Visitante
ABRACE: Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social
Sobre a Ação
202104000313
042021 - Programa
Programa
RECOMENDADA
:
EM ANDAMENTO - Normal
07/09/2026
31/12/2031
Dados do Coordenador
eduardo gomes fernandes
Caracterização da Ação
Ciências Exatas e da Terra
Educação
Cultura
Formação Docente
Regional
Não
Não
Dentro e Fora do campus
Integral
Sim
Membros
O Programa ABRACE constitui a estrutura institucional de curricularização da extensão do Curso de Licenciatura em Matemática da UFVJM. Em consonância com a Resolução CNE/CES nº 7/2018, integra ações de ensino, pesquisa e extensão em oito eixos temáticos, articulando universidade, escolas e comunidades. Promove Educação Matemática crítica, inclusiva e contextualizada, com foco na formação docente, cidadania, humanização e desenvolvimento social.
Extensão universitária; Educação Matemática; Curricularização da extensão.
1.Apresentação A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em consonância com sua missão institucional de promover ensino, pesquisa e extensão de forma indissociável, reconhece a extensão universitária como dimensão fundamental da formação acadêmica e do compromisso social da educação superior pública. Nesse contexto, o Curso de Licenciatura em Matemática institui o Programa ABRACE – Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social, concebido como estrutura organizacional permanente responsável por articular, integrar e acompanhar as ações extensionistas desenvolvidas no âmbito do curso. O programa constitui o principal instrumento de implementação da curricularização da extensão prevista na Resolução CNE/CES nº 7/2018, permitindo que as atividades extensionistas vinculadas às unidades curriculares, bem como projetos, cursos, oficinas, eventos e demais ações propostas por docentes e discentes, sejam organizadas de forma integrada e contínua. Mais do que um conjunto de ações isoladas, o ABRACE configura-se como uma política institucional de extensão do curso, fortalecendo a formação inicial de professores de Matemática, promovendo a formação continuada de educadores da Educação Básica e ampliando a interação entre universidade e sociedade, especialmente nas comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. 2. Identidade do Programa O nome ABRACE expressa a identidade, os valores e a missão do programa, traduzindo simbolicamente sua proposta de aproximação entre universidade, escola e sociedade. O acrônimo ABRACE significa: ABRACE – Ações para o Bem-estar, Responsabilidade Social, Aprendizagem, Cidadania e Educação. Essa identidade traduz o compromisso do programa com uma formação docente humanizada, inclusiva e socialmente referenciada, reafirmando a Educação Matemática como campo de conhecimento voltado não apenas à dimensão técnica, mas também à formação humana, ética e cidadã. O ABRACE simboliza, ainda, o gesto de “abraçar” a escola, a comunidade e os diferentes sujeitos educativos, fortalecendo vínculos, promovendo o diálogo e valorizando os saberes locais como parte constitutiva do processo formativo. 3. Missão Promover a integração entre universidade, escolas e comunidades por meio de ações extensionistas em Educação Matemática, fortalecendo a formação inicial e continuada de professores, a humanização dos processos educativos, a inclusão, a inovação pedagógica e o desenvolvimento social, em consonância com a curricularização da extensão prevista na Resolução CNE/CES nº 7/2018. 4. Visão Consolidar-se como um programa institucional de referência em curricularização da extensão em Educação Matemática, reconhecido pela qualidade de suas ações, pelo compromisso com a formação docente, pela promoção da cidadania, da equidade, da inclusão e pelo impacto social positivo nas comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. 5. Valores O Programa ABRACE fundamenta-se nos seguintes valores: Compromisso com a educação pública, gratuita e de qualidade; Responsabilidade social e compromisso com o desenvolvimento regional; Humanização dos processos educativos; Inclusão, diversidade e equidade; Ética e respeito aos direitos humanos; Valorização dos saberes locais e comunitários; Cooperação e diálogo entre universidade e sociedade; Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; Inovação pedagógica e tecnológica; Formação crítica, cidadã e emancipatória. 6. Princípios Norteadores O Programa ABRACE orienta-se pelos seguintes princípios, em consonância com a Resolução CNE/CES nº 7/2018 e com a Política Nacional de Extensão Universitária: Interação dialógica entre universidade e sociedade; Interdisciplinaridade e interprofissionalidade; Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; Impacto na formação discente; Impacto e transformação social; Inclusão e equidade; Respeito à diversidade sociocultural; Valorização dos saberes populares e locais; Desenvolvimento sustentável e responsabilidade social; Inovação pedagógica na Educação Matemática; Formação docente crítica e reflexiva; Compromisso com a cidadania e os direitos humanos. 7. Introdução A extensão universitária constitui dimensão essencial da educação superior brasileira, consolidando-se como um dos pilares da formação acadêmica ao lado do ensino e da pesquisa. A partir da Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, a extensão passa a integrar de forma obrigatória os currículos dos cursos de graduação, por meio da curricularização da extensão, que estabelece a necessidade de articulação sistemática entre formação acadêmica e demandas sociais. Nesse contexto, o Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) institui o Programa ABRACE – Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social, como estrutura organizacional permanente responsável por integrar, articular, acompanhar e fortalecer as ações extensionistas desenvolvidas no âmbito do curso. Ressalta-se que atualmente, o Curso de Licenciatura em Matemática está encerrando suas ofertas na modalidade EaD, em função das novas diretrizes curriculares estabelecidas na Resolução CNE/CP nº 4, DE 29 DE MAIO DE 2024. Desta forma, o Curso está em processo de transição para oferta na modalidade presencial, e o referido programa atenderá ambas as modalidades tanto no período de transição quanto no período em que o curso ficará somente com a oferta presencial no Campus JK. O programa organiza as atividades extensionistas vinculadas às unidades curriculares com carga horária extensionista, bem como projetos, cursos, oficinas, eventos e demais ações propostas por docentes e discentes, assegurando unidade pedagógica, continuidade e coerência institucional. Dessa forma, o ABRACE constitui um espaço estruturante para a implementação da curricularização da extensão, garantindo que tais atividades não sejam pontuais ou fragmentadas, mas integradas ao percurso formativo dos estudantes. Organizado em oito eixos temáticos, o programa promove ações de Educação Matemática voltadas à humanização, à inclusão, à inovação pedagógica, à valorização dos saberes locais e ao desenvolvimento social, especialmente nas comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Essa perspectiva dialoga com a concepção de educação como prática de liberdade e transformação social proposta por Paulo Freire (1987), para quem o processo educativo deve ser fundamentado no diálogo, na problematização da realidade e na construção coletiva do conhecimento. Ao mesmo tempo, o programa se ancora na compreensão da Matemática como produção cultural e socialmente situada, conforme desenvolvido por Ubiratan D'Ambrosio (2001), cuja proposta da Etnomatemática evidencia a presença de diferentes formas de saber matemático nos diversos contextos culturais. Ao assumir caráter permanente e fluxo contínuo, o ABRACE fortalece a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a formação inicial e continuada de professores de Matemática e para a transformação social por meio da educação. Inicialmente o programa ABRACE terá dois projetos ativos vinculados ao mesmo, Grupo de Dança Afro Bantos do Baú e Associação de Ogãs: Apoio e valorização da cultura afro brasileira de Diamantina (202607000024) e o pojeto Bantos do Baú na Escola: dança afro como expressão cultural e educativa (202606000106). Além destes, outros projetos como o Laboratório de Ensino de Matemática, serão vinculados no decorrer de sua execução.
8. Justificativa A criação do Programa ABRACE – Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social responde às exigências legais estabelecidas pela Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018, que determina a obrigatoriedade da inserção da extensão universitária nos currículos dos cursos de graduação, assegurando, no mínimo, 10% da carga horária total em atividades extensionistas. Mais do que o cumprimento de uma normativa legal, a curricularização da extensão representa uma mudança paradigmática na formação universitária, ao promover a integração entre universidade e sociedade, articulando saberes acadêmicos e saberes populares, teoria e prática, formação técnica e formação cidadã. Nesse contexto, o Curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) institui o ABRACE como estrutura institucional permanente responsável por organizar, integrar e fortalecer as ações extensionistas do curso, garantindo unidade pedagógica, coerência formativa e impacto social das atividades desenvolvidas. O programa justifica-se, ainda, pela necessidade de consolidar uma política institucional de extensão que articule as atividades desenvolvidas nas unidades curriculares com carga horária extensionista, bem como projetos, cursos, oficinas, eventos e demais ações propostas por docentes e discentes, evitando a fragmentação das iniciativas e promovendo sua integração em um sistema estruturado e contínuo. No contexto dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, região marcada por desafios sociais, educacionais e econômicos, o ABRACE assume papel estratégico ao fortalecer a presença da universidade nas comunidades, promover a valorização dos saberes locais e contribuir para o desenvolvimento regional por meio da Educação Matemática. Além disso, o programa fortalece a formação inicial e continuada de professores, promovendo práticas pedagógicas inovadoras, inclusivas e contextualizadas, que dialogam com a realidade das escolas e dos estudantes da Educação Básica. Ao organizar suas ações em oito eixos temáticos, o ABRACE possibilita uma abordagem ampla e integrada da Educação Matemática, contemplando dimensões como humanização, inclusão, tecnologias educacionais, formação docente, relação escola-comunidade e aplicação social da matemática. O programa também se justifica pela necessidade de fortalecimento da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, princípio constitucional da educação superior brasileira, promovendo experiências formativas que articulam produção de conhecimento, intervenção social e formação cidadã. Dessa forma, o ABRACE constitui não apenas uma exigência curricular, mas uma proposta institucional estruturante, voltada à consolidação de uma formação docente crítica, ética, inovadora e socialmente comprometida.
Objetivo Geral Promover a curricularização da extensão no Curso de Licenciatura em Matemática da UFVJM por meio da organização, integração e fortalecimento de ações extensionistas articuladas ao ensino e à pesquisa, contribuindo para a formação inicial e continuada de professores, a humanização dos processos educativos, a inclusão social, a inovação pedagógica e o desenvolvimento regional dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, em consonância com a Resolução CNE/CES nº 7/2018. Objetivos Específicos Organizar e sistematizar as ações extensionistas vinculadas às unidades curriculares do Curso de Licenciatura em Matemática; Assegurar a implementação da curricularização da extensão de forma integrada, contínua e articulada ao Projeto Pedagógico do Curso; Promover a articulação entre ensino, pesquisa e extensão na formação inicial e continuada de professores de Matemática; Desenvolver ações extensionistas em parceria com escolas, redes de ensino e comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri; Fortalecer a formação docente por meio de experiências práticas, reflexivas e contextualizadas em Educação Matemática; Incentivar práticas pedagógicas inovadoras, inclusivas e socialmente comprometidas; Valorizar os saberes locais e comunitários, promovendo o diálogo entre conhecimento acadêmico e conhecimento popular; Integrar tecnologias digitais e metodologias ativas aos processos de ensino e aprendizagem da Matemática; Promover ações voltadas à inclusão, diversidade, equidade e respeito aos direitos humanos; Desenvolver ações extensionistas que contribuam para a humanização da educação e o fortalecimento do bem-estar no ambiente escolar; Estimular o protagonismo discente na elaboração, execução e avaliação de ações extensionistas; Contribuir para o desenvolvimento educacional, social, cultural e econômico das comunidades atendidas pelo programa; Consolidar o ABRACE como estrutura institucional permanente de organização da extensão no Curso de Licenciatura em Matemática.
15. Metas As metas do Programa ABRACE – Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social visam assegurar a efetividade das ações extensionistas, bem como seu impacto formativo, social e institucional no âmbito do Curso de Licenciatura em Matemática da UFVJM. As metas estão organizadas em dimensões quantitativas e qualitativas, considerando o caráter contínuo e estruturante do programa. 15.1 Metas quantitativas Garantir que 100% das unidades curriculares com carga horária extensionista estejam vinculadas ao Programa ABRACE; Assegurar a participação de todos os estudantes do curso em atividades extensionistas ao longo de sua formação; Desenvolver, anualmente, pelo menos um conjunto de ações extensionistas em cada um dos oito eixos temáticos; Realizar, no mínimo, um evento institucional anual de socialização das ações do ABRACE; Ampliar progressivamente o número de escolas e comunidades atendidas no território dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri; Produzir, ao longo de cada ciclo formativo, relatórios, materiais didáticos e registros acadêmicos das ações extensionistas; Incentivar a participação de docentes, técnicos administrativos e discentes em projetos extensionistas contínuos e integrados ao programa. 15.2 Metas qualitativas Fortalecer a integração entre ensino, pesquisa e extensão na formação inicial de professores de Matemática; Promover a consolidação de práticas pedagógicas inovadoras, inclusivas e contextualizadas; Ampliar o diálogo entre universidade, escolas e comunidades locais; Valorizar os saberes tradicionais e comunitários na Educação Matemática; Contribuir para a formação docente crítica, ética, reflexiva e socialmente comprometida; Estimular o protagonismo discente nas ações extensionistas; Promover impacto social positivo nas comunidades atendidas pelo programa; Fortalecer a identidade institucional da Licenciatura em Matemática da UFVJM; Consolidar a cultura da extensão como eixo estruturante da formação universitária. 15.3 Indicadores de acompanhamento Para monitoramento das metas, poderão ser utilizados os seguintes indicadores: Número de ações extensionistas realizadas por eixo; Número de estudantes participantes por período letivo; Número de escolas e comunidades atendidas; Produção de materiais didáticos e acadêmicos; Relatórios de impacto social; Participação em eventos acadêmicos e comunitários; Avaliação qualitativa de docentes, técnicos administrativos, discentes e comunidades parceiras.
16. Metodologia A metodologia do Programa ABRACE – Programa Institucional de Curricularização da Extensão em Educação Matemática, Humanização e Desenvolvimento Social fundamenta-se em uma abordagem participativa, dialógica e interdisciplinar, em consonância com a Resolução CNE/CES nº 7/2018 e com os princípios da extensão universitária brasileira. A organização metodológica do programa assegura que as ações extensionistas sejam planejadas, executadas, acompanhadas e avaliadas de forma contínua, integrando formação acadêmica, prática docente e interação com a sociedade. As atividades descritas possuem caráter permanente e são desenvolvidas semestralmente durante a vigência do Programa ABRACE. Em cada período letivo, as unidades curriculares com carga horária extensionista executarão ações específicas, definidas pelos respectivos docentes em consonância com o Projeto Pedagógico do Curso e com os eixos temáticos do programa. Ao término de cada semestre, o docente responsável apresentará relatório das atividades desenvolvidas, contendo descrição das ações, público atendido, carga horária executada, resultados alcançados e documentação comprobatória. 16.1 Princípios metodológicos O desenvolvimento das ações extensionistas no âmbito do ABRACE orienta-se pelos seguintes princípios: Interação dialógica entre universidade e sociedade; Aprendizagem ativa e significativa; Integração entre teoria e prática; Interdisciplinaridade e contextualização; Protagonismo discente; Valorização dos saberes locais e comunitários; Formação docente reflexiva e crítica; Compromisso social e transformação da realidade. 16.2 Etapas de desenvolvimento das ações As ações extensionistas vinculadas ao programa seguem um ciclo metodológico contínuo, composto pelas seguintes etapas: a) Planejamento Identificação das demandas sociais, educacionais e comunitárias, definição dos objetivos da ação, vinculação ao eixo temático correspondente e articulação com as unidades curriculares. b) Articulação institucional Estabelecimento de parcerias com escolas, comunidades e instituições locais, assegurando a viabilidade e pertinência das ações propostas. c) Execução Desenvolvimento das atividades extensionistas, com participação ativa de docentes, técnicos administrativos, discentes e comunidade externa, promovendo a interação entre conhecimento acadêmico e saberes locais. d) Registro Documentação sistemática das ações realizadas, por meio de relatórios, registros fotográficos, materiais produzidos e demais instrumentos institucionais. e) Socialização Divulgação dos resultados em eventos acadêmicos, comunitários e científicos, fortalecendo a visibilidade das ações extensionistas. f) Avaliação Processo contínuo de análise dos resultados, considerando impacto formativo, social e institucional das ações desenvolvidas. 16.3 Estratégias pedagógicas O programa utiliza diferentes estratégias pedagógicas, tais como: Aprendizagem baseada em projetos; Resolução de problemas contextualizados; Modelagem matemática aplicada a situações reais; Oficinas pedagógicas; Estudos de campo e intervenções em comunidades; Produção de materiais didáticos; Seminários e rodas de conversa; Uso de tecnologias digitais educacionais. 16.4 Integração ensino–pesquisa–extensão A metodologia do ABRACE assegura a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, de modo que: Os conteúdos trabalhados em sala de aula são articulados às ações extensionistas; As experiências extensionistas geram dados e reflexões para pesquisa acadêmica; Os resultados das ações retornam ao processo formativo dos estudantes; A realidade social orienta a produção de conhecimento no curso. 16.5 Caráter formativo da extensão No âmbito do ABRACE, a extensão é compreendida como processo formativo, no qual estudantes: Desenvolvem competências pedagógicas e sociais; Vivenciam situações reais de ensino e aprendizagem; Interagem com diferentes contextos sociais e educacionais; Constroem conhecimento de forma colaborativa; Desenvolvem postura ética, crítica e comprometida com a realidade social.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Senado Federal, 1988. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF, 1996. BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE. Brasília, DF, 2014. BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira. Brasília, DF, 2018. FORPROEX. Política Nacional de Extensão Universitária. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras. Brasília, 2012. Paulo Freire. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Ubiratan D'Ambrosio. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001. Ole Skovsmose. Educação matemática crítica: a questão da democracia. Campinas: Papirus, 2001. UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI (UFVJM). Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Matemática. Diamantina, MG, 2026.
O Programa ABRACE fundamenta-se na interação dialógica entre a comunidade acadêmica e a sociedade como princípio estruturante da extensão universitária. Essa interação se materializa por meio do diálogo permanente entre universidade, escolas e comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, valorizando os saberes locais e promovendo a construção compartilhada do conhecimento. Nesse processo, docentes e discentes atuam de forma colaborativa com os diferentes sujeitos sociais, reconhecendo a realidade comunitária como ponto de partida e de chegada das ações extensionistas. Tal perspectiva reforça uma Educação Matemática comprometida com a escuta, o respeito às experiências sociais e a produção coletiva de soluções para demandas educacionais e sociais concretas.
O ABRACE organiza suas ações extensionistas a partir da interdisciplinaridade e da interprofissionalidade, compreendendo que os desafios educacionais e sociais não podem ser enfrentados por uma única área do conhecimento. Dessa forma, o programa articula a Matemática com campos como Educação, Pedagogia, Tecnologias Educacionais, Ciências Humanas e Sociais, promovendo práticas integradas de formação e intervenção. A interação entre diferentes áreas do saber, bem como entre diferentes atores institucionais e comunitários, possibilita a construção de experiências formativas mais amplas, contextualizadas e socialmente relevantes, fortalecendo a formação docente em Matemática de forma crítica e integrada.
O princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão constitui eixo estruturante do ABRACE, assegurando que as ações extensionistas não sejam atividades isoladas, mas integradas ao processo formativo. As experiências desenvolvidas nas comunidades alimentam reflexões teóricas e investigações acadêmicas, ao mesmo tempo em que os conhecimentos produzidos na universidade retornam à sociedade em forma de práticas educativas, intervenções e projetos. Dessa forma, o programa consolida um ciclo formativo contínuo, no qual ensinar, pesquisar e estender se articulam como dimensões complementares de uma formação docente crítica, reflexiva e socialmente comprometida.
A participação dos graduandos no ABRACE constitui elemento central de sua formação acadêmica e profissional, uma vez que os estudantes são protagonistas das ações extensionistas desenvolvidas no curso. Por meio da inserção em contextos reais de ensino e aprendizagem, os licenciandos vivenciam práticas pedagógicas contextualizadas, desenvolvem competências didáticas, comunicativas e socioemocionais, e estabelecem relações significativas com diferentes realidades sociais. Essa participação contribui para a formação de professores de Matemática críticos, reflexivos e capazes de articular teoria e prática, promovendo uma aprendizagem significativa e socialmente referenciada.
O ABRACE promove impacto e transformação social ao aproximar a universidade das comunidades, especialmente em contextos marcados por desigualdades sociais e educacionais. As ações extensionistas contribuem para a melhoria das práticas educativas, a valorização dos saberes locais e o fortalecimento das escolas públicas da Educação Básica. Ao desenvolver projetos contextualizados em Educação Matemática, o programa favorece a emancipação dos sujeitos, o desenvolvimento da cidadania e a ampliação das oportunidades educacionais. Dessa forma, o ABRACE reafirma o compromisso da universidade pública com a transformação social e o desenvolvimento humano sustentável nos territórios em que atua.
Tornar públicas as ações extensionistas realizadas pelos estudantes e professores; Compartilhar resultados de projetos, oficinas, eventos e intervenções nas escolas e comunidades; Dar visibilidade às práticas de Educação Matemática desenvolvidas no programa; Aproximar universidade e sociedade por meio da circulação do conhecimento. Formas de divulgação: Apresentação de trabalhos em eventos acadêmicos; Publicação de artigos, relatos de experiência e resumos; Produção de materiais didáticos e digitais (vídeos, podcasts, cartilhas); Redes sociais institucionais e do curso; Feiras, mostras e seminários de extensão; Relatórios públicos das ações desenvolvidas.
13. Organização da Curricularização da Extensão A curricularização da extensão no Curso de Licenciatura em Matemática da UFVJM, no âmbito do Programa ABRACE, constitui-se como um processo estruturado de integração entre atividades de ensino, pesquisa e extensão, em conformidade com a Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Esse processo assegura que, no mínimo, 10% da carga horária total do curso seja desenvolvida em atividades extensionistas, articuladas de forma orgânica às unidades curriculares e às demais experiências formativas dos estudantes. 13.1 Concepção de curricularização no ABRACE No âmbito do ABRACE, a curricularização da extensão é compreendida como: Integração permanente entre formação acadêmica e demandas sociais; Inserção da extensão como componente formativo obrigatório; Articulação entre conhecimentos teóricos e práticas sociais contextualizadas; Produção de conhecimento a partir da interação dialógica com a sociedade. 13.2 Inserção das ações extensionistas no currículo As ações extensionistas são desenvolvidas por meio de: a) Unidades curriculares com carga horária extensionista Componentes curriculares do Curso de Licenciatura em Matemática que destinam parte de sua carga horária à realização de atividades extensionistas vinculadas aos eixos do ABRACE. b) Projetos de extensão Projetos propostos por docentes e discentes, vinculados a um ou mais eixos do programa, com participação ativa das comunidades externas. c) Cursos, oficinas e eventos Atividades formativas abertas à comunidade acadêmica e externa, promovendo a difusão do conhecimento matemático e a formação continuada. d) Ações integradoras Iniciativas interdisciplinares e interinstitucionais que articulam diferentes componentes curriculares e diferentes eixos do programa. 13.3 Vinculação ao Programa ABRACE Todas as ações extensionistas desenvolvidas no curso devem estar obrigatoriamente vinculadas a pelo menos um dos oito eixos temáticos do programa: Humanização, Acolhimento e Bem-estar Matemática nas Comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Laboratório de Ensino de Matemática Inclusão, Diversidade e Equidade Tecnologias e Inovação em Educação Matemática Formação Docente e Desenvolvimento Profissional Escola, Família e Sociedade Matemática para a Vida Essa vinculação garante coerência pedagógica, identidade institucional e unidade formativa ao conjunto das ações extensionistas. 13.4 Organização da carga horária extensionista A carga horária extensionista será distribuída ao longo do curso por meio de: Componentes curriculares específicos com carga horária extensionista definida no Projeto Pedagógico do Curso e especificadas nos Planos de Ensino dos componentes curriculares; Integração com projetos institucionais de extensão vinculados ao ABRACE; Participação dos discentes em ações extensionistas devidamente registradas e avaliadas. O registro e validação da carga horária ocorrerão conforme normas institucionais da UFVJM e regulamentações internas do curso. 13.5 Avaliação da aprendizagem na extensão A avaliação das atividades extensionistas considerará dimensões formativas, tais como: Participação e engajamento dos estudantes; Articulação entre teoria e prática; Impacto social das ações desenvolvidas; Capacidade de trabalho colaborativo; Reflexão crítica sobre a prática extensionista; Produção de registros acadêmicos (relatórios, relatos, artigos, materiais didáticos). 13.6 Registro e sistematização das ações Todas as ações desenvolvidas no âmbito do ABRACE deverão ser: Registradas em sistema institucional da UFVJM; Acompanhadas por relatórios técnicos e pedagógicos; Sistematizadas para fins de avaliação institucional e social; Socializadas em eventos acadêmicos, científicos e comunitários. 13.7 Integração entre formação e impacto social A organização da curricularização da extensão no ABRACE tem como finalidade central garantir que a formação do licenciando em Matemática esteja diretamente vinculada às demandas sociais das comunidades atendidas, promovendo impacto educacional, social e cultural. 14. Eixos Temáticos do Programa O Programa ABRACE organiza suas ações extensionistas em oito eixos temáticos integradores, que orientam o planejamento, a execução e a avaliação das atividades desenvolvidas no âmbito da curricularização da extensão no Curso de Licenciatura em Matemática da UFVJM. Cada eixo constitui um campo estruturante de atuação, articulando formação docente, Educação Matemática, demandas sociais e desenvolvimento regional. 14.1 Eixo I – Humanização, Acolhimento e Bem-estar Objetivo Promover ações extensionistas voltadas ao desenvolvimento socioemocional, à escuta sensível, ao acolhimento e à construção de ambientes educativos humanizados. Linhas de ação Saúde mental na formação docente; Relações interpessoais na escola; Cultura de paz; Emoções e aprendizagem matemática; Bem-estar estudantil e docente. Exemplos de ações Rodas de conversa em escolas; Oficinas sobre ansiedade e aprendizagem em Matemática; Projetos de escuta ativa com estudantes da Educação Básica; Intervenções sobre clima escolar. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 3 (Saúde e bem-estar) e ODS 4 (Educação de qualidade) 14.2 Eixo II – Matemática nas Comunidades dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Objetivo Valorizar os saberes locais e promover a Educação Matemática contextualizada nas realidades socioculturais da região. Linhas de ação Etnomatemática; Educação do campo; Saberes tradicionais; Matemática no cotidiano comunitário; Popularização da Matemática. Exemplos de ações Oficinas em comunidades rurais e quilombolas; Mapeamento de práticas matemáticas locais; Feiras de Matemática comunitária; Projetos com agricultores, artesãos e comerciantes locais. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 10 (Redução das desigualdades), ODS 11 (Comunidades sustentáveis) 14.3 Eixo III – Laboratório de Ensino de Matemática Objetivo Desenvolver práticas pedagógicas inovadoras para o ensino e aprendizagem da Matemática. Linhas de ação Materiais manipuláveis; Jogos matemáticos; Modelagem matemática; Resolução de problemas; Investigação matemática. Exemplos de ações Oficinas de construção de materiais didáticos; Sequências didáticas investigativas; Intervenções em escolas com metodologias ativas; Produção de kits pedagógicos. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade) e ODS 9 (Inovação) 14.4 Eixo IV – Inclusão, Diversidade e Equidade Objetivo Promover práticas inclusivas na Educação Matemática, respeitando a diversidade humana e social. Linhas de ação Educação inclusiva; Educação especial; Relações étnico-raciais; Gênero e diversidade; Acessibilidade pedagógica. Exemplos de ações Oficinas de Matemática inclusiva; Produção de materiais acessíveis; Formação sobre práticas antidiscriminatórias; Projetos com estudantes com deficiência. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de gênero), ODS 10 (Redução das Desigualdades) 14.5 Eixo V – Tecnologias e Inovação em Educação Matemática Objetivo Integrar tecnologias digitais e metodologias inovadoras ao ensino de Matemática. Linhas de ação Tecnologias digitais; Pensamento computacional; GeoGebra e softwares educacionais; Inteligência Artificial na educação; Recursos educacionais abertos. Exemplos de ações Oficinas de programação aplicada à Matemática; Produção de objetos digitais de aprendizagem; Uso de IA em atividades investigativas; Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade) e ODS 9 (Inovação) 14.6 Eixo VI – Formação Docente e Desenvolvimento Profissional Objetivo Fortalecer a formação inicial e continuada de professores de Matemática. Linhas de ação Estágio e extensão articulados; Comunidades de prática; Formação continuada; Reflexão sobre a prática docente. Exemplos de ações Grupos de estudo com professores da rede básica; Seminários de práticas pedagógicas; Projetos colaborativos universidade-escola; Produção de relatos de experiência. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade) 14.7 Eixo VII – Escola, Família e Sociedade Objetivo Fortalecer a relação entre escola, família e comunidade. Linhas de ação Participação familiar na escola; Educação financeira; Cidadania; Sustentabilidade; Projetos comunitários. Exemplos de ações Oficinas para famílias; Projetos interinstitucionais; Educação financeira comunitária; Ações de cidadania e participação social. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 16 (Paz, justiça e instituições eficazes), ODS 17 (Parcerias) 14.8 Eixo VIII – Matemática para a Vida Objetivo Promover a aplicação social da Matemática em situações reais do cotidiano. Linhas de ação Estatística para cidadania; Educação financeira; Matemática e meio ambiente; Consumo consciente; Tomada de decisão baseada em dados. Exemplos de ações Projetos de análise de dados locais; Oficinas de finanças pessoais; Estudos sobre sustentabilidade; Interpretação de dados sociais. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU relacionados - ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), ODS 12 (Consumo responsável), ODS 13 (Ação climática).
Público-alvo
Alunos de escolas públicas dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, principais parceiros do programa. Participam de oficinas, intervenções pedagógicas, projetos de aprendizagem matemática, atividades lúdicas, tecnológicas e investigativas desenvolvidas pelos licenciandos.
Docentes das redes municipais e estaduais de ensino que colaboram com o programa, participando de formações continuadas, projetos colaborativos, oficinas pedagógicas e ações de desenvolvimento profissional docente em Matemática.
Moradores das comunidades atendidas pelo programa, incluindo famílias de estudantes, agricultores, trabalhadores locais e lideranças comunitárias. Participam de ações educativas, oficinas de matemática aplicada ao cotidiano, projetos de cidadania, educação financeira e eventos comunitários.
Municípios Atendidos
Diamantina - MG
Itamarandiba - MG
Taiobeiras - MG
Minas Novas - MG
Turmalina - MG
Cristália - MG
Pedra Azul - MG
Parcerias
O Polo parceiro disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no Polo, de modo a fortalecer a articulação entre universidade, escola e comunidade externa e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
O Polo parceiro disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no Polo, de modo a fortalecer a articulação entre universidade, escola e comunidade externa e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
O Polo parceiro disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no Polo, de modo a fortalecer a articulação entre universidade, escola e comunidade externa e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
A instituição escolar parceira disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no cotidiano escolar, incluindo a realização de atividades em sala de aula, quando pertinente, de modo a fortalecer a articulação entre universidade e escola e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
A instituição escolar parceira disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no cotidiano escolar, incluindo a realização de atividades em sala de aula, quando pertinente, de modo a fortalecer a articulação entre universidade e escola e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
A instituição escolar parceira disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no cotidiano escolar, incluindo a realização de atividades em sala de aula, quando pertinente, de modo a fortalecer a articulação entre universidade e escola e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
A instituição escolar parceira disponibilizará espaços físicos e apoiará a inserção das ações extensionistas no cotidiano escolar, incluindo a realização de atividades em sala de aula, quando pertinente, de modo a fortalecer a articulação entre universidade e escola e promover a integração entre formação inicial docente e prática pedagógica.
Cronograma de Atividades
Carga Horária Total: 540 h
- Tarde;
Planejamento das ações extensionistas vinculadas às unidades curriculares do Curso de Licenciatura em Matemática, incluindo definição de objetivos, cronograma, público-alvo, parceiros e vinculação aos eixos temáticos do Programa ABRACE.
- Manhã;
- Tarde;
- Noite;
Execução das atividades extensionistas previstas nas unidades curriculares, em articulação com escolas, comunidades e instituições parceiras, envolvendo oficinas, projetos, eventos, intervenções pedagógicas, produção de materiais didáticos e outras ações relacionadas aos eixos do Programa ABRACE. As 330 horas anuais são as horas extensionistas previstas no PPC do Curso.
- Manhã;
- Tarde;
- Noite;
Acompanhamento pedagógico das atividades extensionistas pelos docentes responsáveis, incluindo orientação aos estudantes, articulação com instituições parceiras e monitoramento das ações desenvolvidas.
- Tarde;
- Noite;
Organização dos registros das atividades extensionistas, incluindo listas de presença, registros fotográficos, materiais produzidos, relatórios parciais e demais documentos comprobatórios.
- Tarde;
- Noite;
Avaliação dos resultados das atividades desenvolvidas, considerando os objetivos propostos, a participação dos estudantes, o impacto social e a integração entre ensino, pesquisa e extensão.
- Manhã;
- Tarde;
- Noite;
Elaboração e encaminhamento, pelo docente responsável pela unidade curricular, do relatório final das atividades extensionistas desenvolvidas no semestre, contendo descrição das ações, carga horária realizada, público atendido, resultados alcançados e registros.
- Tarde;
- Noite;
Divulgação e compartilhamento das experiências e resultados das ações extensionistas por meio de seminários, mostras, eventos acadêmicos, publicações, apresentações e demais espaços institucionais de socialização do conhecimento.