciências da Natureza (30 vagas) e Linguagens e Códigos (30 vagas). A LEC também é responsável pelos projetos PIBID Diversidade, Residência Pedagógica e PET Campesinato, além de ter implementado diversos projetos de ensino, pesquisa e extensão nos quais participam discentes e egressos da LEC. Em relação à formação permanente de professores, a instituição oferece cursos de formação continuada de educadores/as do Campo, das Águas e das Florestas desde 2023/2024 até a atualidade dentro do Programa Escola da Terra (PRONACAMPO), organizado em parceria com docentes do curso de Pedagogia. O funcionamento da LEC/UFVJM se dá, sobretudo, a partir dos tempos-espaços formativos denominados Tempo Universidade e Tempo Comunidade. O Tempo Universidade acontece nos meses de janeiro/fevereiro e julho/agosto, com duração de seis semanas. Para dele participarem os discentes se deslocam para a cidade de Diamantina onde realizam presencialmente atividades das diversas unidades curriculares do curso. O Tempo Comunidade tem duração de quatro meses e nele os discentes realizam, em seus locais de residência, parte das atividades das diversas unidades curriculares do curso. Além disso, ao longo de cada etapa de Tempo Comunidade são realizados dois Encontros de Tempo Comunidade. Para realizar estes Encontros os docentes se deslocam até os Núcleos de Alternância. Nestes encontros são realizadas ações diversas, com ênfase nas atividades da unidade curricular Práticas de Ensino. Conforme indicado, as atividades do Tempo Comunidade são organizadas a partir dos Núcleos de Alternância. Os Núcleos de Alternância são unidades territoriais, compostas por populações intermunicipais (notadamente camponesas e quilombolas) relacionadas aos discentes da LEC/UFVJM. Ao mesmo tempo, são pontos de articulação do curso com as comunidades atendidas pela universidade, com os movimentos sociais populares e com as instituições educacionais locais (formais e não-formais). São, portanto, espaços de trocas e construção de conhecimentos-saberes, de mobilização social e de referência espacial da Educação do Campo. A LEC/UFVJM trabalha com uma média de 8 Núcleos de Alternância, cobrindo as regiões do Vale do Jequitinhonha, do Vale do Mucuri, do Vale do Rio Doce e do Norte de Minas Gerais. Suas composições (tanto com relação aos sujeitos que deles participam, quanto com relação às suas abrangências territoriais) passam por pequenos ajustes a cada semestre, a depender dos locais de residência dos discentes que ingressam no curso ou que o concluem. O quadro abaixo apresenta a distribuição média dos discentes da LEC/UFVJM pelos Núcleos de Alternância nos últimos semestres. Os Núcleos de Alternância constituem importantes espaços de articulação entre universidade, comunidades e movimentos sociais, promovendo trocas de saberes, mobilização social e fortalecimento da Educação do Campo. Atualmente, a LEC/UFVJM atua, em média, com oito Núcleos de Alternância distribuídos pelos territórios do Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Vale do Rio Doce e Norte de Minas Gerais, envolvendo diversas comunidades rurais, quilombolas e assentamentos da reforma agrária.
A consolidação da Educação do Campo como política pública de formação docente exige o fortalecimento permanente das relações entre universidade, territórios e escolas do campo. Nesse contexto, a Licenciatura em Educação do Campo da UFVJM desempenha papel estratégico na formação inicial e continuada de educadores comprometidos com os modos de vida, os saberes e as lutas dos povos do campo, das águas e das florestas. A dinâmica formativa da Alternância demanda intenso acompanhamento pedagógico e institucional durante o Tempo Comunidade, envolvendo deslocamentos aos territórios, realização de encontros formativos, articulação com escolas do campo, movimentos sociais, secretarias municipais e estaduais de educação e comunidades tradicionais. Essas ações são fundamentais para garantir que a formação acadêmica dialogue com as realidades sociais, culturais, ambientais e políticas vivenciadas pelos sujeitos do campo. Nesse processo, a unidade curricular “Práticas de Ensino” assume papel central, uma vez que possibilita a creditação da extensão no âmbito da formação inicial, promovendo a integração entre universidade e comunidades por meio de ações desenvolvidas diretamente nos territórios. As atividades realizadas durante o Tempo Comunidade fortalecem a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a formação crítica e contextualizada dos licenciandos e para a construção coletiva de práticas educativas comprometidas com as realidades locais. Além disso, a predominância de currículos escolares urbanocêntricos nas redes de ensino produz importantes desafios para as escolas do campo, especialmente no que se refere à ausência de materiais didáticos contextualizados às realidades dos povos do campo, das águas e das florestas. Tal situação reforça a necessidade de elaboração de produtos educacionais, materiais didático-culturais e práticas pedagógicas que dialoguem com os territórios, os conhecimentos tradicionais, as experiências comunitárias e os problemas socioambientais vivenciados pelas comunidades camponesas e quilombolas. A atuação nos Núcleos de Alternância possibilita, assim, a valorização dos conhecimentos tradicionais e a construção de práticas educativas comprometidas com a transformação social e com a permanência das populações em seus territórios. Tais ações contribuem para fortalecer as escolas do campo e enfrentar processos históricos de exclusão educacional, fechamento de escolas e invisibilização dos saberes populares. O projeto também se justifica pela necessidade de ampliar a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, integrando ações já desenvolvidas pela LEC/UFVJM, como PIBID Diversidade, PET Campesinato, Residência Pedagógica e demais projetos vinculados à Educação do Campo. Essa integração fortalece a formação dos discentes e amplia o impacto social da universidade nos territórios atendidos. Por fim, o fortalecimento das ações do Tempo Comunidade e dos Núcleos de Alternância reafirma o compromisso institucional da UFVJM com a Educação do Campo, contribuindo para a construção de processos formativos contextualizados, democráticos e socialmente referenciados, em diálogo permanente com os movimentos sociais e as comunidades camponesas, quilombolas e tradicionais.
2.1. Geral Fortalecer os vínculos com os territórios da Educação do Campo, das Águas e das Florestas e com as Escolas do Campo; com foco na realização de atividades baseadas nos princípios da Educação do Campo e na Alternância e para atender a demandas formativas com a elaboração de materiais didáticos e culturais contextualizados durante o Tempo Comunidade com discentes da LEC e com as comunidades tradicionais, quilombolas e de assentamentos da reforma agrária. 2.2. Específicos 1. Realizar atividades das Práticas de Ensino em encontros de Tempo Comunidade no núcleos de alternância da LEC 2. Organizar atividades com as escolas com as quais se realizam os estágios e com as escolas do campo das comunidades como oficinas e reuniões com supervisores do estágio. 3. Fortalecer as relações com os movimentos sociais do campo no seio do Conselho Consultivo, com atividades como a JURA. 4. Estreitar as relações com as escolas do campo, secretarias de educação municipais e estaduais e com os movimentos sociais com o apoio dos Agentes Territoriais e de Formação, dentro do eixo de Governança do Novo PRONACAMPO 5. Elaborar produtos educacionais contextualizados e materiais didático- culturais para as Escolas do Campo e em processos de formação inicial e continuada de professores do campo. 6. Divulgar os trabalhos e pesquisas educacionais da Educação do Campo, das Águas e das Florestas realizadas nas unidades curriculares em alternância com foco nos trabalhos de tempo comunidade. 7. Participar em eventos da Educação do Campo durante o Tempo Comunidade para compartilhar experiências e reflexões acumuladas na LEC e divulgar as ações nos territórios 8. Articular pesquisa, ensino e extensão durante o tempo comunidade colocando em diálogo projetos da Educação do Campo como PIBID Diversidade, PET Campesinato e outros projetos de extensão e pesquisa de docentes, técnicos e discentes da LEC que atuam nos territórios durante o tempo comunidade.
Realizar Práticas de Ensino no Tempo Comunidade com metodologias participativas e articulação entre escola e comunidade. Desenvolver os Estágios Supervisionados com atividades de observação, regência e acompanhamento pedagógico nas Escolas do Campo. Promover oficinas, pesquisas, reuniões e intercâmbios integrando ensino, pesquisa e extensão. Fortalecer a gestão democrática e o diálogo com movimentos sociais por meio do Conselho Consultivo. Produzir e divulgar publicações acadêmicas, pedagógicas e culturais sobre Educação do Campo. Desenvolver produções audiovisuais para registrar e socializar experiências formativas da LEC. Incentivar a participação de docentes e discentes em eventos científicos e da Educação do Campo. Ampliar a atuação da LEC em fóruns e debates estratégicos sobre políticas públicas e formação por alternância.
O projeto fundamenta-se nos princípios da Educação do Campo, da Pedagogia da Alternância, da Pedagogia da Autonomia (Freire, 1996), da pesquisa participante e da construção coletiva do conhecimento, articulando ensino, pesquisa e extensão em diálogo permanente com as comunidades do campo, das águas e das florestas. A metodologia organiza-se a partir da integração entre Tempo Universidade (TU) e Tempo Comunidade (TC), compreendendo que a formação docente acontece simultaneamente na universidade e nos territórios, tendo os Núcleos de Alternância (NA) como principal espaço de articulação entre universidade, escolas do campo, movimentos sociais, comunidades tradicionais e secretarias municipais de educação. O projeto será desenvolvido em seis etapas metodológicas articuladas. 4.1 Planejamento participativo No início de cada Tempo Comunidade serão realizadas reuniões de planejamento envolvendo docentes, discentes, Coordenação da LEC, Conselho Consultivo, Agentes Territoriais do Novo PRONACAMPO, representantes das escolas do campo, secretarias municipais de educação e movimentos sociais. Nesta etapa serão definidas: prioridades dos territórios; cronograma das viagens; organização das Práticas de Ensino; definição dos produtos educacionais; planejamento dos encontros de Tempo Comunidade; definição das oficinas e atividades culturais. Todo o planejamento será construído de forma coletiva. 4.2 Desenvolvimento das atividades nos territórios Durante o Tempo Comunidade serão desenvolvidas diversas ações integradas. a) Encontros de Tempo Comunidade Serão realizados dois encontros presenciais em cada Núcleo de Alternância durante cada semestre, envolvendo: acompanhamento das Práticas de Ensino; socialização dos Trabalhos Integrados de Tempo Comunidade (TITC); oficinas pedagógicas; rodas de conversa; atividades culturais; planejamento coletivo. b) Práticas de Ensino As Práticas de Ensino serão desenvolvidas de forma interdisciplinar, envolvendo diferentes componentes curriculares e problemáticas reais dos territórios. As metodologias incluirão: investigação da realidade; observação participante; oficinas; cartografia social; pesquisa de campo; produção audiovisual; elaboração de materiais didáticos. c) Estágios Supervisionados Serão realizadas atividades de acompanhamento dos estágios nas Escolas do Campo, incluindo: visitas às escolas; reuniões com supervisores; acompanhamento das regências; avaliação coletiva; seminários de estágio. d) Oficinas e atividades formativas Serão realizadas oficinas envolvendo: tecnologias sociais; agroecologia; produção audiovisual; stop motion; arte e cultura popular; educação ambiental; mudanças climáticas; cartografia social; produção de materiais didáticos. e) Produção de materiais didáticos e culturais Durante o projeto serão elaborados produtos educacionais contextualizados, tais como: cadernos didáticos; animações em stop motion; documentários; cordéis; cartografias dos territórios; podcasts; revistas acadêmicas; materiais digitais; exposições culturais. Todos os materiais serão construídos conjuntamente entre docentes, discentes e comunidades. f) Participação em eventos O projeto prevê a participação em: Jornada Universitária pela Reforma Agrária (JURA); eventos científicos; encontros da Educação do Campo; reuniões do FONEC; Rede Mineira de Educação do Campo; atividades do Novo PRONACAMPO. Esses espaços permitirão divulgar as experiências produzidas e fortalecer a articulação entre universidade e territórios. 4.3 Participação efetiva do público externo O público externo participa em todas as etapas do projeto. Participarão diretamente: professores das Escolas do Campo; estudantes da Educação Básica; comunidades quilombolas; assentamentos da Reforma Agrária; agricultores familiares; movimentos sociais; secretarias municipais de educação; gestores escolares; Agentes Territoriais do Novo PRONACAMPO; Conselho Consultivo da LEC. Essa participação ocorrerá por meio de: planejamento coletivo; definição das demandas formativas; participação nas oficinas; realização conjunta das pesquisas; elaboração dos materiais didáticos; avaliação das atividades; organização dos eventos territoriais. As comunidades deixam de ser objeto da pesquisa e assumem papel de sujeitos produtores de conhecimento. 4.4 Acompanhamento do projeto O acompanhamento ocorrerá continuamente pela Coordenação da LEC, Coordenações de Área, Coordenação de Estágio, Conselho Consultivo e Agentes Territoriais. Serão utilizados: reuniões mensais de acompanhamento; registros em atas; diários de campo; registros fotográficos; vídeos; relatórios de viagem; relatórios das Práticas de Ensino; relatórios dos estágios; acompanhamento dos produtos educacionais; acompanhamento financeiro do TED; reuniões de avaliação com os territórios. 4.5 Indicadores de avaliação A avaliação será processual e participativa, considerando indicadores quantitativos e qualitativos. Indicadores quantitativos número de Núcleos de Alternância atendidos; número de encontros realizados; número de oficinas desenvolvidas; número de participantes; número de escolas envolvidas; número de municípios atendidos; número de materiais didáticos produzidos; número de publicações; número de produções audiovisuais; número de reuniões do Conselho Consultivo; número de viagens realizadas; número de produtos educacionais. Indicadores qualitativos fortalecimento da relação universidade-território; participação das comunidades nas atividades; integração entre ensino, pesquisa e extensão; fortalecimento das escolas do campo; produção de conhecimentos contextualizados; valorização dos saberes tradicionais; fortalecimento dos movimentos sociais; contribuição para as políticas públicas da Educação do Campo; desenvolvimento do protagonismo estudantil. 4.6 Questões éticas Todas as atividades observarão os princípios éticos previstos na legislação brasileira para pesquisas e ações extensionistas envolvendo seres humanos. O projeto fundamenta-se no respeito: aos conhecimentos tradicionais; à autonomia das comunidades; à diversidade cultural; às identidades quilombolas, camponesas, indígenas e povos tradicionais; à proteção da imagem e da identidade dos participantes. As produções audiovisuais, registros fotográficos, entrevistas e depoimentos somente serão divulgados mediante autorização dos participantes, quando necessária. A construção dos materiais didáticos respeitará os princípios da autoria coletiva, do reconhecimento dos saberes comunitários e da devolutiva social dos resultados obtidos. Além disso, todas as ações buscarão fortalecer relações horizontais entre universidade e territórios, valorizando a participação comunitária na definição, execução e avaliação das atividades, conforme os princípios da Educação do Campo, da extensão universitária crítica e da pesquisa participante.
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A interação dialógica com o público externo constitui o eixo estruturante deste projeto e será desenvolvida de forma permanente ao longo de todas as etapas do Tempo Comunidade da Licenciatura em Educação do Campo (LEC/UFVJM). As ações ocorrerão nos Núcleos de Alternância localizados nos territórios do Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Vale do Rio Doce e Norte de Minas Gerais, envolvendo escolas do campo, comunidades quilombolas, assentamentos da reforma agrária, movimentos sociais, secretarias municipais e estaduais de educação, gestores escolares, professores, estudantes, lideranças comunitárias e demais sujeitos dos territórios. A interação será realizada por meio de encontros de Tempo Comunidade, oficinas participativas, reuniões comunitárias, estágios supervisionados, pesquisas colaborativas, atividades culturais, eventos, reuniões do Conselho Consultivo da LEC e encontros com os Agentes Territoriais do Novo PRONACAMPO. Em todas essas ações, os sujeitos dos territórios participarão da definição de prioridades, da construção das atividades, da produção de conhecimentos e da avaliação dos resultados, contribuindo para que as demandas reais das comunidades orientem as práticas de ensino, pesquisa e extensão. Os Trabalhos Integrados de Tempo Comunidade (TITC), as Práticas de Ensino e as pesquisas desenvolvidas pelos estudantes serão construídos em diálogo com as comunidades e com as escolas do campo, priorizando temas relacionados à agroecologia, tecnologias sociais, arte e cultura, mudanças climáticas, juventudes, mulheres, territorialidades e valorização dos conhecimentos tradicionais. Os produtos educacionais, materiais didáticos, cartografias sociais, animações em stop motion, vídeos, publicações e demais materiais produzidos serão devolvidos às comunidades participantes, fortalecendo processos de formação continuada e de circulação social do conhecimento. A metodologia adotada fundamenta-se na dialogicidade, na participação social e na construção coletiva do conhecimento, promovendo uma relação horizontal entre universidade e sociedade. Dessa forma, o projeto busca fortalecer os territórios da Educação do Campo, ampliar a participação das comunidades na formação inicial de professores e contribuir para o desenvolvimento de soluções educacionais contextualizadas, comprometidas com a justiça social, a sustentabilidade e a valorização dos saberes dos povos do campo, das águas e das florestas. As atividades realizadas nos Núcleos de Alternância, os estágios supervisionados, oficinas, reuniões comunitárias, eventos, produções culturais e audiovisuais, bem como as ações do Conselho Consultivo, fortalecem a participação social e a construção compartilhada de conhecimentos. Essas ações possibilitam que as demandas dos territórios orientem práticas de ensino, pesquisa e extensão comprometidas com a valorização das culturas do campo, das águas e das florestas e com o fortalecimento das políticas públicas de Educação do Campo.
O projeto desenvolve a interdisciplinaridade e a interprofissionalidade como princípios organizadores das ações realizadas durante o Tempo Comunidade da Licenciatura em Educação do Campo (LEC/UFVJM). As atividades articulam docentes das áreas de Ciências da Natureza, Linguagens e Códigos, Ciências Humanas e Educação, integrando ensino, pesquisa e extensão na construção coletiva de ações voltadas às demandas dos territórios do campo, das águas e das florestas. As Práticas de Ensino, os Trabalhos Integrados de Tempo Comunidade (TITC), os estágios supervisionados, as oficinas, as pesquisas de campo, as produções didáticas, culturais e audiovisuais e as atividades do Conselho Consultivo são planejados de forma integrada por equipes docentes de diferentes áreas do conhecimento, possibilitando abordagens interdisciplinares sobre temas como agroecologia, mudanças climáticas, tecnologias sociais, arte e cultura, territorialidades, educação ambiental, soberania alimentar, cartografias sociais e valorização dos conhecimentos tradicionais. A interprofissionalidade se concretiza pela atuação conjunta entre docentes universitários, estudantes, professores das escolas do campo, gestores escolares, técnicos da universidade, Agentes Territoriais do Novo PRONACAMPO, secretarias municipais e estaduais de educação, movimentos sociais, organizações comunitárias, lideranças quilombolas e camponesas, além de pesquisadores de diferentes instituições parceiras. Essa rede colaborativa contribui para o planejamento, execução, acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas nos Núcleos de Alternância. A elaboração coletiva de materiais didáticos, produtos educacionais, cartografias sociais, cadernos pedagógicos, animações em stop motion, vídeos, publicações científicas e culturais constitui um espaço privilegiado de integração entre diferentes campos do conhecimento e diferentes profissionais, fortalecendo práticas educativas contextualizadas e comprometidas com a realidade das comunidades atendidas. Dessa forma, o projeto promove uma formação integrada, crítica e colaborativa, articulando diferentes saberes, profissões e instituições na construção de soluções educacionais voltadas ao fortalecimento da Educação do Campo, das Escolas do Campo e das políticas públicas desenvolvidas nos territórios de atuação da LEC/UFVJM.
O projeto contempla integralmente o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, estruturando todas as suas ações a partir da Pedagogia da Alternância e da Educação do Campo. Durante o Tempo Comunidade, as atividades acadêmicas articulam a formação desenvolvida nas unidades curriculares da Licenciatura em Educação do Campo (LEC/UFVJM) com processos investigativos e ações extensionistas construídas em parceria com escolas do campo, comunidades tradicionais, movimentos sociais e instituições públicas dos territórios atendidos. O ensino se materializa por meio das Práticas de Ensino, dos estágios supervisionados, das oficinas pedagógicas, dos Trabalhos Integrados de Tempo Comunidade (TITC) e das atividades curriculares realizadas nos Núcleos de Alternância. Essas ações são permanentemente articuladas às pesquisas desenvolvidas por docentes e discentes, que investigam temas relacionados à agroecologia, mudanças climáticas, tecnologias sociais, arte e cultura, educação ambiental, territorialidades, cartografias sociais, soberania alimentar e valorização dos conhecimentos tradicionais, sempre partindo das demandas concretas das comunidades. A dimensão extensionista ocorre por meio da construção coletiva das ações com os sujeitos dos territórios, envolvendo escolas do campo, secretarias municipais e estaduais de educação, movimentos sociais, comunidades quilombolas e camponesas, Agentes Territoriais do Novo PRONACAMPO e demais parceiros institucionais. As atividades incluem oficinas, reuniões comunitárias, eventos, intercâmbios, produção de materiais didáticos, publicações, produtos educacionais, animações em stop motion, vídeos e cartografias sociais, assegurando que o conhecimento produzido na universidade retorne às comunidades e seja construído conjuntamente com elas. O projeto também fortalece a integração entre diferentes iniciativas institucionais da LEC/UFVJM, articulando ações desenvolvidas pelo PIBID Diversidade, PET Campesinato, projetos de pesquisa, projetos de extensão, Programa Escola da Terra e demais ações vinculadas à formação inicial e continuada de professores da Educação do Campo. Essa integração potencializa os processos formativos, amplia a produção de conhecimentos socialmente referenciados e fortalece a atuação da universidade nos territórios. Dessa forma, ensino, pesquisa e extensão constituem dimensões inseparáveis do projeto, promovendo uma formação crítica, interdisciplinar e comprometida com o fortalecimento das Escolas do Campo, das comunidades tradicionais e das políticas públicas voltadas à Educação do Campo, das Águas e das Florestas.
A participação dos(as) graduandos(as) constitui o eixo central deste projeto, uma vez que todas as atividades são desenvolvidas no âmbito do Tempo Comunidade da Licenciatura em Educação do Campo (LEC/UFVJM), articulando ensino, pesquisa e extensão em processos formativos realizados diretamente nos territórios do campo, das águas e das florestas. Ao longo da execução do projeto, os(as) estudantes participam do planejamento, desenvolvimento, registro, sistematização e avaliação das atividades realizadas nos Núcleos de Alternância, nas Escolas do Campo e nas comunidades camponesas e quilombolas. Essa participação inclui a realização das Práticas de Ensino, dos Trabalhos Integrados de Tempo Comunidade (TITC), dos estágios supervisionados, de pesquisas colaborativas, oficinas pedagógicas, cartografias sociais, eventos comunitários, reuniões com movimentos sociais, produção de materiais didáticos e culturais, elaboração de produtos educacionais e produção audiovisual, incluindo animações em stop motion. Essas experiências possibilitam a integração permanente entre os conhecimentos construídos nas diferentes unidades curriculares e os desafios concretos vivenciados nos territórios, favorecendo a compreensão crítica das relações entre educação, cultura, ambiente, trabalho, agroecologia, tecnologias sociais, mudanças climáticas, arte e organização comunitária. Os(as) estudantes desenvolvem competências relacionadas ao trabalho interdisciplinar, ao planejamento participativo, à pesquisa em contexto, à mediação de processos educativos, à produção de materiais pedagógicos contextualizados e à atuação coletiva junto às comunidades. O projeto fortalece ainda a formação política, ética e cidadã dos futuros educadores, estimulando o protagonismo estudantil, a auto-organização, a responsabilidade social, o diálogo intercultural e o reconhecimento dos saberes produzidos pelas populações do campo, das águas e das florestas. A convivência com professores das escolas, gestores públicos, lideranças comunitárias, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e demais instituições parceiras amplia a compreensão do papel social da universidade e da docência na construção de políticas públicas comprometidas com os direitos dos povos do campo. Ao articular formação acadêmica, inserção territorial e produção coletiva do conhecimento, o projeto contribui para a formação de educadores capazes de atuar de forma crítica, interdisciplinar, ética e socialmente referenciada, fortalecendo a identidade profissional dos licenciandos e qualificando sua atuação futura nas Escolas do Campo e em outros espaços educativos.
O projeto promove impacto e transformação social por meio do fortalecimento das relações entre a universidade, as Escolas do Campo, os movimentos sociais e as comunidades dos territórios do Vale do Jequitinhonha, Vale do Mucuri, Vale do Rio Doce e Norte de Minas Gerais. As ações desenvolvidas durante o Tempo Comunidade buscam responder às demandas apresentadas pelos próprios sujeitos dos territórios, contribuindo para a melhoria dos processos educativos, o fortalecimento das políticas públicas e a valorização dos conhecimentos produzidos pelas comunidades. O impacto social do projeto se materializa na formação inicial de professores da Educação do Campo, na produção coletiva de materiais didáticos contextualizados, produtos educacionais, cartografias sociais, publicações, materiais audiovisuais e animações em stop motion, que permanecem como patrimônio educativo das escolas e comunidades participantes. Esses materiais fortalecem práticas pedagógicas contextualizadas e ampliam o acesso a recursos educacionais voltados às realidades do campo, das águas e das florestas. O projeto também fortalece a governança territorial da Educação do Campo por meio da atuação do Conselho Consultivo da LEC, da articulação com os Agentes Territoriais do Novo PRONACAMPO, das secretarias municipais e estaduais de educação, dos gestores escolares, dos movimentos sociais, das organizações comunitárias e das redes de Educação do Campo. Essas ações ampliam a participação social na construção das políticas públicas e consolidam espaços permanentes de diálogo entre universidade e sociedade. Ao incentivar pesquisas e ações voltadas à agroecologia, às tecnologias sociais, às mudanças climáticas, à arte e cultura, aos saberes tradicionais, às juventudes e às mulheres do campo, o projeto contribui para a construção de alternativas sustentáveis de desenvolvimento territorial, fortalecendo a permanência das populações em seus territórios e valorizando suas identidades culturais. Além dos impactos locais, o projeto amplia a incidência regional e nacional da Licenciatura em Educação do Campo por meio da participação em redes de pesquisa, fóruns, eventos científicos e espaços de formulação de políticas públicas, como a Rede Mineira de Educação do Campo, o Fórum Nacional de Educação do Campo (FONEC) e as ações vinculadas ao Novo PRONACAMPO. A sistematização e divulgação das experiências desenvolvidas possibilitam que as metodologias construídas pela LEC/UFVJM sejam compartilhadas com outras instituições e territórios, contribuindo para o fortalecimento da Educação do Campo em âmbito nacional. Dessa forma, o projeto promove transformações educacionais, sociais, culturais e territoriais duradouras, fortalecendo a formação de educadores comprometidos com a justiça social, a sustentabilidade, a valorização dos saberes dos povos do campo, das águas e das florestas e a consolidação de políticas públicas voltadas à Educação do Campo.
A divulgação do projeto será realizada de forma articulada entre a universidade, escolas do campo, comunidades tradicionais, movimentos sociais e redes institucionais vinculadas à Educação do Campo, buscando garantir não apenas a socialização das ações realizadas, mas também a aproximação com os diferentes sujeitos que compõem os territórios educativos. A estratégia de comunicação será construída de modo participativo, considerando os diferentes contextos socioculturais das comunidades envolvidas e valorizando os conhecimentos, práticas e experiências produzidas no âmbito do Tempo Universidade e do Tempo Comunidade. Para alcançar o público externo à universidade, serão mobilizados os canais de comunicação institucionais da UFVJM, das secretarias municipais de educação parceiras, das escolas do campo, das organizações sociais e dos movimentos vinculados às comunidades camponesas, quilombolas e tradicionais. Serão utilizados diferentes meios de divulgação, como redes sociais, páginas institucionais, produção de vídeos, registros fotográficos, materiais audiovisuais, boletins informativos, publicações coletivas e materiais pedagógicos produzidos durante as atividades formativas. Também serão realizadas ações de divulgação diretamente nos territórios, por meio de encontros comunitários, seminários, oficinas, rodas de conversa e atividades abertas envolvendo educadores, estudantes, famílias e lideranças comunitárias. As ações de divulgação buscarão dar visibilidade às práticas educativas, às pesquisas, aos relatos de experiências e aos materiais didáticos produzidos por discentes, docentes e comunidades parceiras, fortalecendo a circulação dos conhecimentos construídos coletivamente. A participação em eventos acadêmicos, congressos, seminários regionais e nacionais, jornadas universitárias e encontros dos movimentos sociais contribuirá para ampliar o diálogo com outras instituições de ensino superior, redes de Educação do Campo e políticas públicas relacionadas ao PRONACAMPO. Além da divulgação das ações realizadas, pretende-se fortalecer a comunicação como instrumento de valorização dos territórios e dos sujeitos da Educação do Campo, reconhecendo os saberes camponeses, quilombolas e das populações das águas e das florestas. Dessa forma, a divulgação será compreendida como uma prática formativa e política, capaz de aproximar universidade e sociedade, ampliar o alcance das experiências desenvolvidas pela Licenciatura em Educação do Campo e contribuir para o reconhecimento das contribuições das comunidades parceiras na construção de uma educação contextualizada, democrática e comprometida com a transformação social.
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Materiais didáticos e produtos culturais
Público-alvo
O público-alvo do projeto é composto por estudantes da Licenciatura em Educação do Campo da UFVJM, oriundos de comunidades camponesas, quilombolas, assentamentos da reforma agrária e territórios das águas e das florestas. Participam discentes das habilitações em Ciências da Natureza e Linguagens e Códigos, vinculados aos Núcleos de Alternância distribuídos em diferentes regiões de Minas Gerais. O projeto também dialoga diretamente com as escolas do campo e comunidades onde os estudantes desenvolvem suas atividades de Tempo Comunidade.
O projeto tem como público-alvo professores e professoras das Escolas do Campo vinculadas aos territórios atendidos pela LEC/UFVJM, incluindo escolas situadas em comunidades camponesas, quilombolas e assentamentos da reforma agrária. Participam docentes da Educação Básica que atuam nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Também em escolas do ensino fundamental e da educação infantil, especialmente em turmas multisseriadas em contextos rurais. Também são protagonistas os professores envolvidos com o PIBID diversidade. O projeto busca fortalecer processos de formação continuada, produção de materiais didáticos contextualizados e articulação entre escola, comunidade e universidade.
O projeto envolve comunidades camponesas, quilombolas e de assentamentos da reforma agrária vinculadas aos Núcleos de Alternância da LEC/UFVJM. Participam lideranças comunitárias, famílias, jovens, representantes de movimentos sociais e moradores que acompanham e contribuem com as atividades formativas realizadas durante o Tempo Comunidade. As ações buscam fortalecer o diálogo entre universidade e territórios, valorizando os saberes tradicionais, as práticas culturais e as demandas educacionais das comunidades do campo, das águas e das florestas.
O projeto tem como público-alvo representantes de movimentos sociais, organizações comunitárias, coletivos culturais, associações quilombolas, sindicatos e articulações da Educação do Campo atuantes nos territórios vinculados à LEC/UFVJM. Participam lideranças que contribuem com os processos formativos, debates sobre políticas públicas e fortalecimento das relações entre universidade, escolas e comunidades. Sua participação é fundamental para o diálogo com os territórios e para a construção coletiva de ações voltadas à Educação do Campo, das Águas e das Florestas.
O projeto tem como público-alvo Agentes Territoriais e de Formação vinculados ao PRONACAMPO, responsáveis pela articulação entre escolas do campo, comunidades, movimentos sociais e instituições públicas nos territórios atendidos pela LEC/UFVJM. Esses agentes participam de ações de acompanhamento, mobilização comunitária, formação e governança das políticas de Educação do Campo. Sua atuação contribui para fortalecer o diálogo entre universidade, escolas e territórios, ampliando os processos de formação e participação social.
Municípios Atendidos
Diamantina - MG
Serro - MG
Mendanha - MG
Turmalina - MG
Veredinha - MG
Itamarandiba - MG
Virgem da Lapa - MG
Araçuaí - MG
Minas Novas - MG
Berilo - MG
Capelinha - MG
Itaobim - MG
Jequitinhonha - MG
Almenara - MG
Itinga - MG
Coronel Murta - MG
Chapada do Norte - MG
Medina - MG
Francisco Badaró - MG
Ataléia - MG
Ouro Verde de Minas - MG
Felisburgo - MG
Taiobeiras - MG
Rio Pardo de Minas - MG
São Francisco - MG
Cristália - MG
Parcerias
Nenhuma parceria inserida.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 640 h
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Atividades nas comunidades
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Reunião do Conselho Consultivo da Educação do Campo para discutir questões como acesso e permanência da LEC, governança do Novo Pronacampo, articulações com os movimentos sociais e culturais e demandas e impactos de ensino, pesquisa e extensão da educação do campo nos territórios.
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Oficinas, palestras e rodas de conversa organizadas em escuta e diálogo com movimentos camponeses, com estudantes e egressos da LEC com diversas linguagens artísticas e sobre temas que os territórios demandam. As atividades serão feitas em articulação com outros projetos de extensão e cultura da UFVJM, projetos dos territórios e com a participação de artistas populares locales.
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Produção de livros, cadernos didáticos, produção de audiovisuais, materiais pedagógicos e culturais contextualizados para uso na LEDOCs, nas Escolas do Campo e pelos Movimentos Sociais e Culturais dos territórios.
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Reunião de supervisores de estágio e reuniões nas escolas
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Viagens para reuniões com movimentos sociais; viagens de pesquisa e intercâmbio com o objetivo de realizar pesquisas relacionadas com as disciplinas do semestre 2026-2
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Participação em eventos acadêmicos e científicos da Educação do Campo
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Realização de atividades vinculadas à Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária – JURA;